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O Federal Reserve promoveu uma nova redução nos juros dos EUA e deu a entender que o ciclo de cortes será interrompido. Esse ajuste negativo e a clareza na mensagem quanto ao futuro agradaram o mercado, fazendo o Ibovespa subir e renovar a máxima de encerramento
Decisão de juros do Fed e do Copom, entrevista de Powell, dados da ADP sobre emprego e PIB dos EUA recheiam a agenda econômica do dia
Após chegar aos 108 mil pontos na sessão de ontem, o Ibovespa cedeu a um movimento de realização de lucros e terminou o pregão em baixa. Sem novos fatores que justificassem uma alta, os investidores preferiram assumir uma postura mais cautelosa, aguardando as decisões do Copom e do Fed amanhã
Sentimento no mercado é apoiado na expectativa de acordo comercial entre EUA e China e na atuação do Fed
O ambiente mais favorável no exterior, somado ao otimismo local, deu forças ao Ibovespa e fez o índice superar os 108 mil pontos pela primeira vez. O dólar caiu e rompeu o piso dos R$ 4,00
Vitória da chapa de Cristina Kirchner na Argentina e maior manifestação popular no Chile desde a ditadura de Pinochet devem pressionar ativos brasileiros
BCs brasileiro e dos EUA devem cortar os juros pela terceira vez seguida e dúvida fica com os próximos passos
Dólar teve uma das maiores quedas semanais do ano ao recuar 2,7%. Vetores locais e externos colocam moeda americana sob ataque
Com aprovação da reforma da Previdência e balanços positivos de empresas com grande peso no Ibovespa, bolsa avança e dólar recua, mas não consegue furar patamar psicológico de R$ 4
Resultados financeiros de Petrobras, Vale e Ambev agitam o Ibovespa, enquanto dólar busca “empurrão” do exterior para furar barreira de R$ 4,00
Ibovespa perdeu o patamar de 107 mil pontos e dólar voltou a subir depois de ter chegado a cair abaixo de R$ 4
Resultados corporativos melhores que o esperado afastam temor quanto à desaceleração econômica global
Em artigo, gestora do renomado Luis Stuhlberger detalha o que poderia ser o novo normal da economia brasileira
Já o fluxo cambial do ano até 18 de outubro ficou negativo em US$ 19,195 bilhões
O Ibovespa cravou o terceiro recorde seguido, mas mostrou fôlego reduzido para continuar avançando. Já o dólar caiu mais de 1%, chegando ao menor nível desde 21 de agosto
Aprovação da nova Previdência é só o começo de longa lista de reformas pendentes, mas sentimento é de que o Brasil está na direção correta
O Ibovespa seguiu em alta e alcançou níveis inéditos, amparado pelo otimismo em relação à reforma da Previdência. O dólar à vista também teve um dia de alívio e recuou para R$ 4,07
Gestora que tem 12 anos de história avalia que Selic baixa veio para ficar e que dólar acima de R$ 4 não é impeditivo para valorização do Ibovespa
Investidor confia na agenda econômica positiva, com nova pauta das reformas, leilões e privatizações
Bolsas no mundo continuam surfando o otimismo gerado pelos acordos entre EUA e China e Reino Unido e União Europeia