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Segundo a Fábio Faria, a privatização dos Correios está na “ordem do dia” e ocorrerá na gestão de Jair Bolsonaro
Consórcio selecionado realizará os estudos que indicarão as alternativas de desestatização para o setor postal e embasarão a decisão do governo
Paralisação ocorre por tempo indeterminado, em protesto contra a retirada de direitos, a privatização da empresa e a ausência de medidas para proteger os empregados da pandemia
Governo não abandonou seus planos de concessões e privatizações, disse o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys
Privatização da estatal integra o portfólio de projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)
O presidente também afirmou que não tem como garantir que conseguirá viabilizar a venda da estatal até o final do seu mandato.
Ambas foram incluídas no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI)
Presidente da Câmara disse que o importante é que o governo mostre por que a gestão pública tem sido pior para o cidadão
Entre as vendas que foram feitas pelo governo neste primeiro semestre estão a de 90% das ações da TAG e de 100% das ações do sistema de refino de Pasadena
Segundo o ministro, o que há de determinação é trabalhar para que os Correios sejam sustentáveis e para que a empresa cresça
Presidente afirmou que o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, foi indicado para o comando da empresa para recuperar a credibilidade da companhia
Ele também disse que “esta questão de privatização é algo de maior complexidade, que deverá ser estudada à frente, em melhores condições pelo presidente e até pelo Congresso. Eu não ouso dizer nada disso”
Floriano Peixoto será a segunda troca na Secretaria-Geral em menos de seis meses de governo
Em carta aos funcionários da instituição, Cunha escreveu que “obteve eco positivo no âmbito da maioria do dos empregados” e que “se não fosse para exercitar minhas firmes convicções, não poderia ser presidente dos Correios”
Bolsonaro disse na última sexta-feira que demitiria o presidente dos Correios pelo comportamento “sindicalista”; mas ele não deixou o cargo: ontem foi trabalhar normalmente e disse, em palestra, que só sai com formalização da demissão
Recentemente, o STF decidiu que o governo pode vender subsidiárias sem o aval do Legislativo, mas condicionou a privatização das empresas públicas e de sociedades de economia mista a uma aprovação do Congresso
Segundo o presidente, Cunha “foi ao Congresso e agiu como sindicalista” ao criticar a privatização da estatal e tirar fotos com parlamentares da oposição
Informação foi publicada pelos jornais Folha de S. Paulo e Estadão; presidente, em um café da manhã com jornalistas, falou que deve exonerar Juarez nos próximos dias por seus gestos durante audiência pública na Câmara
Em sua justificativa, o presidente destacou que “serviços melhores e mais baratos só podem existir com menos Estados e mais concorrência, via iniciativa privada”
As informações são da revista Veja. Nas palavras de Bolsonaro, o PT destruiu a empresa e é preciso “mostrar à opinião pública que não tem outro caminho a não ser privatizá-la”