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Vice-presidente do Banco do Povo da China disse que o país não terá uma crise cambial, diante do tamanho da economia, do controle moderado pelo governo e por causa de seus mecanismos eficientes de mercado
Medida visa ajudar setor em um momento de pressão dos Estados Unidos nas negociações comerciais
Vice-presidente será recebido pelo presidente chinês Xi Jinping e ainda terá compromissos em Xangai, um dos maiores centros econômicos do país asiático
Nos primeiros quatro meses do ano, esse investimento aumentou 3,5% na comparação com igual período do ano passado, a US$ 45,14 bilhões, segundo os números oficiais.
Porta-voz do ministério do Comércio disse que a escalada nas tarifas tem afetado “seriamente” as negociações sobre o comércio
Dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) mostram que a produção industrial chinesa subiu 5,4% em abril ante igual mês do ano passado, depois de registrar aumento anual de 8,5% em março
Ele destacou que os Estados Unidos e a China possuem economias complementares. “Os Estados Unidos importam muito da China, enquanto a China possui grande parcela dos títulos da dívida pública americana, do Tesouro americano, e, por isso, são complementares. Então a gente tem que ter cautela nisso aí”, continuou.
No Twitter, Donald Trump voltou a criticar a China e argumentou que os Estados Unidos estão em uma posição muito melhor agora do que se um acordo tivesse sido firmado
Proposta visa taxar aproximadamente US$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não sofreram barreiras
Possibilidade de retaliação além do campo comercial chegou a correr pelos mercados, mas tal movimento não faria sentido
As tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentaram ainda mais. Nesse ambiente, os mercados assumiram uma postura de cautela extrema nesta segunda-feira (13) — por aqui, o Ibovespa caiu ao patamar de 91 mil pontos e o dólar à vista chegou a tocar os R$ 4,00
Governo de Pequim afirma que a tarifa americana sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses representa uma “escalada nas fricções econômicas e comerciais” entre os países
Trump argumentou que não há motivo para os consumidores americanos pagarem pelas tarifas mais recentes, que segundo ele entram em vigor na China nesta segunda-feira
“A China aumentou muito as importações de suínos e frangos porque a oferta de proteína está menor por causa da peste suína”, afirma a analista do Cepea, Maristela de Melo Martins
Presidente norte-americano disse que as autoridades dos dois países tiveram “francas e construtivas conversas” nos últimos dias
Decisão veio depois que o Representante Comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o Secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, se reuniram com Trump para discutir “as atuais negociações comerciais com a China”
EUA elevam para 25% tarifa de importação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e China diz que irá retaliar
Presidente norte-americano não falou, no entanto, se um entendimento final entre as potências mundiais seria alcançado
Presidente americano anunciou que elevará de 10% a 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses a partir desta sexta-feira e ameaçou o país com uma rodada extra de tarifas mais adiante
Banco Central repete que é preciso ter “cautela, serenidade e perseverança” na condução do juro básico, enquanto China chega a Washington com uma “espada sobre o pescoço”