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Sem grandes novidades no noticiário ou dados econômicos de maior relevância, o Ibovespa e as bolsas americanas fecharam no campo positivo e recuperaram parte das perdas recentes
As incertezas no front da guerra comercial levaram o dólar a subir mais de 1% no meio da tarde. Mas uma operação do Banco Central trouxe alívio à moeda americana
Em meio às incertezas da guerra comercial e ao clima de cautela em função do noticiário doméstico, o Ibovespa teve mais um pregão negativo
O presidente dos Estados Unidos anunciou a elevação das tarifas de importação sobre produtos da China, elevando a tensão no front da guerra comercial
China e Estados Unidos voltaram a colidir na guerra comercial. Mas a batalha entre os titãs deixou um rastro de destruição nos mercados globais: o Ibovespa desabou aos 97 mil pontos, as bolsas americanas recuaram forte e o dólar à vista subiu ao nível de R$ 4,12
Dúvidas quanto aos próximos passos do BC dos EUA deixaram os céus do mercado financeiro carregados, derrubando o Ibovespa nesta quarta-feira (22)
A expectativa a respeito de novas privatizações a serem conduzidas pelo governo, somada à tranquilidade vista lá fora, deram impulso ao Ibovespa
O Ibovespa terminou longe das mínimas do dia, mais ainda assim terminou a sessão desta terça (20) em baixa, pressionado pela cautela vista lá fora
Apesar do clima mais ameno nas bolsas globais, um movimento de aversão ao risco pressionou as moedas emergentes e fez o dólar à vista subir mais de 1,5%
Os temores em relação à recessão econômica global mexeram com a confiança dos mercados, derrubando o Ibovespa de volta aos 99 mil pontos
Os resultados trimestrais da JBS foram elogiados pelos analistas, especialmente a forte geração de caixa. Com isso, os papéis da empresa fecharam em alta firme nesta quinta-feira (15)
As tensões comerciais entre EUA e China, somadas à incerteza em relação à economia global,, continuaram afetando negativamente o Ibovespa
Dados econômicos decepcionantes na China e na Alemanha, somados a um sinal nada animador nos EUA, trouxeram medo aos mercados e derrubaram as bolsas globais
O Escritório do Representante Comercial dos EUA tirou alguns itens da lista de importações da China que seriam sobretaxadas e adiou a aplicação das tarifas a outros produtos, medida que foi comemorada pelos mercados
Com os EUA assumindo uma postura menos agressiva nas disputas comerciais com a China, o Ibovespa e os mercados globais se reenergizaram e fecharam em alta firme
Com a ampla vantagem obtida pela chapa de oposição nas prévias das eleições na Argentina, uma espiral de aversão ao risco tomou conta dos mercados do país vizinho — e esse movimento contaminou os ativos brasileiros.
A Bruna Furlani contou tudo sobre os brasileiros que estudam fora, mas que voltam ao país para fazer um estágio de férias em grandes bancos — não perca!
Apesar de a guerra comercial ter trazido enorme tensão aos mercados globais no início da semana, essa bola de neve foi perdendo força ao longo dos dias. E, por aqui, o noticiário local contribuiu para dar velocidade ao Ibovespa
A Uber registrou aumento na receita e na base de usuário no segundo trimestre deste ano. Mas nada disso impediu que a empresa reportasse um prejuízo bilionário
O clima mais ameno nos mercados globais permitiu que o Ibovespa tivesse um dia bastante tranquilo e retomasse os 104 mil pontos