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Se o ouro performa muito bem em períodos de inflação elevada, ele também performa bem em momento de inflação baixa; veja por quê
Devemos parar, respirar fundo e observar o panorama de risco, antes de refletir sobre uma suposta alocação ideal. Sobre os risco, eu poderia enumerá-los; veja neste texto
Devemos privilegiar abordagens estruturalistas para a alocação de recursos, de modo a estarmos realmente preparados para movimentações de cunho assimétrico
Um sistema monetário que por décadas pregou sanidade fiscal e monetária, hoje vive uma dinâmica completamente decadente. Novos tempos, novos paradigmas. Até quando o circo vai funcionar? Até quando restar dinheiro
Assim como em Anna Kariênina, em que “todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”, cada crise tem sua especificidade
A ação das autoridades monetárias se parece com o elixir do Dr. Jekyll, separando as personalidades do mercado. De um lado, o fundamento, do outro, os preços dos ativos
A verdade é que ninguém sabe se o dólar vai cair, subir, andar de lado, dar cambalhota ou mortal carpado. Diante disso, quando me perguntam “comprar ou não comprar dólar”; eu devolvo com um segunda questionamento: “depende, você já tem dólar?”
Estaríamos diante de uma alta limitada dentro de um mercado de baixa ou seria algum sinal de que o mundo mudou completamente e o que costumava fazer sentido agora não importa mais?
Ciência da tomada de decisão não é tão simples como os modelos matemáticos podem dar a entender; decisão deve ser tomada diante de um todo, não com base em uma oportunidade pontual
A crise do coronavírus aprofundou um movimento de sobrealocação em ações de empresas de tecnologia, que pode ser uma das razões da resistência da bolsa americana ao coronavírus.
Ainda tem bastante água para rolar antes que as coisas se ajustem. Temos reduzido nossa exposição a ativos de risco e carregado posições bastante exacerbadas em proteções clássicas
Todas as vezes que o índice Dow Jones caiu mais de 20% nos séculos XX e XXI, o fundo do poço foi testado mais de uma vez. A crise mais curta durou 63 dias e a mais longa se arrastou por 1029 dias
Como investidores, não podemos tomar decisões emocionais. Ao mesmo tempo que os riscos estão elevadíssimos, o que nos impede de carregar uma posição muito grande em Bolsa, existem barganhas escancaradas.
Da mesma forma que pequenos movimentos acabam gerando consequências de grandes proporções, assimetrias nascem como se fossem pequenas rusgas na tela de uma pintura a óleo
Como fica seu patrimônio diante de um aprofundamento de um quadro mais negativo? Se a situação mudou, como de fato aconteceu, as nossas carteiras devem mudar também.
Em investimento, quem está tomando uma posição direcional gritando aos sete ventos supostas verdades é só mais um irresponsável. Lembre-se: em geral, o líder do ranking apenas foi o irresponsável 12 meses atrás.
Devemos agir com os dizeres de Murphy na cabeça: se algo pode dar errado dará. Em breve, chegaremos ao momento de virar a mão, pesando mais em risco, mas ainda não é agora
Mas até esse início, vamos com colete à prova de balas. Não tomamos como certo nenhum cenário. Optamos pela neutralidade e proteção diante do incerto. Não ter mapa algum é melhor do que ter um mapa errado
Venho trazendo a necessidade de alocação em ativos protetivos, como ouro e dólar. A ideia era que esta parcela do portfólio não ultrapassasse 15% do total. Mas minha percepção mudou
É difícil ficar bravo, quando há tanta razão para continuar otimista com os fundamentos da Bolsa brasileira