IPCA-15 apresentou deflação em julho e analista aponta que assumir posição otimista com o Brasil é uma das poucas alternativas viáveis
Diante da combinação de vetores econômicos favoráveis, “os investidores não podem ser dar ao luxo de perder o que pode ser a próxima pernada de alta da bolsa brasileira”, diz analista

Pela primeira vez em dois anos, o IPCA-15, índice que mede a prévia da inflação, registrou queda de 0,14% no mês de julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No período, o grupo Habitação foi o que mais contribuiu para que a variação da prévia fosse puxada para baixo.
Especialmente por conta do bônus pontual de Itaipu, que colaborou para a redução de -4,93% no preço da energia elétrica residencial.
Na prática, o dado veio abaixo das projeções coletadas pelo Broadcast, que sugeriam uma queda de -0,21%. Mas para Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, o resultado tem “peso simbólico”.
Em sua newsletter diária, o analista pontuou que esta é a primeira vez, desde julho de 2023 que o índice mostra deflação, chegando aos 3,26% no acumulado do ano.
Também é a primeira vez, desde fevereiro, que o índice fica abaixo dos 5% (4,95%) no acumulado de 12 meses.
Assim, de acordo com o analista, o resultado do IPCA-15, combinado com outros fatores, apontam que não investir na bolsa brasileira, será cada vez mais um luxo para poucos.
VEJA MAIS: 10 ações brasileiras para buscar retornos e proteger o patrimônio
Por que investir no Brasil é um movimento quase inevitável?
De acordo com o analista, a queda registrada pelo IPCA-15 confirma a sequência de revisões baixistas nas expectativas da inflação, registradas pelo Focus.
Na pesquisa semanal realizada pelo Banco Central e divulgada na última segunda-feira (24), esta é a 13ª semana seguida que o mercado reduz as projeções de inflação para 2025, com movimento semelhante nas expectativas para 2026 e 2027.
Para Spiess, o recuo do índice contribui para um ambiente de menor percepção do risco inflacionário e reforça a possibilidade do BC “viabilizar um corte da Selic já em dezembro”. Ou seja, mais cedo do que se imaginava.
Assim, embora o país tenha questões importantes ainda a serem endereçadas como, por exemplo, o plano fiscal, o analista destaca que estamos em uma “conjuntura que combina múltiplos vetores favoráveis e alimenta a expectativa de um rali nos ativos locais”.
Além dos sinais de desaceleração econômica apresentados pela prévia da inflação e outros indicadores, Matheus destaca o fim do aperto monetário.
Da mesma forma, a combinação de múltiplos depreciados das ações brasileiras e a possibilidade de corte de juros nos EUA pode reforçar o apetite por ativos de risco brasileiros, atraindo o fluxo de capital estrangeiro.
O analista ainda aponta que, às vésperas de uma disputa eleitoral, qualquer sinalização de uma “política econômica mais responsável e ajuste fiscal crível” podem fazer os ativos de risco domésticos dispararem.
Assim, diante de todos esses fatores, o analista aponta que “muitos gestores já encaram o Brasil como uma aplicação quase inevitável”.
Nesse sentido, a casa aposta em 10 ações para investir agora e se preparar para uma retomada da bolsa.
As 10 ações com potencial para acompanhar a próxima ‘onda’ de valorização da bolsa
Segundo Matheus Spiess, assumir uma posição otimista na bolsa agora é uma das poucas alternativas viáveis.
Especialmente após anos de resultados fracos, poucos “podem se dar ao luxo de ignorar o que pode ser a próxima pernada de alta dos ativos brasileiros”, explica.
Por outro lado, o analista ressalta a importância de seguir essa estratégia levando em conta que ainda há muitas incertezas — principalmente no ambiente político — o que pode gerar volatilidade.
Além disso, há de se respeitar uma diversificação consistente e proteções necessárias. É importante que a relação entre risco e retorno estejam alinhadas ao perfil do investidor.
Nesse sentido, a Empiricus está apostando para este momento em 10 ações específicas.
São ativos de empresas rentáveis, em crescimento e bom momento operacional. E que têm potencial para proteger o patrimônio do investidor e, ao mesmo tempo, gerar algum ganho de capital.
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