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Tarifas sobre importações siderúrgicas nos EUA podem impactar empresas brasileiras, mas uma empresa em especial possui uma ‘brecha’ que pode beneficiá-la; entenda

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem dado o que falar nas últimas semanas por cumprir à risca promessas de campanha ambiciosas. Dentre elas, aquela que tem sido apelidada de “tarifaço” pelos veículos de mídia no Brasil.
Após anunciar taxação de 25% sobre produtos importados provenientes de países como Canadá, China e México, Trump anunciou, no último dia 10 de fevereiro, imposto de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio para os EUA.
Tais medidas visam desestimular a comercialização de produtos estrangeiros. Enquanto a taxação pode “rolar solta” nos importados, o governo pretende aplicar incentivos que favoreçam a produção siderúrgica local.
E isso pode atingir terras brasileiras em cheio. O Brasil é um dos maiores exportadores de aço para os EUA. Logo, empresas locais podem sentir o impacto diretamente em seus resultados nos próximos trimestres.
E esse efeito dominó pode chegar aos investidores que têm ações de siderúrgicas em suas carteiras. Porém, há uma empresa brasileira do ramo siderúrgico que pode se beneficiar do “tarifaço” de Donald Trump, na contramão das demais, segundo um analista.
A edição de fevereiro do programa Onde Investir, do Seu Dinheiro, recebeu o analista Ruy Hungria, da Empiricus Research.
O analista é responsável por selecionar, mensalmente, as 5 melhores ações brasileiras para os investidores que buscam dividendos, em sua opinião. E na carteira selecionada para fevereiro, o analista incluiu uma siderúrgica em especial, e deu três razões para isso:
“As ações ainda têm sofrido um pouco com as preocupações com a China e os preços das commodities metálicas; por outro lado, a gente vê a ação negociando por múltiplos muito baixos, ainda pagando bons dividendos, e com possíveis notícias positivas vindas das novas políticas do Trump nos Estados Unidos”, afirmou Ruy em entrevista ao programa.
E como que uma empresa brasileira pode se beneficiar, direta ou indiretamente, dos “tarifaços” de Trump?
O analista aponta que o grande “segredo” é que a siderúrgica brasileira também possui fábricas nos Estados Unidos.
Com isso, ela está apta a receber incentivos, assim como as demais empresas americanas. O que deve impactar positivamente nos seus resultados, e muito provavelmente gerar valor para os investidores – tanto no preço da ação quanto no pagamento de dividendos.
Vale ressaltar que essa é uma empresa que já possui um histórico de boa distribuição de proventos – com dividend yield próximo dos 5% nos últimos 12 meses.
Se você ainda não conferiu o programa Onde Investir deste mês, não tem problema. O Seu Dinheiro te dá um atalho: você pode clicar aqui para saber qual a ação de siderúrgica que o analista está recomendando.
Ao clicar, você terá acesso não apenas ao nome da siderúrgica, como também à carteira completa de Ruy Hungria com as cinco melhores ações pagadoras de dividendos para o mês de fevereiro – e a tese por trás dessas escolhas.
Tudo isso de forma 100% gratuita, como cortesia para os leitores. É só clicar no botão abaixo para liberar o seu acesso:
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