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O primeiro tempo de 2025 derrubou favoritos e consagrou zebras, com a bolsa brasileira nas máximas e o dólar caindo na tabela. E agora?
Quem apostou em um Donald Trump “paz e amor”, perdeu. Mas ganhou dinheiro. Quem apostou que o Brasil não resolveria os problemas fiscais, acertou. Mas perdeu dinheiro. Saber onde investir envolve não apenas ler o cenário corretamente, mas como agir.
Tal como o futebol, o mercado financeiro é uma caixinha de surpresas. O primeiro tempo de 2025 derrubou favoritos e consagrou zebras, com a bolsa brasileira nas máximas históricas e o dólar caindo na tabela contra várias moedas, incluindo o nosso real.
É claro que o jogo só acaba quando termina, para usar outra máxima do esporte bretão. E, no caso dos investimentos, a vitória de hoje pode se tornar um 7 a 1 amanhã.
A virada do semestre, portanto, é um bom momento para rever a escalação da carteira de investimentos, seja para partir em busca de uma virada ou para reforçar a defesa e garantir o resultado.
Para ajudar você a adotar o melhor esquema tático, o Seu Dinheiro promoveu ao longo da semana que passou o evento Onde Investir no Segundo Semestre.
Com um time de feras que incluiu dois ex-diretores do Banco Central, analistas e gestores de alguns dos principais fundos do mercado, os painéis trouxeram cenários e dicas práticas para colocar o dinheiro em campo. Você pode conferir cada um deles a seguir:
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Eu assisti a todos os painéis do Onde Investir e tive o privilégio de apresentar dois deles. Vale muito a pena conferir o cenário específico para cada mercado, mas de modo geral os especialistas traçaram cinco grandes lições e oportunidades para o segundo semestre:
Um dos azarões do primeiro semestre, a bolsa brasileira liderou o ranking dos investimentos no primeiro semestre, superando até o bitcoin. Mas para os participantes do Onde Investir, o Ibovespa tem fôlego para alçar novos voos.
Mesmo com a alta recente, os investidores ainda estão “leves” em bolsa. Ou seja, qualquer realocação significa um fluxo adicional comprador para as ações.
Aliás, foi justamente a entrada de capital estrangeiro uma das responsáveis pela alta da bolsa nos primeiros meses do ano. Cortesia da guerra comercial de Donald Trump, que desligou — ao menos temporariamente — o “aspirador de dinheiro” da economia americana e redirecionou os fluxos para mercados emergentes como o Brasil.
Isso não significa que a bolsa americana deixará de ser a grande “Meca” do mercado. Mas é provável que os investidores selecionem melhor as teses por lá, incluindo o setor financeiro e, claro, empresas ligadas à inteligência artificial.
Enquanto a bolsa surpreendeu, quem comprou dólar no começo do ano pagando mais de seis reais deve estar experimentando no mínimo um sentimento de frustração. Mas não devia, já que a moeda norte-americana funciona como uma espécie de seguro contra catástrofes financeiras.
Se o transatlântico chamado Brasil conseguiu se desviar do iceberg — pelo menos por enquanto — boa parte do mérito vai para o Banco Central. Mas à custa de um remédio amargo: a taxa básica de juros.
Com a Selic no patamar de 15% do ano, o maior em quase duas décadas, ficou muito caro apostar contra o real. Como a tendência é a taxa se manter nesse nível por um longo período, a tendência é que o dólar se mantenha comportado.
Vale dizer que essa não é uma tendência apenas no Brasil. As idas e vindas de Donald Trump na guerra comercial e a expectativa de queda de juros nos Estados Unidos no segundo semestre também ajudam a enfraquecer o dólar.
Com os juros nos níveis atuais, em tese nós nem deveríamos ter essa conversa sobre investimentos. Bastaria fechar os olhos, aplicar em qualquer aplicação conservadora atrelada ao CDI e “partir para o abraço”.
De fato, uma parte importante de qualquer carteira deveria contar hoje com títulos do Tesouro Direto como o Tesouro Selic. Mas, ao fechar os olhos, você corre o risco de deixar dinheiro na mesa, de acordo com os especialistas que participaram do Onde Investir no Segundo Semestre.
Com a expectativa de queda dos juros no fim deste ano ou início de 2026, títulos como o Tesouro IPCA ou mesmo os prefixados — para os mais arrojados — deveriam entrar no radar. Isso sem falar nos fundos de crédito, que vêm conseguindo entregar retornos acima do CDI.
Um pequeno furacão varreu o mundo dos investimentos com a Medida Provisória que mudará a taxação de praticamente todas as aplicações.
As maiores vítimas foram os instrumentos que hoje são isentos de imposto de renda. Entre eles, alguns queridinhos das pessoas físicas, como os fundos imobiliários (FIIs) e as letras de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA).
É claro que ninguém quer pagar mais imposto, mas a boa notícia é que a taxação não tira a atratividade dos papéis que hoje são isentos. Existe ainda outro efeito positivo, com a redução da desigualdade tributária entre as diferentes classes de investimento.
Ainda que a taxação só comece a valer em 2026 e a MP precise passar pelo Congresso, já se observa uma tendência de busca pelos títulos que ainda se beneficiam da isenção. No entanto, a recomendação é aguardar a consolidação das regras antes de tomar decisões drásticas.
“O melhor momento para comprar bitcoin foi ontem. O segundo melhor momento é hoje”, dizem os entusiastas das criptomoedas. Em maio, o bitcoin alcançou uma nova máxima histórica, aos 111.970 dólares, e o cenário à frente aponta para novos recordes.
A entrada de “tubarões” do mercado e o avanço na regulamentação depois que Donald Trump “adotou” as criptomoedas devem sustentar o bom momento do bitcoin.
Projetar o preço da criptomoeda é tarefa quase impossível, mas os especialistas disseram durante o Onde Investir que seria razoável esperar o bitcoin na casa dos 160 mil dólares — ou até mais.
Um dos problemas é o caminho até chegar lá. Afinal, por mais que esteja amadurecendo, o mercado cripto ainda é altamente volátil. Basta lembrar que, nas mínimas do ano, o bitcoin chegou a encostar nos 75 mil dólares. Isso demonstra a extrema volatilidade do ativo, que, mesmo atingindo novas máximas, pode registrar quedas significativas.
Ou seja, invista em bitcoin hoje, de forma responsável e sem comprometer um grande percentual da carteira. Para reduzir o risco de entrar com tudo na alta, o ideal é montar a posição aos poucos e em intervalos regulares.
De modo geral, o cenário para os investimentos é favorável para o segundo semestre de 2025. Isso significa que os solavancos nos mercados nos primeiros meses do ano tendem a ser menores. Mas esse equilíbrio se sustenta sobre uma base frágil.
Se no primeiro semestre a fonte de turbulência veio dos Estados Unidos, daqui por diante os investidores vão prestar cada vez mais atenção ao que acontece no Brasil — mais precisamente em Brasília.
As eleições presidenciais deveriam ser um tema apenas para o segundo semestre de 2026. Mas o mercado e os próprios políticos já deram a largada para a corrida eleitoral.
Na prática, quanto mais incerteza houver sobre quem ocupará a cadeira de presidente da República a partir de 2027, maior a dose de cautela do mercado.
Ou seja, um cenário de disputa eleitoral mais acirrada pode reverter a tendência de queda do dólar e, por consequência, dos juros. Por isso, esteja preparado para fazer novas substituições na sua carteira a qualquer momento.
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