🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Tatiana Vaz

DOSE DE OTIMISMO

Por que o Brasil vai surpreender se evitar uma crise fiscal em 2025, segundo a consultoria global Gavekal – e o que ela diz sobre outros desafios 

Estudo aponta os principais fatores do Brasil e mundo que podem ajudar (ou atrapalhar) os investidores globais neste ano 

Tatiana Vaz
8 de janeiro de 2025
17:08 - atualizado às 10:48
brasil bolsa ibovespa ações expectativas gestores
Imagem: Shutterstock/Montagem: Giovanna Figueredo

O ano mal começou, mas dá para prever quais serão os principais fatores que poderão surpreender os investidores globais em 2025? De acordo com o relatório da consultoria global Gavekal Research, intitulado "Global Strategy: The Contrarian Report", isso não só é possível, como fácil de entender se dividido em 10 tópicos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A análise reúne os dez temas centrais que precisam ser cuidadosamente levados em conta pelos investidores globais antes de suas decisões e inclui um estudo sobre o potencial desempenho dos ativos brasileiros, mesmo diante das preocupações com as políticas econômicas do governo Lula. Se de fato esses cenários se concretizarem, o mercado pode se surpreender positivamente com cada tema.

A análise sobre a economia brasileira, assinada pelo analista Udith Sikand, aponta que a reabertura da China e a possível desvalorização global do dólar podem ser oportunidades para que as commodities exportadas pelo país sejam mais valorizadas durante o ano. Há outros motivos, além destes que, se concretizados, podem surpreender o mercado.  

Gavekal: Brasil está mais para Grã-Bretanha e Japão do que para AL

“Problemas fiscais fizeram o real brasileiro despencar em 2024. A relação dívida pública/PIB do Brasil, de 85%, é alta para uma economia de mercado emergente. No entanto, o país tem uma alta relação de receita do governo/PIB, mais típicas de economias desenvolvidas, como a Grã-Bretanha e o Japão”, afirma Sikand. 

E ainda ressalta que, embora o Brasil enfrente desafios políticos, não há risco iminente de instabilidade semelhante à de outros países da região latino-americana. Tudo, então, aponta que, ainda subvalorizados, os ativos brasileiros têm potencial para um desempenho positivo em 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estudo aponta que os frequentes conflitos entre o presidente Lula e o BC, no ano passado, que aumentaram ainda mais a preocupação com os altos custos da dívida pública e o comprometimento do governo com o corte de gastos, não devem ser fatores que podem atrapalhar a economia do país neste ano. 

Leia Também

A expectativa da consultoria para que isso surpreenda o mercado é de que este tipo de atrito diminua com a chegada de Gabriel Galípolo ao comando do BC, uma pessoa bem quista pelo mercado e que já se provou ser favorável ao aumento de juros. A condição para isso seria a de Lula cumprir sua promessa de conceder a Galípolo autonomia e permanecer atento às necessidades de reformas fiscais.

Aí, sim, acredita Sikand, a moeda brasileira estaria pronta para dar retorno novamente. 

Quais são os outros desafios para os investidores globais em 2025?

 Além do tópico destinado especificamente para o Brasil, o estudo completo aponta outros nove fatores para estar atento antes de investir em 2025 – cada um deles assinado por um analista especializado no tema dentro da consultoria chinesa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contamos mais sobre eles a seguir:

Redução nas recompras de ações nos EUA

De acordo com o estudo, as recompras de ações nos EUA devem diminuir em 2025 devido ao aumento dos custos de financiamento. Entre 2020 e 2021, muitas empresas emitiram grandes quantidades de dívida a taxas historicamente baixas, inferiores a 2%. 

No entanto, com a maioria desses títulos vencendo em 2025, elas precisarão refinanciá-los a taxas muito mais altas, atualmente em torno de 5,35%. Este aumento significativo nos custos de rolagem da dívida limitará a capacidade das companhias de continuar financiando recompras de ações, o que pode resultar em uma desaceleração dessas recompras. 

Valorização do euro frente ao dólar americano

O euro deve ganhar força frente ao dólar até o meio do ano, afirma a pesquisa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, apesar das expectativas de desvalorização, a moeda está em um nível historicamente competitivo em termos reais. Além disso, fatores como o fim esperado da guerra na Ucrânia e possíveis mudanças nas políticas fiscais da zona do euro – particularmente na Alemanha, após as eleições de fevereiro – podem impulsionar a valorização.

Estas mudanças podem contrariar as previsões de cortes agressivos nas taxas de juros do Banco Central Europeu, acredita o analista responsável. 

Preços de energia permanecem altos

Os preços de petróleo e gás devem permanecer firmes em 2025, desafiando previsões de excesso de oferta. A projeção de superávit no mercado é considerada pequena e pode ser facilmente eliminada por políticas como as sanções dos EUA à Rússia ou a pressão sobre o Irã, que poderia reduzir até 1 milhão de barris por dia da oferta global. 

Além disso, é improvável que políticas domésticas nos EUA resultem em um aumento significativo na produção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recuperação do mercado imobiliário chinês

Após três anos de crise, o mercado imobiliário da China mostra sinais de estabilização. Embora os preços continuem baixos, os volumes de vendas pararam de cair em 2024 e começaram a se recuperar, especialmente em grandes cidades, aponta o relatório. 

Com isso, a promessa do governo chinês de “parar a queda” do setor em setembro de 2024 gerou melhorias e, se as vendas continuarem aumentando, o mercado imobiliário pode se recuperar mais rapidamente do que o esperado.

Recuperação do mercado imobiliário comercial nos EUA

O mercado imobiliário comercial nos Estados Unidos deve se recuperar em 2025,de acordo com as expectativas dos analistas, impulsionado pelo aumento do retorno ao trabalho presencial. 

O estudo aponta que a proporção de ofertas de emprego remotas está diminuindo, enquanto a presença de funcionários nos escritórios ainda está abaixo do esperado pelos empregadores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com uma oferta limitada de novos edifícios e condições mais favoráveis de financiamento — devido à regulamentação bancária menos rígida e spreads mais estreitos nos mercados de CMBS (Commercial Mortgage-Backed Securities) — espera-se que as empresas ocupem mais espaço, o que deve resultar em melhores retornos e recuperação para o setor.

Estagnação do franco suíço

O franco suíço, que historicamente funciona como refúgio seguro em tempos de incerteza. Tanto que a moeda subiu 15% nos últimos três anos, a maior valorização do G10 entre todas, apoiada por “políticas imprevisíveis de Donald Trump e convulsões políticas não resolvidas na Alemanha e França”, afirma o analista responsável por essa parte do estudo.

Mas, para o próximo ano, a valorização deve ficar aquém, graças à política do Banco Nacional Suíço (SNB), que provavelmente intervirá para combater a deflação, um risco real na economia do país. O SNB projeta que a inflação suíça ficará entre 0% e 1% em 2025-26.

“Grande parte do risco de deflação na Suíça decorre da força do franco, o que significa que a Suíça está importando deflação”, explica o documento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mais provável, acredita a consultoria, é que o SNB pode recorrer a medidas como taxas de juros negativas ou intervenções no mercado cambial para evitar a apreciação excessiva do franco, o que reduziria a competitividade da economia suíça.

Conflito econômico contínuo entre Índia e China

Para além de todo otimismo até aqui, a análise da Gavekal Research acredita que, apesar de encontros diplomáticos entre Índia e China em 2024, as relações entre os dois países continuarão tensas em 2025. 

A criação de dois novos condados pela China em uma área disputada nos Himalaias reforçou as rivalidades, o que deve limitar os avanços nas relações comerciais com a possível redução das restrições indianas a investimentos chineses. 

Por outro lado, empresas indianas que fornecem tecnologia para cadeias globais, como a Apple, e fornecedores americanos que competem com fabricantes chineses serão beneficiados por essa tensão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impacto disruptivo dos veículos autônomos

Por mais de uma década os veículos autônomos pareciam estar quase lá na esquina, perto, mas quase impossível de serem alcançados de fato. Em 2025, porém, a promessa é de que eles definitivamente sigam por um caminho concreto, afirma o estudo.  

A Waymo, do Google, está liderando a frota nos Estados Unidos, com robotáxis ativos em São Francisco, Los Angeles e Phoenix. Em 2025 serão lançados carros em Austin e Atlanta e testes devem começar em Miami e Tóquio. 

 Isso sem contar com os planos avançados das concorrentes Baidu e Tesla. 

Os veículos autônomos prometem viagens mais produtivas, seguras e confortáveis, com potencial para reduzir o tráfego, acidentes e a dependência de viagens aéreas regionais. Se realmente todas essas vantagens vingarem, a tendência é da tecnologia transformar o transporte e abrir novas oportunidades econômicas em vários setores, acredita a Gavekal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Boom deflacionário na China

Em períodos em que a preferência dos investidores por liquidez aumenta, os títulos terão melhor desempenho que as ações, e a economia chinesa poderá enfrentar uma crise deflacionária, traz o estudo. 

Esse "boom deflacionário" chinês em 2025 seria caracterizado por baixa inflação e desempenho superior das ações em relação a outros ativos, reflexo da redução na preferência por liquidez entre os investidores chineses. 

Essa afirmação é sustentada no documento pelo fato de que, no último ano, a proporção entre retornos de ações e títulos se estabilizou na China, indicativo de que os investidores chineses estão mais confiantes com relação à economia do país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA MIRA DA PF

Banco Master, BRB e bilhões sob suspeita: quem a PF vai ouvir na nova fase da operação que investiga o banco de Daniel Vorcaro

26 de janeiro de 2026 - 9:38

Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?

7 ANOS APÓS BRUMADINHO

Vale (VALE3): extravasamento de água e lama em Minas Gerais atingiu unidade da CSN Mineração (CMIN3), que se mantém funcionando

26 de janeiro de 2026 - 9:12

A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho

TECNOLOGIA

IA no sistema financeiro: investimentos recordes e o desafio do Banco Central de regular sem travar a inovação

25 de janeiro de 2026 - 18:02

Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central

NO RADAR DOS ANALISTAS

Preço baixo e retorno alto: por que a XP recomenda a compra deste fundo imobiliário

25 de janeiro de 2026 - 16:45

Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo

HÁ TRÊS DÉCADAS

O dia em que um experimento meteorológico quase terminou em guerra nuclear completa 31 anos

25 de janeiro de 2026 - 7:15

25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas

DO FGC AO BRB

Crise de liquidez, não fraude: a versão de Daniel Vorcaro sobre o colapso do Banco Master — e o impacto para o BRB

24 de janeiro de 2026 - 17:12

Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”

BOMBOU NO SD

Academia “all-inclusive” da maromba, Lotofácil sem novos milionários, INSS fora do ar e pagamentos atrasados da Fictor: o que bombou nesta semana

24 de janeiro de 2026 - 14:28

Academias de alto padrão e loterias da Caixa Econômica foram destaque no Seu Dinheiro, mas outros assuntos dividiram a atenção dos leitores; veja as matérias mais lidas dos últimos dias

É OBRIGATÓRIO!

Quem não planta, não mora: Cidade condiciona construção de novas casas a manutenção de horta

24 de janeiro de 2026 - 13:45

O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional

PIONEIRO DO LOW COST

Fundador da Gol (GOLL54), Constantino Junior morre aos 57 anos

24 de janeiro de 2026 - 13:05

Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos

BILIONÁRIOS

Bilionários estão se preparando para o fim do mundo — e isso pode ser um grande problema

24 de janeiro de 2026 - 11:11

Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’

SEM DESCANSO?

Paulistanos sem feriado? Aniversário de São Paulo se aproxima, mas moradores da cidade não terão necessariamente uma folga a mais

23 de janeiro de 2026 - 15:35

Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores

NO PRECINHO

Leilão da Receita Federal tem iPhone 15 por R$ 1.300 e relógio Garmin por R$ 1.000; veja como participar

23 de janeiro de 2026 - 15:25

Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.

BANHEIRO HIGH-TECH

Como a inteligência artificial provocou um salto no preço das ações de uma fabricante de vasos sanitários

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips

OPERAÇÃO BARCO DE PAPEL

PF mira Rioprevidência em nova operação, fundo de pensão que mais investiu no Banco Master

23 de janeiro de 2026 - 9:32

São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores

A CONTA CHEGA

CMN muda regras do FGC, após início de pagamentos do grupo Master; fundo também poderá exigir aportes maiores dos bancos

23 de janeiro de 2026 - 9:32

A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário

MUSEU HISTÓRICO FERREIRA DA CUNHA

Como é o castelo medieval que vai ser transformado em centro cultural na região serrana do Rio

23 de janeiro de 2026 - 9:14

Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar

TEIMOSIA RECOMPENSADA

Apostador insiste nos mesmos números e fica milionário com a Lotofácil; Dia de Sorte também tem ganhadores e Mega-Sena acumula

23 de janeiro de 2026 - 7:09

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.

FORA DE COGITAÇÃO?

Sem delação premiada: defesa de Daniel Vorcaro nega negociação no caso Banco Master

22 de janeiro de 2026 - 9:33

Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro

SOBE O SOM

Pé na areia, a loteria… Lotofácil tem múltiplos ganhadores na beira da praia; Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões hoje

22 de janeiro de 2026 - 7:15

Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar

ONDE INVESTIR 2026

A batalha entre o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA+: onde buscar aquele 1% ao mês na renda fixa com a queda da Selic em 2026?

22 de janeiro de 2026 - 6:04

Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar