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Hábitos de bilionários como Warren Buffett, Elon Musk e Jeff Bezos mostram como visão de longo prazo, disciplina, diversificação e juros compostos podem impulsionar a construção de patrimônio
Quase todo mundo sonha em ser rico o suficiente para levar uma vida confortável. Mas logo surge a pergunta do milhão (ou bilhão): quais costumes adotar para chegar lá? Mesmo que a fortuna dos bilionários pareça distante, há hábitos que podem ser copiados por qualquer pessoa que quer melhorar sua vida financeira. Entre eles, estão correr riscos, ter visão de longo prazo e disciplina extrema.
A seguir, o Seu Dinheiro separou cinco hábitos que você pode começar a aplicar hoje — com exemplos de quem já fez isso em escala — e uma simulação clara de como juros compostos aceleram seu patrimônio.
Jeff Bezos, fundador da Amazon, privilegiou reinvestimento e foco em valor de longo prazo, mesmo quando isso significava abrir mão dos lucros imediatos.
As cartas aos acionistas enfatizam “obsessão pelo cliente” e paciência estratégica — pilares que sustentaram a criação de negócios como o serviço de nuvem da AWS, a eficiência da logística nas entregas e um ecossistema que se retroalimenta.
VEJA TAMBÉM: TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS à vista: Empresas aceleram pagamento de proventos - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Warren Buffett, acionista e até pouco tempo atrás presidente da holding Berkshire Hathaway, mantém investimentos em ações por décadas, explorando a matemática dos juros compostos em empresas com vantagens duráveis (como Coca-Cola e Apple), reforçando a importância de tempo no mercado em vez de tentar “acertar o timing”.
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Depois de vender o PayPal, Elon Musk optou por colocar praticamente todo o dinheiro recebido — algo em torno de US$ 180 milhões — em projetos que a maior parte do mercado considerava suicidas: Tesla e SpaceX.
A decisão o levou a uma situação real de quase falência pessoal antes de as empresas mostrarem tração. Mas, com execução, resiliência e acesso a capital, o que parecia insano se transformou em dois dos negócios mais valiosos do planeta. Sua situação pessoal também ajudou, vindo de família de classe alta. A montadora de carros elétricos vale hoje US$ 1,45 trilhão e a SpaceX pode estar em busca do maior IPO do mundo.
Steve Jobs, fundador da Apple, seguiu uma lógica semelhante quando decidiu que a empresa da maçã precisaria substituir seu produto mais bem-sucedido, o iPod, por algo totalmente novo.
A aposta no iPhone precisou romper padrões técnicos que pareciam impossíveis em 2006: uma tela de vidro resistente, um sistema multitouch eficiente e a eliminação completa do teclado físico — todos vistos como riscos existenciais para a empresa.
A escolha de canibalizar o próprio core business parecia perigosa, mas mudou o rumo da companhia e consolidou o maior case de inovação do século.
Risco calculado não é apostar tudo em qualquer coisa, mas escolher assimetrias claras — perdas limitadas e ganhos potencialmente exponenciais. Isso exige margem de segurança, uma boa tese de investimentos, disciplina e, claro, um plano de contingência caso o plano falhe.
Grandes fortunas raramente dependem de um único produto ou setor — e Jeff Bezos é um dos exemplos mais claros.
O que começou com a venda de livros evoluiu para um ecossistema que combina comércio eletrônico, serviços de computação em nuvem (AWS), mídia e produção audiovisual e dispositivos eletrônicos. O bilionário tem apostas até em viagens espaciais com a Blue Origin. Cada um desses braços gera receita própria e impulsiona o ecossistema.
Elon Musk segue o mesmo princípio. Ao dividir sua energia entre carros elétricos (Tesla), foguetes e satélites (SpaceX e Starlink), neurotecnologia (Neuralink) e infraestrutura de mobilidade (The Boring Company), ele dilui riscos setoriais, abre múltiplos caminhos de monetização e evita que sua riqueza dependa exclusivamente do ciclo econômico de uma única indústria.
Em vez de depender apenas do salário, quem busca aumentar seu patrimônio deve combinar renda ativa (trabalho) com renda passiva (investimentos).
Outra ideia é ter projetos paralelos que podem ganhar escala — como produtos digitais, royalties, aluguel, consultoria ou serviços especializados. A diversificação não é apenas entre ativos financeiros, mas também entre setores, formatos e horizontes de tempo.
Warren Buffett resume um princípio financeiro tão simples quanto transformador: não economize o que sobra depois de gastar, gaste o que sobra depois de economizar.
Ao poupar antes, você não precisa depender do humor do mercado, da motivação do mês ou da disciplina ocasional. O hábito passa a ser automático: aportes constantes, atravessando crises, ciclos e euforias do mercado.
É dessa constância que o efeito dos juros compostos surge. Ao transformar poupança em rotina — e não em exceção — o patrimônio cresce mesmo sem esforços extraordinários, porque o tempo passa a trabalhar a seu favor.
Buffett credita grande parte de suas melhores decisões ao hábito de ler a maior parte do dia e refletir antes de agir. Em entrevistas, ele explica que estuda jornais, relatórios e livros diariamente e que o conhecimento “se acumula como juros compostos”, recomendando “ler 500 páginas por dia” — uma metáfora poderosa sobre acúmulo de conhecimento ao longo do tempo.
“Eu leio e penso. Então, leio e penso mais, e tomo menos decisões impulsivas do que a maioria das pessoas no mundo dos negócios. Faço isso porque gosto desse tipo de vida”, disse Buffet em entrevista à CNBC.
Se estamos falando de riqueza, não podemos deixar de lado o homem mais rico do mundo.
Elon Musk também atribui a livros a base de seu entendimento técnico (inclusive em foguetes), antes de fundar a SpaceX — outro exemplo de como aprender continuamente permite executar projetos de alto impacto.
Para aplicar, 30 a 60 minutos diários de leitura já podem ajudar a aumentar o conhecimento. Nas finanças, recomenda-se ler relatórios, cartas de acionistas, livros de finanças e negócios. O objetivo é buscar informação de qualidade, que melhora sua tomada de decisão.
A seguir, apresentamos uma simulação para ilustrar o poder da disciplina. Consideramos aportes mensais fixos de R$ 1.500, com retorno anual de 12% ao ano, capitalizado mensalmente, ao longo de 10 anos. Todo o ganho é reinvestido — ou seja, os juros passam a gerar novos juros ao longo do tempo.
Metodologia: cálculo mês a mês, somando aporte e aplicando taxa mensal equivalente. Ao final de cada ano, registramos aportes acumulados, rendimentos do ano e saldo.
O cálculo não considera a inflação. Ou seja, ao final dos 10 anos, o valor acumulado tem um poder de compra menor do que tem hoje. Para resolver esse problema, a dica é aumentar o valor dos aportes seguindo seu aumento na renda e a inflação.
Resultado principal:
Evolução por ano:
| Ano | Aportes acumulados (R$) | Rendimentos no ano (R$) | Saldo ao final (R$) |
| 1 | 18.000,00 | 969,75 | 18.969,75 |
| 5 | 90.000,00 | 11.849,26 | 120.511,91 |
| 10 | 180.000,00 | 34.604,60 | 332.895,06 |
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