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Lançamento da inteligência artificial DeepSeek por uma startup chinesa abalou o mercado das big techs nos EUA, enquanto criptomoedas enfrentam turbulências no fogo cruzado
O bitcoin (BTC) acordou nesta segunda-feira (27) com sua maior queda desde o início da presidência de Donald Trump nos Estados Unidos, perdendo o importante patamar psicológico dos US$ 100 mil. Após um ano histórico em 2024, no qual o cenário político norte-americano impulsionou a criptomoeda a novos horizontes, poucos esperavam que o mais recente golpe viria da China.
No final de semana, a startup chinesa DeepSeek, fundada em maio de 2023, lançou um modelo de inteligência artificial generativa (IAG) gratuito e de código aberto, capaz de igualar ou superar os sistemas de raciocínio mais avançados da OpenAI, como o ChatGPT 4.0 — e tudo isso por uma fração do custo.
Levaram poucas horas para que a economia mundial sentisse o baque. Pouco após a abertura dos mercados, o índice Nasdaq, que lista as grandes empresas de tecnologia (big techs), caía mais de 3%, enquanto ações como as da Nvidia chegavam a recuar 14% no pré-mercado em Nova York.
O bitcoin acompanhou a tendência, atingindo cerca de US$ 97 mil pela manhã e, no momento desta publicação, está sendo negociado próximo aos US$ 99 mil. Outras criptomoedas também sentiram o baque nas últimas 24 horas: ethereum (ETH) caiu 8,17% %, XRP recuou 7,43%% e solana (SOL) perdeu 12,09%.
A correlação entre o bitcoin e as ações das big techs vem crescendo no último ano, impulsionada pelo lançamento bem-sucedido de fundos negociados em bolsa (ETFs) que compram o ativo e pela adoção da indústria por Donald Trump, que ajudou a elevar os preços das criptomoedas em 2024
Tanto as ações das big techs quanto o bitcoin são considerados ativos de maior risco e, portanto, mais sensíveis a mudanças no mercado. Nesse contexto, o BTC registrou mais de US$ 250 milhões em liquidações de posições longas nas últimas 24 horas, de acordo com dados da Coinglass. Isso ocorre quando traders que usaram alavancagem para apostar na alta do preço do bitcoin são forçados a vender seus ativos por conta de quedas rápidas no preço.
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A queda desta segunda-feira ocorre poucos dias após Donald Trump assinar seu primeiro decreto presidencial relacionado a ativos digitais. Entre as medidas, o documento cria um grupo de trabalho presidencial com o objetivo de produzir um relatório com propostas regulatórias e legislativas para fortalecer o setor dentro de 180 dias.
Apesar de o decreto abordar diversos tópicos defendidos pelo mercado de criptomoedas, a espera de seis meses por um relatório não surpreendeu os investidores, que já haviam precificado as medidas. Como resultado, os preços das criptomoedas não reagiram de forma significativa.
A primeira semana do bitcoin sob a presidência de Trump foi marcada por volatilidade. A expectativa de uma implementação imediata de uma reserva nacional de bitcoins e outras medidas mais drásticas fez com que o ativo apresentasse um comportamento ainda mais irregular que o habitual. O BTC atingiu seu maior valor histórico no dia da posse presidencial, US$ 109 mil, mas recuou conforme as expectativas se acalmaram.
Outro fator que contribui para a fragilidade do mercado é a reunião do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), que acontece nesta quarta-feira (29) e que decidirá sobre o futuro das taxas de juros no país. A possibilidade de uma pausa nos cortes de juros pode significar mais um baque para o mercado de bitcoin, já que taxas mais baixas tendem a incentivar investidores a buscar ativos de risco, como criptomoedas.
*Com informações da Bloomberg e CNBC
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