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Leonardo Costa explicou cenário e deu sugestões durante o programa Onde Investir em Maio
Depois de um mês de abril turbulento para as Bolsas – do Brasil e também do exterior –, o investidor percebeu que a volatilidade pode permanecer no cenário doméstico por mais tempo do que se esperava.
O Ibovespa fechou o mês em queda de 1,70%, aos 125.924 pontos, acompanhando as baixas nas bolsas americanas e europeias. Até mesmo o Ifix, índice dos fundos imobiliários (FIIs) que vinha apresentando um bom desempenho no ano, fechou em queda de 0,77%.
E não dá para dizer que maio começou muito diferente… logo no dia 8, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu dar fim à sequência de cortes da Selic em meio ponto percentual. Nessa reunião, Roberto Campos Neto e sua equipe cortaram os juros em 0,25 pontos percentuais, deixando a taxa em 10,50% ao ano.
Uma consequência dessa desaceleração no ciclo de redução da Selic é, claro, o impacto na curva de juros futuros. E mudanças nesse cenário pedem o rebalanceamento da carteira de investimentos, pensando tanto em renda fixa quanto nos ativos de risco, a fim de aproveitar as melhores oportunidades.
Para saber como agir nesse cenário, o programa Onde Investir em Maio, do portal Seu Dinheiro, recebeu como convidado especial Leonardo Costa, sócio da Ethimos Investimentos – escritório afiliado ao BTG Pactual.
Na entrevista, Costa falou a respeito da alocação ideal das carteiras para investidores de diferentes perfis, desde o conservador até o mais arrojado, e apontou onde o brasileiro pode encontrar boas oportunidades de aplicação no momento atual.
É difícil fugir completamente da volatilidade do mercado. Por isso, Leonardo Costa reforça que, nesses momentos, a diversificação da carteira se mostra ainda mais essencial.
“Com um portfólio diversificado você consegue buscar retornos consistentes nos cenários positivos e negativos, pelos quais invariavelmente vamos passar ao longo do tempo”, diz.
A estrutura dessa alocação deve variar de investidor para investidor, de acordo com seu perfil e objetivo com o portfólio de aplicações.
No momento atual, a abertura das curvas de juros futuros trouxe oportunidades interessantes na renda fixa, segundo o sócio da Ethimos Investimentos. “Não só nos juros nominais, mas também nos reais”, destaca.
Diante disso, Costa explica que o investidor que é um pouco mais arrojado pode olhar para títulos um pouco mais longos, que têm um risco de mercado um pouco mais elevado, mas visando aproveitar possíveis prêmios futuros e uma eventual venda antecipada.
“Esse investidor mais arrojado pode carregar um pouco mais as alocações em títulos indexados à inflação, até mesmo os prefixados para prazos mais longos”, ressalta.
Já para o investidor mais conservador, o cenário é outro: “até por conta do risco adjacente desse mercado, é preferível que o investidor desse perfil foque em prazos mais curtos, em termos de vencimento, para esses ativos”.
A curva de juros americana também tem subido consistentemente nos últimos meses. “Por um lado, isso traz uma oportunidade boa de alocação, a nível de juros nominais talvez nunca antes vistos nos Estados Unidos, pelo menos neste século”, conta Costa.
Ao mesmo tempo, temos a bolsa americana negociando a níveis muito elevados e próximos às máximas históricas.
“Por isso a nossa alocação internacional como um todo é mais cautelosa e dá preferência, principalmente pros perfis conservador e moderado, para renda fixa americana de boas empresas, do tipo high grade, especialmente para prazos mais curtos de até 2 ou 3 anos”, explica.
Mas voltando a falar do Brasil… é claro que essas mudanças nas curvas de juros também têm impacto na renda variável, incluindo ações e fundos imobiliários listados na Bolsa.
Na grande maioria dos cenários, a redução das taxas de juros é bastante benéfica para as empresas, principalmente as de ciclo doméstico. “Se teremos uma taxa de juros mais alta, isso provavelmente vai impactar o resultado dessas companhias também”, ressalta Leonardo Costa.
“De certa forma, isso tudo também deve frear em alguma medida o fluxo para os FIIs, que vinham ganhando bastante espaço por conta do ganho de capital isento, por meio dos dividendos, e também por conta das altas taxas que especialmente os fundos de papel tem pago recentemente”, diz.
Estruturar uma carteira de investimentos é algo que exige a observação das necessidades de cada investidor, naturalmente, em especial com relação à liquidez. Ainda assim, o sócio da Ethimos Investimentos destaca as alocações ideais em dois tipos de títulos públicos.
“Partindo da premissa de que não estamos falando de um recurso de alta liquidez, como reserva de emergência, as nossas alocações em inflação de maneira estrutural navegam entre 12% a 22%, entre os perfis conservador e agressivo”, explica.
Já os ativos prefixados são um pouco mais arriscados, do ponto de vista de comparação com os títulos reais, de IPCA+. “Nesses casos, temos em torno de 6% a 12% nas carteiras”, conta.
Mas Costa destaca que também há “bolas quicando” para o investidor mais agressivo. “O cenário de bolsa é um dos mais altos dos últimos tempos, em termos de prêmio de risco. Há muitas oportunidades dentro da renda variável, olhando para um horizonte de tempo de longo prazo”, diz.
Com uma carteira bem estruturada, é possível “navegar” esse ambiente de desafios e oportunidades à frente. E, para isso, você pode contar com a ajuda dos analistas da Empiricus Research, casa de análise que também faz parte do grupo BTG Pactual.
No programa Onde Investir em Maio, analistas da casa indicaram suas principais recomendações de ações, fundos imobiliários, BDRs e ativos digitais para investir agora. E você pode ter acesso a todas elas de forma totalmente gratuita.
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