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Nos EUA, o Fed deve finalmente dar início a um ciclo de cortes de juros, enquanto no Brasil, a expectativa é de que os juros subam devido à piora das expectativas de inflação
Esta semana promete ser agitada para os investidores. Isso porque nesta quarta-feira (18) acontecerá a chamada Super Quarta, com decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Nos EUA, o Federal Reserve (Fed), banco central americano, deve iniciar um ciclo de corte de juros, algo que o mercado aguarda ansiosamente há meses. A dúvida, porém, é qual será a magnitude desse corte: de 0,25% ou 0,50%.
A medida tende a aquecer a atividade econômica no país, além de dar ânimo para que os investidores estrangeiros procurem mais rentabilidade em novos destinos, sobretudo em países emergentes como o Brasil. Em agosto, os gringos aportaram R$ 10 bilhões na B3 apenas com a perspectiva de queda dos juros…
Entretanto, no Brasil, a situação é oposta. Após fazer uma série de cortes de juros nos últimos dois anos, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central interrompeu o ciclo de queda na última reunião e manteve a Selic em 10,50% ao ano.
Agora, há a expectativa de que o BC volte a subir a Selic em 0,25% nesta quarta-feira, tendo em vista a necessidade de conter a inflação, que ainda está em patamares elevados.
Nesta segunda-feira (16), o Boletim Focus divulgou que a expectativa de inflação para 2024 avançou pela 9ª semana consecutiva, passando de 4,30% para 4,35%, acima da meta central de 3% neste ano.
Porém, a alta da Selic tem sido vista como positiva por analistas do mercado, pois reforça o compromisso do BC em perseguir a meta de inflação e de recuperar a credibilidade perdida após a desancoragem das expectativas este ano. Gabriel Galípolo, indicado para assumir a presidência do BC em 2025, tem se mostrado firme nestes objetivos.
Mas, afinal, o que tudo isso significa para você, investidor? E como investir diante de tantas mudanças na política monetária de ambos os países? Para saber, continue comigo até o final desta reportagem.
Na teoria, quando os juros de um país sobem, as famílias perdem o poder de compra e os investimentos das empresas ficam mais caros. É uma forma de conter a inflação por meio da desaceleração da atividade econômica.
Porém, na prática, não é tão simples assim. Neste momento, o Copom está tentando buscar um equilíbrio delicado, de mostrar ao mercado o seu compromisso em perseguir a meta de inflação, mas sem ignorar os bons resultados do PIB brasileiro ou prejudicar o mercado de trabalho, que está nos seus melhores níveis dos últimos 10 anos.
É por essa razão que a alta de juros, neste momento, não é de todo ruim no Brasil. Para os analistas do mercado, ela é uma forma de tentar ancorar as expectativas novamente e de driblar pressões nas projeções de juros.
Já nos Estados Unidos, o corte de juros deve afetar o fluxo de dinheiro do mundo todo. E isso pode, inclusive, trazer um maior fluxo de capital para o Brasil, ajudando o mercado de ações e também a cotação do dólar.
Nesse sentido, uma queda do dólar também poderia afetar positivamente a inflação no Brasil, visto que parte da inflação brasileira é dolarizada, por conta dos diversos insumos e produtos importados consumidos no país.
Mas, então, quais investimentos fazer neste cenário? É hora de investir em ações brasileiras enquanto ainda estão baratas? Ainda vale a pena ter ações internacionais na carteira? E o dólar, pode se tornar uma boa opção?
Embora ninguém tenha uma “bola de cristal” para responder a todas essas perguntas, algumas instituições já estão analisando os cenários a fim de ajudar os investidores a tomarem as melhores decisões pelos seus patrimônios.
Esse é o caso do Money Times. Nesta semana, o portal de notícias fará uma edição especial do programa Giro do Mercado, voltada para a Super Quarta. Nos dias 18 e 19, o Money Times vai receber analistas do mercado para debater os seguintes temas:
E a boa notícia é que você pode ter acesso a todo esse conteúdo de graça. Para isso, basta reservar a sua vaga gratuita para assistir a todas as edições no botão abaixo. Você será avisado em primeira mão quando os programas forem ao ar:
Mas se por algum motivo você não puder assistir à edição especial do Giro do Mercado, não tem problema. O Money Times também vai te mandar um dossiê gratuito com todos os pontos que foram abordados pelos analistas durante os programas.
Esse dossiê ficará disponível para todos os investidores que se cadastrarem na lista de interessados (faça o seu cadastro gratuito aqui). E pode ficar tranquilo, pois esse material é mesmo 100% gratuito.
Ou seja, você não precisará pagar nada – nem se comprometer de nenhuma forma – para saber onde investir após a Super Quarta. Essa é uma iniciativa do Money Times para ajudar você, investidor, a tomar as melhores decisões pelo seu patrimônio.
Portanto, sugiro que você se cadastre e garanta o seu acesso a todo o conteúdo. Você não paga nada por se cadastrar, mas pode vir a lucrar muito com todas as informações que vai encontrar:
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