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Depois de um início de ano promissor para as ações, a não distribuição dos dividendos extraordinários reacendeu o alerta com relação à interferência política na Petrobras
As últimas semanas têm sido uma “montanha-russa” para a Petrobras (PETR4) e seus investidores.
Depois de um bom início de ano, as ações vêm sofrendo desde a divulgação dos resultados do 4T23, junto ao anúncio de dividendos.
Os números do balanço foram resilientes e em linha com o esperado, na opinião do analista Ruy Hungria, da Empiricus Research.
No entanto, eles ficaram de lado diante do anúncio da não distribuição dos dividendos extraordinários esperados pelo mercado. O resultado foi uma queda de 10,5% das ações no pregão seguinte ao comunicado.
Segundo Hungria, o temor do mercado é que os mais de R$ 40 bilhões retidos sejam usados em investimentos com baixo ou nenhum retorno para a petroleira e seus acionistas.
Isso já ocorreu em um passado recente, durante o Governo Dilma, período em que as ações PETR4 ficaram abaixo dos R$ 5.
“Os investimentos vultuosos em áreas nada estratégicas no passado não só trouxeram prejuízos bilionários como destruíram a reputação da companhia”, afirmou Hungria.
O presidente Lula (PT), inclusive, deu entrevistas destacando a missão social da Petrobras e criticou o foco da petroleira nos acionistas.
“Se eu for atender apenas a choradeira do mercado, você não faz nada”, afirmou o presidente, que direcionou outras críticas ao mercado na ocasião.
Pouco adiantou a tentativa do CEO da Petrobras, Jean Paul Prates, de colocar panos quentes na situação.
A percepção de interferência do governo nas decisões da estatal já predominava sobre os investidores.
Se por um lado o temor de interferência política pesa sobre os papéis da Petrobras, por outro a companhia vive um bom momento operacional, como mostrou o balanço robusto do 4T23.
Mesmo com os dividendos retidos, a companhia segue tendo um dos yields mais altos da Bolsa. Além disso, existe a possibilidade de os proventos retidos serem distribuídos posteriormente.
Adicionalmente, a queda acentuada dos papéis pode ter deixado as ações em bom ponto de entrada para os investidores.
Portanto, a questão que fica aos investidores é: vale o risco de investir na Petrobras?
Isso é o que a equipe do portal Money Times, do Grupo BTG Pactual, respondeu em um guia gratuito.
Os jornalistas ouviram diferentes fontes e mergulharam na tese da Petrobras para entender o que de fato está acontecendo em meio aos rumores de interferência política e à retenção dos dividendos.
Agora, estamos liberando como cortesia este material gratuito para que você entenda:
Com poucos cliques, você poderá receber o guia gratuito em seu e-mail e ficar por dentro de toda a situação da Petrobras.
Além disso, o guia foi atrás da recomendação de alguns dos maiores investidores institucionais para responder: vale a pena investir na estatal?
Para receber o material completo, basta clicar aqui ou no botão abaixo:
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