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Modelos mais caros de SUVs se justificam pela maior oferta de equipamentos ou até motor mais forte, mas há casos em que vale a pena considerar uma versão intermediária
O ticket médio de um carro hoje no Brasil está na faixa de R$ 150 mil. O fenômeno coincidiu com a pandemia, quando a falta de insumos paralisou várias vezes a produção, o dólar disparou e as montadoras passaram a priorizar a rentabilidade ao volume. Na época, os radares já estavam voltados para o segmento que crescia a cada ano e ainda se diversifica em tamanhos: o dos utilitários esportivos, ou SUVs.
Em 2019, eles representavam 29% do mercado. Apenas cinco anos depois estão em quase 38%. Uma escalada e tanto.
Depois de 2020, a indústria nacional engatou a segunda marcha numa nova onda de SUVs e isso encareceu os portfólios, ao mesmo tempo que as montadoras enxugaram compactos de entrada e mais acessíveis.
Assim, os carros foram ficando mais tecnológicos, seguros e eficientes. E, consequentemente, mais caros.
Nem por isso tornam-se opções de nicho. As versões mais sofisticadas estão entre as mais vendidas e muitas vezes dividem o market share com os modelos intermediários.
É o que vamos avaliar nesta reportagem, relacionando os dez SUVs mais vendidos hoje no Brasil em suas versões topo de linha.
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O SUV médio da Toyota acaba de passar por um facelift em que recebeu nova grade frontal integrada ao pára-choque e faróis com novo layout interno, que deixaram o modelo mais moderno. A versão mais cara é a híbrida, embora seu conjunto fique devendo melhor desempenho. O sistema combina um motor 1.8 flex aspirado de até 101 cv com outro elétrico, que gera 72 cv. Combinados, rendem 122 cv, potência modesta para o atual momento de híbridos.

Na versão XRX, o SUV oferece rodas de 18 polegadas, teto solar elétrico, freio de estacionamento eletrônico, sistema elétrico de abertura e fechamento do porta-malas, ar-condicionado digital automático com saída traseira e sistema de duas zonas e pacote completo de assistências ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo (ACC), dois novos sensores dianteiros de estacionamento, suporte à frenagem de estacionamento, sistema de pré-colisão frontal, sistema de assistência de permanência de faixa, alerta de mudança de faixa e faróis altos automáticos.
Embora seja uma opção cara, esta é a versão procurada principalmente por aqueles que buscam mais luxo e tecnologia e não abrem mão de um motor feroz. Na versão Touring, o HR-V vem equipado com o motor 1.5 turboflex que rende até 177 cv de potência e entrega desempenho e consumo bem favoráveis. Com gasolina, faz 11,3 km/h na cidade e 12,6 km/l na estrada. O conforto e refinamento interno também agradam: o acabamento é bem feito.

Oferece painel de instrumentos com tela de 7” configurável, sensor de estacionamento dianteiro (além do traseiro e câmera de ré), sensor de chuva, partida remota do motor e ar-condicionado automático. Também se destaca pelo pacote de segurança e assistência ao condutor chamado Honda Sensing, que inclui ACC, sistema de frenagem para mitigação de colisão, sistema de permanência de faixa, sistema para mitigação de evasão de pista e ajuste automático de farol alto.
Não é o pacote de segurança mais completo do mercado, mas traz os sistemas mais importantes. Para justificar pagar R$ 11.300 a mais que a versão anterior Advance, este Touring adiciona abertura do porta-malas sem o uso das mãos e banco do motorista com ajuste elétrico. Por tamanha diferença de preço e benefícios, vale a pena levar a Advance.
Um dos SUVs veteranos do mercado, o Compass ganhou sobrevida com a nova opção de motor Hurricane 4 nas versões mais caras. Trata-se de um conjunto de 2 litros turbo a gasolina que rende 272 cv de potência acoplado ao câmbio automático de 9 marchas e tração integral automática.

Na versão Blackhawk exibe de diferente um novo estilo da grade, inédito desenho das rodas de 19”, dupla saída de escape, suspensão e freios reforçados e sistema de áudio Beats. A segurança semiautônoma foi aprimorada: o ADAS vem mais completo nessa versão, incluindo centralizador de faixa, ACC, Park Assist, sensor dianteiro e um total de 7 airbags.
A outra versão Overland com o mesmo motor custa R$ 18.600 a menos, mas a Blackhawk acrescenta itens que fazem a diferença e valer a pena: banco do passageiro com ajuste elétrico, bancos de couro e suede, sensor de estacionamento dianteiro, detecção de tráfego cruzado traseiro, monitor de ponto cego, abertura e fechamento elétricos do porta-malas com sensor de presença e teto solar panorâmico, entre outros.
A receita é a de um SUV esportivo por um preço competitivo, perto de outras opções no mercado. A Abarth é a divisão esportiva da Fiat e nesse modelo faz muito sentido porque o Fastback é um SUV cupê, que remete mais à esportividade pela sua proposta. O motor é o mesmo de outras versões, 1.3 turboflex que rende até 185 cv.

Uma das coisas mais divertidas nele é o acerto eletrônico de seu câmbio automático de 6 velocidades, que segura mais as marchas antes da troca e o deixa com comportamento bem mais arisco.
Os adereços externos são discretos, mas chamam atenção as rodas de 18” raiadas em preto, a dupla saída de escape e os emblemas pintados em preto.
Por dentro, há acabamento imitando fibra de carbono e informações para seu desempenho mais esportivo, como acelerômetro e pressão do turbo. Indiscutível que é a melhor versão do Fastback.
Sem mudanças relevantes para a linha 2025, o Renegade continua firme nas vendas. Curioso ter duas versões topo de linha: a Sahara e a Trailhawk pelo mesmo valor: R$ 173.990. E sem dúvida que a segunda é a versão mais interessante: além da tração 4x4, tem câmbio automático de 9 marchas com recursos off-road.

O motor é o bom 1.3 turboflex de até 185 cv de potência. De resto, não decepciona: traz multimídia com tela de 8,4” e espelhamento sem fio, bancos de couro, carregador por indução, sensor de chuva e crepuscular e assistente de descida em rampa. A versão Sahara se diferencia pela tração 4x2 e teto solar.
Mesmo às vésperas de passar por um facelift, o SUV cupê da Volks é um dos mais vendidos e pode ter mudança de configuração de versões em breve. Por ora, a topo de linha é a Highline, que se diferencia por itens de conforto. Sob o capô traz o motor 1.0 turboflex de até 128 cv de potência.

A diferença para a versão Comfortline é de R$ 17 mil e a Highline oferece a mais ar-condicionado eletrônico, bancos de material sintético, rodas de 17”, painel de instrumentos maior, de 10,25”, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento dianteiro e traseiro, acesso sem chave e botão de partida. Se couber no orçamento, vale a pena levar a opção mais cara.
O SUV compacto recebe em 2025 uma nova geração, mas a Nissan já anunciou que o atual será mantido no mercado. Hoje o Kicks conta com sete versões, todas com o mesmo motor 1.6 flex aspirado que rende 113 cv de potência.

Vai ser na oferta de equipamentos e itens de segurança que tornam a versão Exclusive mais interessante: alerta inteligente de mudanças de faixa, alerta de tráfego cruzado traseiro, monitoramento de ponto cego, assistente inteligente de frenagem, faróis com ajuste de altura e intensidade e alerta de colisão frontal.
Fora isso, essa configuração traz acabamento premium nos bancos, câmera 360°, som Bose e faróis full LED. Pagar a mais por esses equipamentos compensa quando há intenção de ficar com a carro por pelo menos três anos. Se a ideia for revender por menos tempo, é melhor considerar uma versão intermediária.
O SUV compacto da Chevrolet está entre os Top 3 do mercado e possui duas versões topo de linha equipadas com motor 1.2 turboflex de até 133 cv de potência. A mais cara, Premier, exibe mais cromados em seu design, como em grade, molduras e rodas.

Por R$ 1.040 a menos, o cliente pode escolher a versão RS que traz um visual mais esportivo e escuro. O nível de equipamentos se iguala, exceto pelo sistema de monitoramento de pressão dos pneus, presente apenas na Premier.
Gosto é gosto, mas a versão RS atende mais às tendências de design da linha “black” do que os cromados que estão saindo de moda.
O Hyundai Creta é outro SUV às vésperas de mudança de geração e que curiosamente continua vendendo muito bem. Considerando a atual linha, o modelo mais caro se diferencia principalmente pelo motor mais forte: 2.0 de 167 cv versus o 1.0 turboflex de até 130 cv.

Como ele deve sair de linha, o recomendável é optar pela versão inferior Platinum Safety que custa R$ 172.690. Embora menos potente, é um motor bem esperto e econômico. Os itens de conforto e segurança se equiparam.
O SUV líder de mercado recebeu um recente facelift para prolongar essa geração no mercado. Mas diferente do Nivus, que mantém o mesmo motor em toda a linha, no T-Cross a versão mais cara da gama traz um motor bem mais interessante: a Highline é equipada com o 1.4 turboflex de até 150 cv versus o 1.0 turboflex de até 128 cv da Comfortline.

Sensor de chuva e revestimento parcial de couro são basicamente os itens adicionais. Por R$ 16 mil a menos (ou R$ 164.690), a Comfortline pode atrair pela diferença de valor se o cliente não fizer uso frequente do carro em estradas. Para rodar na cidade, o T-Cross na versão menos potente não vai fazer tanta diferença e pode fazer valer a pena a economia.
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