O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fabricante de carros elétricos anunciou lucro e receita piores do que o esperado no primeiro trimestre de 2024 e viu seus papéis avançaram quase 10% no after market; entenda o que animou os investidores
Os encantadores de serpentes têm um truque: quando abrem o cesto, o animal se levanta naturalmente e é o movimento da flauta que desperta a curiosidade, fazendo com que o bicho acompanhe o homem em uma espécie de transe. Nesta terça-feira (23), o bilionário Elon Musk parece ter hipnotizado os investidores — e nem preciso de instrumento de sopro para isso.
A Tesla (TSLA) anunciou após o fechamento do mercado lucro e receita piores do que o esperado no primeiro trimestre de 2024.
A fabricante de carros elétricos reportou, por exemplo, o menor lucro por ação trimestral desde 2021. Mas as ações TSLA subiram quase 10% no after market, em Nova York. O que explica esse movimento?
Ao mesmo tempo em que reportava resultados piores em anos, a Tesla também dava sinais do que virá por aí em termos de produção de veículos.
A empresa de Elon Musk indicou que a próxima onda de crescimento “será iniciada por avanços na autonomia e introdução de novos produtos, incluindo aqueles construídos na plataforma de veículos da próxima geração”.
Segundo a Tesla, a “futura linha de veículos para acelerar o lançamento de novos modelos antes do início da produção será previamente comunicado no segundo semestre de 2025”.
Leia Também
Esses novos veículos incluem “modelos mais acessíveis”, de acordo com a fabricante, e “utilizarão aspectos da plataforma da próxima geração, bem como aspectos das plataformas atuais”.
A Tesla disse que esses novos veículos poderão ser produzidos nas mesmas linhas de produção de sua atual linha de veículos.
“Mais do que o anúncio de antecipar esses lançamentos, o fato da companhia ter reforçado que irá oferecer produtos mais baratos parece o principal ponto para essa valorização das ações”, afirma o analista da Empiricus, Enzo Pacheco.
Ele lembra que, no começo do mês, uma reportagem da Reuters afirmava que a Tesla estaria revendo os planos de lançar modelos mais acessíveis para focar no desenvolvimento do robotáxi — o que fez com que Elon Musk tuitasse que a organização estava mentindo.
A empresa de Elon Musk informou nesta terça-feira que o lucro do primeiro trimestre caiu 55% na comparação anual, para US$ 1,129 bilhão. O lucro por ação recuou 47%, para US$ 0,45. Já a receita totalizou US$ 21,3 bilhões, uma queda de 9% em relação aos primeiros três meses de 2023.
Analistas projetavam que o lucro do primeiro trimestre caísse mais de 42%, para US$ 0,49 por ação, com as vendas recuando quase 5%, para US$ 22,2 bilhões.
O lucro por ação do primeiro trimestre da Tesla foi o mais baixo desde que registrou US$ 0,31 por ação no primeiro trimestre de 2021.
O analista da Empiricus chama atenção para a queima de caixa da Tesla no período. “Houve uma queima do fluxo de caixa livre (operacional descontado os investimentos) no valor de US$ 2,531 bilhões, comparado com uma geração de US$441 milhões um ano atrás”, afirma.
Pacheco afirma que, ainda assim, a companhia mantém um saldo de caixa e equivalentes de quase US$ 27 bilhões, “o que ainda daria um fôlego caso os próximos meses continuem desafiadores”.
A Tesla informou no início de abril que as entregas globais no primeiro trimestre totalizaram 386.810, enquanto produziu 433.371 veículos. As entregas incluíram 369.783 unidades combinadas do Modelo 3 e Modelo Y, juntamente com 17.027 “outros” veículos.
As 386.810 entregas da Tesla registradas entre janeiro e março deste ano são as menores desde as 344.000 do segundo trimestre de 2022.
A empresa de Musk culpou o desempenho do primeiro trimestre por problemas com o aumento da produção do Modelo 3 atualizado, juntamente com paralisações de fábricas.
“O impacto negativo na sua principal linha de negócio se deu pelo menor preço médio dos veículos (quase -20% vs. 1T23) somado a uma redução no número de unidades vendidas na comparação anual (-9%) — esse último, além da competição com os produtos chineses, também sofreu com problemas em algumas de suas fábricas nos Estados Unidos e Alemanha”, diz o analista da Empiricus.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa