O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mandato de Roberto Campos Neto no BC chega ao fim em dezembro — e o economista já deixou claro que não possui intenção de estender sua permanência por lá
Se os agentes do mercado financeiro esperavam que o presidente do Banco Central fornecesse na manhã desta quarta-feira (3) pistas sobre os próximos passos da política monetária no Brasil, a participação de Roberto Campos Neto no Brazil Investment Forum, evento promovido pelo Bradesco BBI, veio para frustrar as expectativas.
O chefe do BC brasileiro não trouxe qualquer indicação sobre onde irá parar a Selic ao fim do ciclo de cortes — e muito menos sobre quem deve assumir a presidência da autarquia após o fim de seu mandato, em dezembro deste ano.
Porém, Campos Neto destacou a principal característica que espera em seu sucessor: resistência à pressão externa.
“A coisa mais importante para quem senta na cadeira hoje é ter firmeza de dizer não quando for necessário. E vai ser necessário”, afirmou, durante painel no evento.
Segundo o presidente do Banco Central, os entendimentos sobre “o que é bom” para a economia brasileira são diversos e os interesses também — por isso, será necessário preservar a autonomia do BC.
“É importante defender e explicar que os ciclos de política monetária têm um prazo diferenciado. O pior problema que a gente tem no país é a inflação, que corrói muito o poder de compra de quem está embaixo. Então o melhor plano econômico é ter inflação baixa e estável.”
Leia Também
Relembrando, desde 2021, a lei de autonomia do Banco Central garante mandatos fixos ao presidente e diretores da autarquia de quatro anos, não coincidentes com o mandato do Presidente da República, com direito a uma recondução.
No caso de Roberto Campos Neto, esse prazo vence no final deste ano — e o economista já deixou claro que não tem a intenção de estender sua permanência como presidente do Banco Central até 2028.
Na manhã de hoje, Campos Neto defendeu que a sabatina do novo nome deve acontecer ainda em 2024 para garantir a continuidade do processo de transição, uma vez que o indicado ao cargo deveria assumir a partir de janeiro.
“Porque se passa para o próximo ano, temos um problema que o meu mandato termina no dia 31 [de dezembro]. Se um diretor for presidente interino, ele também tem que passar por sabatina, mas aí isso não acontece porque o Congresso vai estar fechado”, disse.
“Eu vou fazer a transição mais suave possível”, disse Campos Neto, quando questionado sobre o processo de sucessão no BC. “Essa coisa de ver uma transição não civilizada é muito ruim.”
Ainda ontem durante o evento do Bradesco BBI, os antigos diretores do Banco Central, Fabio Kanczuk e Alexandre Schwartsman, traçaram suas apostas para quem deve substituir Campos Neto no comando do BC.
Para Kanczuk, quem deverá ocupar o lugar de presidente é Gabriel Galípolo, o atual diretor de política monetária do Banco Central. Já segundo Schwartsman, atualmente existe um “conjunto vazio” no leque de possibilidades de novos diretores do BC.
“A sinalização não é que o governo vai encaçapar alguém que queira seguir a regra do jogo”, disse Alexandre, destacando a possibilidade de que o Banco Central possa “reescrever o jogo” dos juros.
“Teve diretoria do BC que jogou o livro de regras pela janela, então pode ser que, sob nova direção, a gente veja uma política monetária mais agressiva, mas é complicado imaginar que a expectativa de inflação vai ficar parada.”
No painel, os ex-BCs projetaram até onde o Copom deve cortar a Selic — e nem mesmo eles estão em harmonia sobre onde a taxa básica de juros vai parar ao fim do ciclo de cortes.
Afinal, na última reunião do Copom, Campos Neto mudou a sinalização da trajetória dos juros no país. A comunicação do colegiado trouxe a confirmação de apenas mais um corte de meio ponto percentual na Selic, e não mais uma sequência de reduções naquela magnitude, como era visto nas atas anteriores.
Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana
Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio
Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista
Conteúdo apreendido pela PF detalha reunião de Vorcaro com Anitta e empresários do setor de bets
Lula convence Fernando Haddad à candidatura do governo de São Paulo e presidente anuncia Dario Durigan como o novo ministro da Fazenda
Entidades apoiam medida do governo que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e cria regras mais rígidas para o pagamento aos caminhoneiros
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel