O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) é composta por países que representam 30% do PIB global, mas a Índia preferiu não aderir ao acordo; entenda a decisão
A relação entre dois grandes países da Ásia deu uma estremecida. A Índia rejeitou a ideia de aderir ao maior acordo comercial do mundo e apontou uma culpada pela decisão: a China.
Segundo o ministro do Comércio e Indústria da Índia, Piyush Goyal, o país não tem interesse em uma relação de livre comércio com o gigante asiático.
O acordo recusado foi a Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês), em vigor desde 2022 com 15 países. Entre as nações que compõem o acordo está a China e:
O RCEP é considerado o maior acordo comercial do mundo por ser composto por países que representam quase um terço da população mundial e 30% do PIB global.
As negociações para o acordo começaram ainda em 2013 e inicialmente incluíam a Índia. Porém, em 2019 – antes da assinatura, em 2020 –, a Índia decidiu não aderir ao RCEP.
Em 2019, as lideranças da Índia não entraram em detalhes sobre o que impedia o país de fazer parte do maior acordo comercial do mundo, mas reportagens citaram a “relutância em abrir seus mercados”.
Leia Também
No entanto, em entrevista recente ao jornal americano CNBC, o ministro Piyush Goyal esclareceu a decisão da Índia em 2019.
Goyal explica que a Índia já tinha um acordo de livre comércio com a ASEAN, Japão e Coreia, além do comércio bilateral com a Nova Zelândia no valor de US$ 300 milhões (equivalente a R$ 1,6 bilhão no câmbio atual).
“Não era do interesse de nossos agricultores. O RCEP não refletia as aspirações de nossas pequenas e médias indústrias e setores, e de certa forma, não era nada além de um acordo de livre comércio com a China”, afirmou.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em uma “alfinetada” ao gigante asiático, o ministro ainda afirmou que ninguém na Índia gostaria de ter um acordo de livre comércio com uma economia não transparente.
Além disso, defendeu que os sistemas comerciais e políticos chineses são “completamente diferentes do que o mundo democrático deseja”.
Mas os ataques à China continuaram: segundo Goyal, o país se aproveita de políticas da Organização Mundial do Comércio (OMC) para inundar outras economias com produtos a preços baixos e que, muitas vezes, não atendem aos padrões de qualidade.
Após recusar a adesão ao RCEP, a Índia agora tem um novo foco econômico: a produção de semicondutores. O país espera ser uma alternativa ao Taiwan, que é a potência mundial no segmento de chips.
A partir de 2024, o Taiwan espera deter cerca de 44% da participação global de mercado, de acordo com um relatório da consultoria taiwanesa Trendforce.
No entanto, a Índia quer se tornar cada vez mais relevante nessa “corrida”. De acordo com Piyush Goyal, o país está incentivando a indústria de semicondutores e tem duas principais estratégias para isso:
Para o ministro, a Índia pode ser um “porto seguro” para empresas que quiserem diversificar os investimentos em semicondutores além de Taiwan:
“[A Índia] é uma alternativa onde sempre terá uma população jovem, uma demanda enorme e a democracia como base”.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
*Com informações da CNBC
Os papéis da construtora caíram 2,80% nos últimos três meses, mas já começaram a mostrar sinais de recuperação
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano conforme matrícula, frequência, conclusão e participação no Enem
Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas
O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões
Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)
Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%
O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC
Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos