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O ataque poderia ter derrubado toda a rede da criptomoeda, mas o hacker tinha outros objetivos
Poucas criptomoedas tiveram um ano tão positivo quanto o dogecoin (DOGE). Enquanto o bitcoin (BTC) cresceu 146,19% no acumulado de um ano, a memecoin surpreendeu seus investidores com uma valorização de 341,21%. No entanto, nada como um susto para encerrar o ano em grande estilo.
Um hacker explorou uma vulnerabilidade no sistema de segurança do dogecoin, ameaçando comprometer toda a rede.
Nesta terça-feira (12), Andreas Kohl, co-fundador da sidechain de bitcoin Sequentia, divulgou na rede social X que causou a queda de 69% dos ‘nós’ da rede dogecoin. Esses ‘nós’ são computadores conectados ao blockchain, que garantem que todos os participantes sigam as regras da rede e funcionam como armazenamento para os registros das transações.
De 674 ‘nós’ ativos, apenas 205 resistiram ao ataque, segundo dados da Blockchair, uma plataforma para explorar e analisar dados de moedas digitais. No momento da escrita desta matéria, 352 nós estavam ativos.
O ataque foi realizado usando um laptop antigo em El Salvador. Contudo, a motivação parece ter sido apenas expor a vulnerabilidade do dogecoin. De acordo com Kohl, ele utilizou uma falha de segurança divulgada publicamente pelo pesquisador Tobias Ruck para provocar o colapso da rede.
Ruck, em resposta na rede X, horas após o ocorrido, afirmou: “Se tivesse sido explorada por um agente mal-intencionado, poderia ter derrubado toda a rede, sem blocos ou transações.” Apesar da gravidade da falha, Ruck relatou ter recebido apenas US$ 200 da Coinbase, que classificou a vulnerabilidade como de baixa severidade.
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A falha foi inicialmente divulgada em 4 de dezembro por uma conta no X chamada “Department Of DOGE Efficiency”. Apelidada de “DogeReaper”, a vulnerabilidade permite que qualquer pessoa derrube remotamente qualquer ‘nó’ da rede dogecoin.
A conta comparou a falha ao “Death Note”, famoso mangá e anime japonês. Na história, escrever o nome de uma pessoa em um caderno causa sua morte por ataque cardíaco. De forma semelhante, a vulnerabilidade DogeReaper permite que um atacante insira o endereço de um ‘nó’, causando sua “morte” por uma falha de segmentação.
Essa falha de segmentação ocorre quando um programa tenta acessar uma parte da memória para a qual não tem permissão. Quando isso acontece, o sistema operacional interrompe o programa para proteger o dispositivo, resultando em um crash.
Como os endereços dos ‘nós’ do dogecoin são publicamente conhecidos, a exploração da falha poderia potencialmente comprometer toda a rede em questão de minutos.
Apesar de não ter impactado significativamente o valor da moeda, que se mantém relativamente estável após a alta histórica registrada em novembro, o incidente levanta dúvidas sobre as aspirações mais ambiciosas da dogecoin.
Desde agosto de 2021, a Dogecoin Foundation tem promovido uma série de projetos para transformar a criptomoeda meme em um ativo digital mais sério. No entanto, mesmo com as conquistas e mudanças ao longo dos anos, o DOGE ainda é visto como um ativo especulativo de alto risco.
Para se destacar entre as outras memecoins e competir diretamente com ativos digitais mais consolidados, como o bitcoin, um longo caminho ainda precisa ser percorrido.
*Com informações da Cointelegraph
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