O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora mantenham a recomendação de compra, os analistas cortaram o preço-alvo para R$ 12,20 — bem abaixo da meta anterior, de R$ 20,10
Depois de uma sequência de prejuízos e uma derrocada de mais da metade do valor de mercado em 2024, a Azul parecia pronta para realizar um pouso forçado. Não à toa, o Goldman Sachs, um dos bancos que possuía visão otimista para as ações AZUL4, decidiu nesta sexta-feira (23) cortar em 40% o preço-alvo dos papéis da aérea.
Os analistas fixaram um novo target de R$ 12,20 para os próximos 12 meses — bem abaixo da meta anterior, de R$ 20,10. Mas mesmo com o corte no preço-alvo, a cifra ainda implica em um potencial de valorização de 57% em relação ao último fechamento.
No entanto, ainda que tenha realizado uma robusta revisão para baixo nas previsões, o Goldman ainda não acredita que é hora de aterrissar de vez — e manteve recomendação de compra para AZUL4.
Uma das principais turbulências para a Azul é o recente enfraquecimento do real, que acumula depreciação de quase 13% frente ao dólar em 2024.
Afinal, a maior parte da dívida e custos da Azul — e das empresas áreas de modo geral — é lastreada em dólar. Por esse motivo, uma depreciação da moeda local resulta em impactos diretos na companhia.
Mas no caso específico da Azul, esse movimento é ainda mais exacerbado devido ao elevado patamar de alavancagem da empresa.
Leia Também
O corte no preço-alvo das ações da Azul (AZUL4) pelo Goldman Sachs acontece em meio às expectativas menos otimistas para os números financeiros da aérea depois de mais um balanço negativo no segundo trimestre de 2024.
Veja os destaques do resultado:
Além dos números menores no trimestre, a empresa revisou o guidance de 2024 para baixo. A nova previsão para o Ebitda foi de uma cifra superior a R$ 6 bilhões — abaixo da projeção anterior de R$ 6,5 bilhões.
Já a estimativa de alavancagem saltou de 3 vezes para 4,2 vezes, resultado do Ebitda atualizado e da desvalorização do real frente ao dólar, que impacta dívidas na moeda norte-americana.
Depois das revisões anunciadas pela própria companhia, o Goldman também decidiu cortar as estimativas para os indicadores da empresa em 2024, com a projeção do Ebitda encolhendo 8%, para R$ 6,3 bilhões no fim deste ano. Já para a receita líquida, a perspectiva caiu 6%.
À primeira vista, torna-se até estranho buscar os motivos pelos quais o Goldman continuaria a recomendar a compra das ações AZUL4 em meio a tantas perspectivas mais negativas para a Azul.
No entanto, o otimismo — mais conservador — dos analistas tem base em estimativas ainda “essencialmente inalteradas” para 2025.
“Acreditamos que, em um ambiente de mercado racional, a empresa deve ser capaz de repassar custos mais altos para as tarifas e recuperar a lucratividade”, afirmaram os analistas.
Apesar das revisões para baixo, o Goldman manteve a meta de valuation para as ações da Azul a um múltiplo de 4,4 vezes a relação valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) para os próximos 12 meses.
Para os analistas, ainda há riscos para a tese de investimento em Azul, como preços de petróleo mais altos do que o esperado, depreciação das moedas locais em relação ao dólar, menor demanda por viagens aéreas e uma competição irracional no setor.
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia