O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda que as preocupações com privacidade estejam à tona com o Threads, o novo aplicativo segue a mesma política de dados do Instagram e do Facebook

O nome de Mark Zuckerberg voltou aos holofotes nos últimos dias — e não devido a duelos no Coliseu ou coisa do tipo. Depois de movimentar o mundo com o lançamento do Threads, a nova rede social para rivalizar com o Twitter, o bilionário chocou internautas com os termos de uso da nova plataforma.
Sim, aquelas condições que você costuma aceitar sem ler, apenas selecionando a caixinha do “Li e desejo continuar” — e que provavelmente também não averiguou antes de se inscrever no Threads. Afinal, não é como se Black Mirror tivesse avisado, né?
Mas voltemos à questão. Com mais de 30 milhões de usuários em menos de um dia, o Threads movimentou a web após internautas descobrirem que não poderiam excluir a conta do novo aplicativo sem deletar o perfil do Instagram junto.
Entretanto, isso se mostrou apenas a ponta do iceberg dos termos e condições complicadas da plataforma da Meta.
É importante destacar que, ainda que as preocupações com privacidade tenham vindo à tona com o Threads, o novo aplicativo da Meta não faz nada além do que o Instagram e o Facebook já faziam com os seus dados.
Um levantamento do site Núcleo Jornalismo mostra que as redes sociais de Mark Zuckerberg são os principais coletores de informações pessoais da atualidade — superando, inclusive, plataformas como Google e Twitter.
Leia Também

O primeiro ponto de atenção da coleta de dados da Meta são informações sensíveis dos usuários. Isso inclui questões como orientação sexual, etnia, estado de gravidez, política e crenças religiosas.
Essas informações também podem ser enviadas para “prestadores de serviços” ou “parceiros de análise”, que poderiam incluir empresas terceirizadas de marketing.
Assim como o Facebook e o Instagram, o Threads também coleta informações sobre emprego, histórico profissional, saúde e condicionamento físico.
Ao aceitar os termos de uso da Meta, o usuário também concorda em ceder informações sobre localização — mesmo que o GPS do dispositivo esteja desativado — e de atividade na web. Isto é, todas as suas pesquisas e atividades fora dos aplicativos como o Facebook.
As plataformas de Mark Zuckerberg ainda coletam dados sobre o dispositivo, como o que você está fazendo no aparelho, se o mouse está se movimentando ou até mesmo o nível da bateria.
As preocupações com dados não se restringem apenas aos usuários: o Threads também teve seu lançamento adiado na União Europeia devido às preocupações com questões de privacidade.
No início do mês, o Tribunal Europeu de Justiça decidiu que o Facebook não poderia utilizar “interesse legítimo” para justificar o processamento de dados do usuário para publicidade — o que impactou diretamente o modelo de anúncios direcionados da Meta.
A Justiça também impediu a Meta de transferir dados de usuários do Facebook localizados na Europa para os Estados Unidos — e ainda multou a companhia de Mark Zuckerberg em US$ 1,3 bilhão.
Além disso, o tribunal europeu decidiu que a UE poderá levar em consideração as violações de privacidade de dados das gigantes da tecnologia em processos antitruste e contra a falta de competição.
*Com informações de Quartz e Núcleo Jornalismo
DESTAQUES DA BOLSA
QUEM VAI FICAR COM A MOTIVA?
REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDAS
NA COLA DOS SUSPEITOS
BLINDAGEM TEMPORÁRIA
'One-stop shop'
REPORTAGEM ESPECIAL
NOVA QUERIDINHA?
PARA ANOTAR NA AGENDA
NOVATA NA BOLSA
TESTE DE FOGO
OPORTUNIDADE OU ARMADILHA?
VAREJO
REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDAS
PREMIUM EM CRISE
ALERTA NO BANCO
ALÔ, ACIONISTA
A EXCEÇÃO?
ABAIXO DO ESPERADO
O QUE PREOCUPA?