Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

Temporada aberta

Sob a sombra da Americanas, grandes bancos divulgam lucro do quarto trimestre a partir desta semana; veja o que esperar

Coletivas de resultados dos bancos devem ser tomadas não pela análise dos números passados, mas sim pelo que é possível mensurar de possíveis impactos nos bancos após a debacle da Americanas

Flavia Alemi
Flavia Alemi
30 de janeiro de 2023
6:26 - atualizado às 15:07
Montagem com fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil
Fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil - Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

O dia 11 de janeiro ficou marcado como o dia da derrocada da Americanas, após a revelação do rombo contábil bilionário e a saída do recém-empossado Sérgio Rial do comando da varejista. Porém, mais do que isso, aquela quarta-feira libertou um fantasma que assombra os grandes bancos desde então.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É sob a sombra do calote da Americanas que Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4) e Santander Brasil (SANB11) divulgam os balanços referentes ao quarto trimestre de 2022 e ao ano como um todo a partir desta semana.

Por isso, as coletivas de resultados devem ser tomadas não pela análise dos números passados, mas sim pelo que é possível mensurar de possíveis impactos nos bancos após a debacle da Americanas.

Vale destacar que, até agora, ainda há mais perguntas do que respostas sobre o caso. Mas a expectativa dos analistas é que algumas peças comecem a se encaixar no quebra-cabeças a partir da divulgação dos resultados dos bancões.

Portanto, ainda não há firmeza a respeito de quanto, de fato, a Americanas deve para cada um dos bancos nem o quanto eles serão capazes de recuperar. Seja como for, os credores travam batalhas judiciais para tentar reaver o crédito concedido à Americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com base nesse caso, o JP Morgan já recalculou suas estimativas para baixo para os resultados do Santander, Bradesco e Itaú em 2023.

Leia Também

Inclusive, analistas de outras casas acham possível que os bancos já provisionem os efeitos da Americanas nos resultados do quarto trimestre, mesmo que o caso tenha explodido em 2023. Nas contas da XP, as perdas com Americanas podem custar até 30% do lucro trimestral dos bancos.

Inadimplência corporativa começa a chamar atenção

O mar já andava revolto para os grandes bancos brasileiros de capital aberto antes mesmo do caso Americanas.

Os analistas esperam nova deterioração da inadimplência em todos os bancos, tendo em vista a tendência apresentada pelo Banco Central. No final de dezembro de 2022, a inadimplência do crédito geral aumentou 0,7 ponto percentual em 12 meses, chegando a 3%. Entre o terceiro e o quarto trimestres, houve uma piora de 0,2 ponto percentual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A diferença para esse trimestre, na visão do UBS BB, é que o foco não estará mais na pessoa física, mas sim no segmento corporativo.

“A taxa de inadimplência corporativa está no seu patamar histórico mais baixo e há sinais de que os ventos favoráveis para as empresas acabaram”, afirmaram os analistas do UBS BB em relatório.

Quais bancos se sairão melhor?

Tendo em vista o cenário apresentado acima, a visão dos analistas é de que, novamente, o Bradesco (BBDC4) e o Santander (SANB11) terão o pior desempenho no terceiro trimestre, enquanto o Itaú (ITUB4) e o Banco do Brasil (BBAS3) serão destaques positivos mais uma vez.

Vale ressaltar que os números dos balanços — incluindo o lucro e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) — podem variar em relação às expectativas dependendo da forma como cada instituição tratar as provisões do caso Americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem inaugura a safra de balanços é o Santander, que divulga os resultados na quinta-feira (2), antes da abertura do mercado.

Na segunda semana de fevereiro, Itaú publica seu balanço no dia 7 e Bradesco no dia 9. Os resultados do Banco do Brasil estão previstos para o dia 13. 

Santander (SANB11)

  • Data do balanço: 2 de fevereiro (antes da abertura)
  • Lucro projetado para o 4º tri 2022: R$ 3,051 bilhões (-21,37% ante o 4º tri 2021
  • Lucro projetado para 2022 inteiro: R$ 14,030 bilhões (-14,17% ante 2021)

Faz algum tempo que o Santander tem sido considerado o patinho feio dos bancos pelos analistas. E, para o último trimestre de 2022 e o conjunto do ano todo, as perspectivas continuam pessimistas.

“Nós esperamos que o Santander publique resultados fracos, já que deve continuar mostrando os mesmos impactos negativos do último trimestre”, afirmaram os analistas do Safra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o UBS BB, uma combinação de margens fracas e despesas com perdas de empréstimos ainda altas deve levar a um declínio considerável dos lucros do banco.

Também há expectativa de que a rentabilidade medida pelo retorno sobre o patrimônio (ROE) piore ainda mais. No terceiro trimestre, causou consternação no mercado quando o Santander reportou uma queda de 5,2 pontos percentuais em relação ao período imediatamente anterior. 

O ROE naquele trimestre parou em 15,6% e os analistas estão convencidos de que vem novo tombo por aí. O BTG Pactual, por exemplo, estima que o índice no quarto trimestre chegará a 11%. 

Assim, nenhuma análise que o Seu Dinheiro teve acesso tem recomendação de compra para o papel. Confira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
BANCORATINGPREÇO-ALVO
CREDIT SUISSEVENDAR$ 31
BTG PACTUALNEUTRO-
JP MORGANNEUTROR$ 34
GOLDMAN SACHSVENDA-
SAFRANEUTROR$ 40
UBS BBNEUTROR$ 31

Itaú Unibanco (ITUB4)

  • Data do balanço: 7 de fevereiro (depois do fechamento)
  • Lucro projetado para o 4º tri 2022: R$ 8,256 bilhões (+15,35% ante 4º tri 2021)
  • Lucro projetado para 2022 inteiro: R$ 30,997 bilhões (+15,32% ante 2021)

Um dos preferidos dos analistas, ao lado do Banco do Brasil, o Itaú Unibanco deve reportar um resultado estrelado no quarto trimestre de 2022 e no ano como um todo.

O banco foi um dos que mostrou maior resiliência no controle da inadimplência ao longo de 2022 e a mesma tendência é esperada para os últimos três meses do ano passado.

Na visão do Goldman Sachs, o índice deve ter um aumento modesto no trimestre, provocado principalmente pelos empréstimos pessoais. Porém, a expectativa é de que a inadimplência se estabilize já no primeiro trimestre deste ano.

A rentabilidade calculada pelo ROE deve se manter acima dos 20%, um grande feito se comparado com os pares Santander e Bradesco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o JP Morgan, as ações do Itaú e do Banco do Brasil devem continuar mostrando uma melhor relação risco-retorno que os outros grandes bancos. No entanto, vale destacar que o banco recalculou as previsões de lucro para o Itaú neste ano em 5% para baixo devido ao impacto ainda imensurável da crise da Americanas.

Confira as recomendações das casas às quais tivemos acesso:

BANCORATINGPREÇO-ALVO
CREDIT SUISSECOMPRAR$ 32
BTG PACTUALCOMPRA
JP MORGANCOMPRAR$ 32
GOLDMAN SACHSCOMPRA
SANTANDERNEUTROR$ 31
SAFRACOMPRAR$ 36
UBS BBCOMPRAR$ 35

Bradesco (BBDC4) 

  • Data do balanço: 9 de fevereiro (depois do fechamento)
  • Lucro projetado para o 4º tri 2022: R$ 4,603 bilhões (-30,26% ante o 4º tri 2021)
  • Lucro projetado para 2022 inteiro: R$ 23,557 bilhões (-10,09% ante 2021)

No terceiro trimestre de 2022, a expectativa do mercado em relação aos números do Bradesco não era muito otimista, mas a realidade foi mais cruel do que antecipavam.

O lucro líquido recorrente recuou 23% na comparação anual, para R$ 5,2 bilhões, o que deixou os analistas refazendo as contas para a operação do banco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No dia seguinte à publicação do resultado, a reação na bolsa foi cruel. Os papéis preferenciais levaram um tombo de 17%, a maior queda em 24 anos. E, na coletiva pós-resultados, o CEO do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, deixou claro que as coisas vão piorar antes de melhorar.

Assim, para o quarto trimestre, o consenso já aponta para um tombo de 30% do lucro em relação ao mesmo período de 2021.

A previsão dos analistas para o ROE também é bastante pessimista. O Safra e o UBS BB calculam que o índice deve ficar abaixo de 11% pela primeira vez desde 2017. 

O banco deve publicar suas projeções operacionais para 2023, mas analistas estão céticos quanto ao efeito positivo que elas possam ter nas ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira as recomendações das casas às quais tivemos acesso:

BANCORATINGPREÇO-ALVO
CREDIT SUISSEVENDAR$ 16
BTG PACTUALCOMPRA-
JP MORGANCOMPRAR$ 21
GOLDMAN SACHSCOMPRA-
SAFRACOMPRAR$ 24,60
UBS BBCOMPRAR$ 22
SANTANDERNEUTROR$ 19

Banco do Brasil (BBAS3) 

  • Data do balanço: 13 de fevereiro (depois do fechamento)
  • Lucro projetado para o 4º tri 2022: R$ 8,035 bilhões (+36,19% ante 4º tri 2021)
  • Lucro projetado para 2022 inteiro: R$ 30,471 bilhões (+45,10% ante 2021)

Dos grandes bancos brasileiros, estima-se que o Banco do Brasil seja o que tem menor exposição à Americanas e, portanto, deverá se preocupar menos com provisões.

“O Banco do Brasil deve reportar a expansão mais forte do lucro dentre os bancos, motivado por uma contribuição positiva da margem financeira líquida e as outras linhas de receita”, afirmou o Safra em relatório.

Além disso, o perfil de crédito do Banco do Brasil, que é mais defensivo do que o dos bancos privados, deve fazer com que a inadimplência fique estável, segundo o Goldman Sachs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim como o Itaú, o ROE deve se manter acima de 20%.

Resta saber o que virá para 2023, com a mudança de administração do banco público, que passou a ser presidido por Tarciana Medeiros, a primeira mulher no comando da instituição bicentenária.

Confira as recomendações das casas às quais tivemos acesso:

BANCORATINGPREÇO-ALVO
CREDIT SUISSECOMPRAR$ 50
BTG PACTUALCOMPRA
JP MORGANNEUTROR$ 50
GOLDMAN SACHSCOMPRA
SANTANDERCOMPRAR$ 60
SAFRACOMPRAR$ 61

*Projeções da Bloomberg

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BARATA ATÉ DEMAIS?

Os dividendos da Vale (VALE3) estão ainda mais perto do acionista? O que levou o BofA a recomendar compra e elevar o preço-alvo

2 de abril de 2026 - 15:57

Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações

UMA SOLUÇÃO?

Raízen (RAIZ4) faz proposta a credores para converter 45% da dívida de R$ 65 bilhões em ações, diz agência

2 de abril de 2026 - 12:02

A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel

SEM RECUPERAÇÃO À VISTA

Squadra pede mudanças no conselho da Hapvida (HAPV3), reeleito apesar de “uma das maiores destruições de valor da história”

2 de abril de 2026 - 10:14

Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida

GARANTIA A CREDORES

Oi (OIBR3) recebe autorização para venda de seu principal ativo, mas dinheiro não vai para ela

2 de abril de 2026 - 8:53

A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões

MAIS PERTO DO NÍVEL MÁXIMO

Axia Energia (AXIA6) dá mais um passo na direção do carimbo final rumo ao Novo Mercado; saiba o que falta agora

1 de abril de 2026 - 19:54

O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos

ENTRE PERDAS E RECUPERAÇÃO

O prejuízo volta na Marisa (AMAR3), mas menor: o que o balanço do 4T25 revela sobre o futuro da varejista de moda

1 de abril de 2026 - 11:33

Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números

ENTRE A GUERRA E AS ELEIÇÕES

Petrobras (PETR4) bate recordes, aumenta preço do querosene, e Bruno Moretti deixa conselho; entenda o que acontece na estatal

1 de abril de 2026 - 11:03

O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã

Time for Fun

Mais uma empresa deixará a bolsa: T4F (SHOW3) anuncia OPA para fechar capital por R$ 5,59 por ação

1 de abril de 2026 - 9:28

O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44

SD ENTREVISTA 

Boa Safra (SOJA3) freia após crescer rápido demais, mas CEO revela: ‘estamos prontos para um grande negócio’

1 de abril de 2026 - 6:12

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses 

ALÉM DO MINÉRIO DE FERRO

No coração da estratégia da Vale (VALE3), metais básicos devem compor o motor de lucros da mineradora

31 de março de 2026 - 17:45

Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos

COMPOUNDER

Ação da Eneva (ENEV3) entra em clube seleto, segundo o BTG; banco projeta ganhos de até 30% e dividendos bilionários

31 de março de 2026 - 14:10

Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG

ELE NÃO ERA O ÚNICO PROBLEMA

CEO sai, ação sobe: por que o mercado comemorou a saída de Rafael Lucchesi da Tupy (TUPY3)

31 de março de 2026 - 12:30

A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano

REDUZINDO AS DÍVIDAS

MRV (MRVE3) faz a maior venda até então no plano de desinvestimento da Resia, nos EUA, por US$ 73 milhões; confira os próximos passos

31 de março de 2026 - 12:01

Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados

SINAIS DE VIRADA?

Gol melhora, mas ainda não decola: prejuízo cai 72% e chega a R$ 1,4 bilhão no 4T25; veja os destaques do balanço

31 de março de 2026 - 11:22

Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre

TÍTULOS DE DÍVIDA

Mais dinheiro na mesa: JBS (JBSS32) emite US$ 2 bilhões em bonds com taxas de até 6,4% ao ano

31 de março de 2026 - 10:55

Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”

VIROU A CHAVE

Nubank (ROXO34): mercado aperta “vender”, XP manda “comprar” — e vê rali de mais de 50% para as ações

31 de março de 2026 - 10:16

Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação

VIRADA ESTRATÉGICA

Fundadores deixam conselho da Natura (NATU3) pela primeira vez: por que analistas acreditam que a reestruturação na liderança é positiva

31 de março de 2026 - 9:46

A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança

MOMENTO DE VIRADA

Natura (NATU3) dá mais um passo na reestruturação — e traz um gigante global para perto

30 de março de 2026 - 20:04

Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado

LÍDERES NO MEIO DA CRISE

Ações do Grupo Pão de Açúcar caem após mudanças no conselho de administração: assembleia reduz mandato e elege novos conselheiros

30 de março de 2026 - 14:10

Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3

VAI TER ACORDO?

Com fim da RJ, Americanas (AMER3) pode destravar venda do Hortifruti Natural da Terra, diz jornal

30 de março de 2026 - 10:03

O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia