🔴 ESTÁ NA HORA DE INVESTIR EM CRIPTO? – CLIQUE AQUI E ENTENDA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

ATENÇÃO, ACIONISTA!

Dividendos: Petrobras (PETR4) faz o maior corte em pagamentos no mundo; saiba qual foi a empresa que mais distribuiu proventos no 2T23

O pagamento feito pela estatal caiu para US$ 3,4 bilhões entre abril e junho deste ano — US$ 6,3 bilhões a menos ou 64,9%

Petrobras com fundo de dinheiro pegando fogo
Logo da Petrobras em montagem com dinheiro e fogo. - Imagem: Divulgação/Unsplash/Montagem: Fernanda Lopes

A Petrobras (PETR4) já esteve no panteão dos pagadores mundiais de dividendos, mas a mudança na política de remuneração aos acionistas fez com que a estatal assumisse outra liderança no segundo trimestre deste ano: a do maior corte na distribuição de proventos do mundo. Na outra ponta, a Nestlé lidera o pelotão dos grandes pagadores globais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No segundo trimestre de 2022, a Petrobras brilhava aos olhos dos acionistas com o pagamento de US$ 9,7 bilhões em dividendos.

Exatamente um ano depois, essa distribuição feita pela estatal caiu para US$ 3,4 bilhões — US$ 6,3 bilhões a menos ou 64,9%. 

Os dados fazem parte do índice global de dividendos da gestora britânica Janus Henderson, que analisa trimestralmente as 1.200 maiores empresas do mundo por capitalização de mercado, que representam 85% dos dividendos pagos globalmente.

Brasileiras fora do ranking

Assim como a Petrobras, nenhuma empresa brasileira aparece no ranking das 20 maiores pagadoras de dividendos do mundo — nem mesmo a Vale (VALE3), que junto com a petroleira já esteve na lista em outros trimestres. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, Banco do Brasil (BBSA3), B3 (B3SA3) , Eletrobras (ELET6) e Bradesco (BBDC4) estão no levantamento. Confira o montante distribuído por cada uma das empresas:

Leia Também

ATENÇÃO, ACIONISTA!

Dividendos e JCP: dona da Vivo (VIVT3) vai distribuir R$ 450 milhões em proventos; confira os prazos

EM MEIO À EUFORIA

O Bradesco saiu de moda na bolsa? O rali eleitoral tem seus queridinhos — e BBDC4 ficou de escanteio

  • Banco do Brasil: US$ 274,5 bilhões
  • B3: US$ 113,2 bilhões
  • Eletrobras: US$ 89,2 bilhões
  • Bradesco: US$ 53,1 bilhões

No total, as companhias brasileiras que aparecem no índice da Janus Henderson pagaram US$ 4,3 bilhões entre abril e junho deste ano — uma queda de 44% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Desconsiderando efeitos de dividendos extraordinários, taxa de câmbio e outros fatores técnicos, as empresas brasileiras pagaram 53% menos proventos no segundo trimestre deste ano na comparação anual. 

SEU DINHEIRO EXPLICA — Dá para pagar uma faculdade de medicina com o Tesouro Educa+? Fizemos as contas para você!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dividendos no mundo

Enquanto a distribuição de dividendos por aqui caiu vertiginosamente, no mundo, o movimento foi contrário. Segundo o índice da gestora britânica, a distribuição global de proventos cresceu 5%, para um novo recorde: US$ 568,1 bilhões. 

E quem liderou essa remuneração inédita aos acionistas no mundo foi a suíça Nestlé. Entre abril e junho deste ano, a empresa europeia de alimentos pagou sozinha US$ 9,1 bilhões em proventos. 

O ranking global dos maiores pagadores de dividendos entre abril e junho, segundo a Janus Henderson: 

  • Nestlé
  • HSBC
  • Mercedes-Benz
  • China Mobile
  • BMW

As próximas distribuições

O pagamento de dividendos deve bater um novo recorde em 2023. Ainda assim, a Janus Henderson manteve cautela e não mudou as projeções para o ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gestora britânica projeta um aumento de 5,2% em termos nominais na distribuição de proventos, totalizando US$ 1,64 trilhão. 

Ben Lofthouse, chefe de renda variável global da Janus Henderson, disse que o crescimento econômico global tem sentido os juros elevados e, por isso, os mercados esperam lucros estáveis após grandes altas em 2022.

“Entretanto, esperamos que o crescimento dos dividendos continue, já que costumam ser muito menos voláteis que as receitas das empresas. Os pagamentos estiveram abaixo do crescimento dos lucros no ano passado, o que abre espaço para um ajuste em 2023”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 12 de outubro de 2026 - 10:59
Fachada do Bradesco (BBDC4). 12 de outubro de 2026 - 10:03
Fachada da Raízen roxa e branca 10 de outubro de 2026 - 9:08
Santander 9 de outubro de 2026 - 19:34
Calculadora, dívida, negócio, inadimplência, débito, conta, prazo, moedas 9 de outubro de 2026 - 12:00
Foto mostrando dois homens olhando para o logo da XP (XPBR31) numa parede 8 de outubro de 2026 - 16:07
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 8 de outubro de 2026 - 13:33
JBS (JBSS3) 7 de outubro de 2026 - 8:46
Bandeira do Brasil, situação fiscal 6 de outubro de 2026 - 19:43
Vale 6 de outubro de 2026 - 19:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar