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Dois especialistas envolvidos em um consórcio que desenvolve aplicações no projeto do RD, ainda assim, vêem com bons olhos a criação de uma moeda virtual de Banco Central
O projeto piloto do Real Digital (RD), a Central Bank Digital Currency (CBDC) brasileira, vem andando a passos largos na fase preliminar de testes. Muitos ainda não sabem qual é o objetivo de se criar uma moeda para pagamentos instantâneos, já que o país já possui o Pix, método de transferências mais utilizado no Brasil.
Dois especialistas envolvidos em um consórcio que desenvolve aplicações no projeto do RD, ainda assim, vêem com bons olhos a criação de uma moeda virtual de Banco Central — e que pode, no futuro, chegar a ser tão popular quanto o Pix.
José Augusto Antunes, ou, como é mais conhecido, Guto Antunes, head da Itaú Digital Assets, e Oscar Vilcachagua, gerente do departamento de pesquisas e inovação do Bradesco, participaram do painel sobre como as CBDCs podem revolucionar os meios de pagamento no Febraban Tech, principal evento de tecnologia e inovação do setor financeiro.
Ambos concordam que o projeto piloto do real digital vem sendo desenhado com foco no atacado, tendo em vista que o Pix já atende às demandas por transações instantâneas no varejo.
Mas isso não quer dizer que os grandes bancos não possam aproveitar essa novidade.
Ainda que seja focada no atacado, o projeto do real digital está em fase de testes para liquidação de pagamentos de maneira instantânea para investimentos.
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Em linhas gerais, os especialistas do BC querem testar a segurança, escalabilidade e privacidade nas compras de títulos públicos tokenizados com real digital — no jargão do mercado, uma operação DvP (delivery vs payment, ou entrega contra pagamento).
Essa fase de testes abre espaço para questionamentos sobre quais outros produtos poderiam ser liquidados com o real digital. Naturalmente, a reportagem do Seu Dinheiro perguntou — e Guto Antunes, do Itaú, respondeu.
“Agora, o foco dos testes [como RD] são outros, mas a gente está trabalhando em paralelo no desenvolvimento de produtos focados nesse setor. A gente quer trazer experiência gerada com produtos tradicionais do banco para nova economia”, afirma ele.
A divisão de ativos digitais foi lançada em julho de 2022, sendo que Antunes está à frente do segmento desde novembro do ano passado. Guto Antunes conta ainda que o Itaú já realiza testes de tokenização em parceria com fintechs, de olho no oferecimento de novos produtos, mas ressalta que o banco faz isso buscando sempre a conformidade regulatória.
Vale lembrar que o real digital é apenas um projeto de CBDC dentre tantos outros que existem no mundo. No caso brasieliro, é o piloto mais desenvolvido, perdendo apenas para o yuan digital (ou e-CNY), da China.
Apesar de serem colocados em uma mesma cesta, Oscar Vilcachagua, do Bradesco, entende que a diversidade de CBDCs está em linha com o que propõe o ambiente digital.
“Cada país vai buscar na sua CBDC um ponto de melhoria da economia, seja para inclusão financeira, automação, pagamentos transfronteiriços, etc. Essas estratégias podem convergir inclusive”, diz ele.
Segundo o cronograma do real digital, o projeto deve ser lançado ainda em 2024, com esboços mais bem definidos a partir do segundo semestre.
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