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A criação desses “robôs espertinhos” pode ser a chave para projetos deixados de lado pelo mercado nos últimos anos, como o Metaverso
A inteligência artificial (IA ou AI, na sigla em inglês) é o assunto do momento em qualquer área que se possa imaginar. Desde receitas até indicações de filmes — passando por sessões de terapia com robôs e otimização do aprendizado —, essas máquinas espertas vão ganhando cada vez mais novas aplicações.
Como não poderia deixar de ser, o universo das criptomoedas também ganhou suas próprias “versões” de inteligências artificiais — que podem, inclusive, dar uma nova vida ao Metaverso.
Desde o início do ano, o mercado de cripto observou um crescimento de mais de 1.000% das moedas relacionadas à inteligência artificial. “Com base no atual cenário e a aceleração acentuada na adoção da IA, podemos entender que este é o momento exato para investir nestes criptoativos”, destaca Fernando Pereira, trader analista da BitGet.
Na visão dele, existem no momento cinco projetos que parecem ter largado na frente e estão chamando atenção do mercado. As propostas são atraentes aos investidores devido ao baixo custo e também estão em linha com o que se vem discutindo quando o assunto é o futuro da inteligência artificial.
“Apesar das inúmeras possibilidades, as moedas que têm integração com IA ainda têm uma baixa capitalização no mercado. Caso o cenário siga positivo, existe a real possibilidade de os investidores destas moedas colherem bons frutos a partir de 2024”, diz Pereira.
Ele falou com exclusividade ao Seu Dinheiro sobre sua visão para o mercado e o que faz cada uma dessas criptomoedas — o resultado você confere a seguir:
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O mercado de criptomoedas é altamente volátil. Quanto mais novo ou recente um projeto for, maior é o risco envolvendo oscilações de preço — ou mesmo de o protocolo desaparecer.
Por se tratar de uma tecnologia que só ganhou destaque recentemente, esses projetos tendem a ter uma volatilidade muito maior. Portanto, não aloque mais do que 5% do seu portfólio em ativos digitais.
Ainda vale destacar que esses são investimentos de longo prazo. Ou seja, não se deve deixar seduzir pelas valorizações de curto prazo — ou desanimar pelas quedas no mesmo período.
O importante é montar uma estratégia sólida e diversificada antes de colocar dinheiro em qualquer projeto. Vale a máxima do mercado tradicional: não coloque todos os ovos em uma só cesta.
| Nome | Ano de criação | Var2023 (%) | Var(%) desde a criação | Capitalização de mercado |
| SingularityNET (AGIX) | 2018 | 296% | -82% | US$ 10,9 milhões |
| SingularityDAO (SDAO) | 2021 | -61% | -48% | US$ 25,4 milhões |
| Fetch.ai (FET) | 2019 | 50% | -38% | US$ 202 milhões |
| Ocean Protocol (OCEAN) | 2019 | 60% | 1000% | US$ 200 milhões |
| Artificial Liquid Intelligence (ALI) | 2022 | 5% | -65% | US$ 216 milhões |
Começando pelo “pai” da IA: Ben Goertzel faz parte do corpo de desenvolvedores da SingularityNET (AGIX).
Esse protocolo nada mais é do que um marketplace voltado para projetos de inteligências artificiais — ou, em um jargão mais popular, um “mercadão de robôs".
Muitas empresas compram projetos já prontos de IAs voltados para atividades específicas, como compilar dados, gerar imagens, traduzir textos automaticamente, reconhecimento de comandos de voz e por aí vai — o que economiza bastante dinheiro e tempo dessas companhias.
Os desenvolvedores podem publicar seus projetos de IA no SingularityNET, bem como contribuir para a criação e melhorias de outros protocolos. O token AGIX serve como meio de pagamento dentro do site.
Um dos segmentos da SingulatiryNET é a SingularityDAO (SDAO), um projeto de inteligência artificial voltado para gerenciamento automático de investimentos.
Essa é uma curiosa classe de IAs que gerencia organizações autônomas descentralizadas — as DAOs, na sigla em inglês.
Nas palavras de Pereira: “já imaginou uma IA verificando 24h por dia os melhores indicadores de tendência baseado em análise técnica, dados on-chain e sentimento de mercado para tomar as melhores decisões por você? Essa é a proposta da SDAO e seu token é recebido como recompensa para os usuários do projeto”.
De acordo com o site oficial do SDAO, são mais de US$ 18 milhões em TVL (valor total travado) em protocolos de finanças descentralizadas (DeFi).
Dando sequência nos tokens de IA mais bem posicionados do mercado, a Fetch.ai é uma rede aberta que permite a construção de aplicações que se integram e conversam com dispositivos e serviços da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
Ele permite a automação de pequenas atividades do dia a dia, bem como a escalabilidade de projetos em Web 3.0, a futura geração da internet.
A Fetch.ai também é um protocolo em construção open source (código aberto), o que permite a criação e ajustes mais dinâmicos da rede.
O token FET é utilizado para o pagamento de transações dentro da rede.
“Dados: uma nova classe de ativos”. É assim que se apresenta o Ocean Protocol (OCEAN) logo de cara. Isso porque esse projeto permite que as pessoas troquem e monetizem dados e serviços, tudo isso de forma descentralizada e sigilosa.
Essa é uma visão que engloba o universo da Web 3.0 — afinal, hoje empresas ganham dinheiro em cima dos dados dos usuários, que não recebem nada em troca.
Esse marketplace atualmente é feito por intermediários que cobram valores altíssimos para realizar essas negociações. A OCEAN vem para resolver esse problema.
Ligando a inteligência virtual ao Metaverso — e aqui as coisas começam a ganhar contornos mais bem definidos e juntaremos todos os pontos — a Artificial Liquid Intelligence (ALI ou Alethea) é a que pode impulsionar o universo digital.
Esse protocolo consegue criar personagens interativos a partir de uma frase, em um estilo muito parecido com o ChatGPT. “Crie um personagem com bigode, mais ou menos 58 anos de idade, grisalho e com sardas e lá está, pronto para ser usado em vídeos, desenvolvimento de jogos e por aí vai”, diz Pereira.
Os desenvolvedores contam com parceiros de peso , como as corretoras Binance e Crypto.com e os programadores da rede Polygon (MATIC).
A verdade é que o universo digital foi uma ideia abandonada nos últimos anos por uma série de motivos — desde usuários estafados do mundo virtual no pós pandemia até as crises sucessivas no mercado de criptomoedas, que encerraram vários projetos.
Mas a verdade é que o mundo digital existe e o Metaverso é apenas um desdobramento desse universo. Em outras palavras, a internet que usamos agora é uma imagem em 2D enquanto o metaverso adiciona uma terceira, quarta ou quinta — em resumo, infinitas — dimensões.
Os ganhos em eficiência que a inteligência artificial pode dar ao mundo tem potencial de impulsionar o desenvolvimento do universo digital. Naturalmente, quem investe nesse “terreno” em construção tende a ganhar bastante dinheiro com isso.
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