O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ao longo de sua atuação no país, afirma a publicação, a corretora foi requisitada a fazer registro e regulamentação sob a lei dos EUA
A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) publicou um documento na manhã desta segunda-feira (27) com a acusação de que a Binance e o seu CEO, Changpeng Zhao, o CZ, e Samuel Lim, diretor de compliance da exchange até janeiro de 2022, teriam deliberadamente “violado leis federais”.
Em um documento de 74 páginas, a comissão afirma que, ao longo dos últimos anos, a Binance teve atuação limitada nos Estados Unidos. Ao longo de sua atuação no país, afirma a publicação, a corretora foi requisitada a fazer registro e regulamentação sob a lei americana.
Entretanto, “Binance, Zhao e Lim optaram por ignorar esses requisitos e enfraqueceram o ineficaz programa de conformidade da Binance, tomando medidas para ajudar os clientes a burlar os controles de acesso”.
Vale ressaltar que o processo corre com a Binance Holdings e não com a Binance.US — este último é o segmento regulado da corretora nos Estados Unidos, e não com a empresa global.
As acusações pegaram o mercado em cheio no começo desta semana — afinal, a Binance é a maior exchange de criptomoedas do planeta em volume negociado. Por volta as 14h30, o bitcoin (BTC) operava em queda de 2,42%, negociado a US$ 27.123,61.
Além das cotações em queda, os usuários fizeram uma “corrida bancária” à corretora. Nas últimas 12h, os saques da Binance somaram US$ 904 milhões — contra US$ 535 milhões de depósitos no mesmo período, segundo dados on-chain da corretora.
Leia Também
Do outro lado da mesa, CZ não se deixou abalar pela acusação. Sempre assíduo em sua conta no Twitter, ele apenas publicou o número 4.
Para os não nativos do universo cripto, em janeiro deste ano CZ estabeleceu uma série de “regras” para o mercado em 2023. “Gaste mais tempo com menos coisas. O que fazer e o que não fazer”, escreveu.
Suas regras incluem gastar mais tempo com: 1. Educação; 2. Compliance; 3. Produtos e serviços; e a tão famigerada regra 4. Ignore FUD (boatos, no jargão do mercado), notícias falsas, ataques etc. “No futuro, gostaria que vocês lembrassem dessa mensagem quando eu tuitar 4”.
A legislação americana encara criptomoedas como commodities — semelhantes ao ouro, petróleo etc. Entretanto, a Binance também está na mira da SEC, a CVM americana, por suspeitas de oferecimento de valores mobiliários em sua plataforma.
“A Binance nunca foi registrada na CFTC em qualquer competência legal e desrespeitou as leis federais essenciais para a integridade e vitalidade dos mercados financeiros dos EUA, incluindo leis que exigem a implementação de controles destinados a prevenir e detectar lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo”, diz o documento da comissão.
Em setembro passado, a exchange anunciou a criação de um Conselho Consultivo Global (em inglês, Global Advisory Board, ou GAB), composto por renomados especialistas em políticas públicas, governo, finanças, economia e governança corporativa para auxiliar na adequação à legislação iminente.
Procurada, a assessoria da Binance enviou a seguinte nota:
A reclamação apresentada pela CFTC é inesperada e decepcionante, pois trabalhamos em colaboração com a CFTC por mais de dois anos. No entanto, pretendemos continuar a colaborar com os reguladores nos EUA e em todo o mundo. O melhor caminho a seguir é proteger nossos usuários e colaborar com os reguladores para desenvolver um regime regulatório claro e criterioso.
Fizemos investimentos significativos nos últimos dois anos para garantir que não tivéssemos usuários dos EUA ativos em nossa plataforma. Durante esse período, expandimos nossa equipe de compliance de aproximadamente 100 pessoas para cerca de 750 funcionários em funções principais e de suporte de compliance atualmente, incluindo quase 80 funcionários com experiência anterior em aplicação da lei ou regulação e aproximadamente 260 funcionários com certificados profissionais em compliance.
Gastamos ainda $80.000.000 em parceiros externos, incluindo provedores de serviços KYC (Know your customer, ou conheça seu cliente), monitoramento de transações, vigilância de mercado e ferramentas investigativas que apoiam nossos programas de compliance.
Consistente com as expectativas regulatórias em todo o mundo, implementamos uma abordagem robusta de “três linhas de defesa” para risco e conformidade, que inclui, mas não se limita a:
● Exigir KYC obrigatório para todos os usuários em todo o mundo;
● Manter bloqueios de país para qualquer pessoa residente nos EUA;
● Bloquear qualquer pessoa identificada como cidadã dos EUA, independentemente do país em que esteja vivendo;
● Bloqueio para qualquer dispositivo usando um provedor de celular dos EUA;
● Bloquear logins de qualquer endereço IP dos EUA;
● Evitar depósitos e saques de bancos dos EUA para cartões de crédito.
*A matéria foi atualizada 15h42 para incluir o posicionamento da Binance, enviado após sua publicação.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
Plataforma criada para interações entre inteligências artificiais já reúne milhões de agentes, criou religião própria e lança criptomoedas
Com o Fear & Greed Index em “medo extremo”, especialistas projetam oscilações entre US$ 70 mil e US$ 80 mil no curto prazo
Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade
Um trio de especialistas participa do evento Onde Investir, do Seu Dinheiro, e aponta as tendências, os riscos (incluindo as eleições) e as melhores estratégias para obter bons retornos com ativos digitais na primeira metade do ano
Em relatório, o MB lista suas teses para o mercado de criptomoedas neste ano, o que inclui o avanço da tokenização de ativos e dos ETFs
Relatório mostra 200 incidentes no ano, envolvendo perdas de US$ 2,935 bilhões; ecossistema Ethereum é o mais afetado
Uma falha na versão 2.68 da extensão da Trust Wallet para Google Chrome resultou em perdas milionárias; empresa promete ressarcimento e recomenda atualização para a versão 2.69
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil