O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O objetivo da nona emissão de cotas é expandir ainda mais o portfólio do fundo, que conta atualmente com 20 imóveis logísticos
O CSHG Logística (HGLG11) deu oficialmente a largada para aquela que será uma das maiores ofertas públicas de fundos imobiliários do ano até agora. O FII, um dos gigantes da indústria com um patrimônio líquido de R$ 3,5 bilhões, pretende levantar cerca de R$ 1,5 bilhão em sua nona emissão de cotas.
O objetivo da oferta, cujo valor mínimo é de R$ 30 milhões, é expandir ainda mais o portfólio, que conta atualmente com 20 imóveis logísticos. "Os recursos referentes ao valor da oferta são suficientes para a aquisição de todos os ativos alvo", cita a gestão no anúncio de início publicado na última segunda-feira (15).
Vale relembrar que o HGLG11 fez em março uma proposta para a compra de 100% da carteira de um fundo imobiliário rival, o GTIS Brazil Logistics (GTLG11). A negociação contempla 337,3 mil metros quadrados de ABL dividida entre quatro empreendimentos logísticos localizados em Barueri, Cajamar e Embu das Artes.
O documento divulgado ontem traz mais detalhes sobre a operação na qual serão emitidas até 9,8 milhões de novas cotas, a R$ 152,50 cada.
Considerando o custo unitário de distribuição de R$ 3,20, a cifra sobe para R$ 155,70, mas ainda é 4,1% inferior ao valor pelo qual o FII é negociado na B3 nesta terça-feira (16). Por volta das 12h50, o HGLG11 operava em queda de 0,96%, cotado em R$ 162,40.
A publicação do anúncio de início da oferta marca também o cumprimento das primeiras etapas do cronograma da operação.
Leia Também
O calendário elaborado pelo HGLG11 prevê que os atuais cotistas do fundo terão um prazo de duas semanas, entre os dias 22 de maio e 2 de junho, para aderir à emissão antes da abertura para investidores profissionais.
A data base que definirá quem terá direito de preferência deve ser divulgada pelo fundo — que conta com pouco mais de 343,5 mil cotistas, de acordo com o último informe — na próxima quinta-feira (18).
Investidores fora da base do fundo deverão apresentar um pedido de subscrição de, ao menos, 100 cotas, para participar da emissão. Portanto, cada novo cotista ingressará com, no mínimo, R$ 15.250 na oferta.
O anúncio de encerramento — que indicará o fim da operação e quanto efetivamente foi levantado — tem de ser divulgado, no máximo, seis meses após o início da oferta.
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano