O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aumento do teto de gastos por meio da PEC da Transição preocupa, principalmente porque economia está virando
Uma nuvem de pessimismo paira sobre os gestores de fundos. Se, antes das eleições, algumas figuras importantes da Faria Lima já se mostravam resistentes em apoiar o candidato líder das pesquisas, os primeiros sinais do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva praticamente corroboraram os receios.
E, sim, está tudo relacionado à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que tramita no Congresso para aumentar o teto de gastos em cerca de R$ 145 bilhões nos próximos dois anos.
Mas, se de um lado os gestores estão se preparando para um temporal, do outro há economistas tentando encontrar alguma clareira em meio ao céu carregado.
“Eu não vejo chance zero de downgrade de rating. Uma PEC de R$ 200 bilhões sem financiamento vai ter más consequências sobre os mercados de juros, câmbio e ações”, afirmou o gestor Luis Stuhlberger, da Verde, durante o Macro Vision 2022, evento do Itaú BBA.
Essa perspectiva foi corroborada por outros colegas que compuseram um painel com Stuhlberger, o sócio da Ibiuna Rodrigo Azevedo e o CIO da Legacy, Felipe Guerra. De maneira geral, os gestores passaram a esperar por juros ainda mais altos.
Vale destacar que essa visão não chega a ser um consenso no mercado e está mais restrita aos gestores de fundos de investimento. Essa aparente dicotomia inclusive foi mencionada pelo economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita.
Leia Também
Ex-diretor do Banco Central, Mesquita segue firme na ideia de que os juros vão começar a cair no segundo semestre do ano que vem. Desde que, é claro, o gasto extra-teto da PEC seja mais contido.
Para o economista, é normal que gestores e economistas divirjam num primeiro momento e, depois, entrem em algo mais próximo de um consenso.
“Ao longo do segundo semestre de 2018, o mercado chegou a embutir uma sequência de alta de taxa de juros que nunca aconteceu. Acaba havendo uma convergência entre gestores e economistas”, afirmou Mesquita.
Por mais que o governo atual tenha furado o teto de gastos desde o primeiro ano de mandato e, mais recentemente, com a PEC Kamikaze acomodando benefícios sociais a poucos meses das eleições, a preocupação dos gestores se concentra no que está por vir.
Isto porque tudo indica que, com os juros mais altos cumprindo seu papel de desaquecer a economia, o Produto Interno Bruto (PIB) irá cair e isso se torna um problema para um governo gastador.
Nesse ponto, Mesquita e os gestores concordam, mas as projeções do economista de que o juro deve cair no segundo semestre de 2023 consideram um aumento de gastos da ordem de R$ 100 bilhões. E, segundo Mesquita, se a proposta que for aprovada chegar até R$ 130 bilhões, o cenário não muda muito.
Vale lembrar que a proposta aprovada pelos senadores foi de R$ 145 bilhões, mas pode sofrer alguma desidratação na Câmara dos Deputados.
Para Azevedo, da Ibiuna, o BC pode esperar um pouco para subir os juros, uma vez que hoje a Selic está num patamar alto e a inflação desacelerando.
Na lista de indícios que reforçam a tese propensa a aumento de juros dos gestores está, também, um mau momento vivido pela economia global. Se no primeiro mandato de Lula houve uma grande ajuda externa, desta vez não será possível contar com isso.
Guerra, da Legacy, ressaltou que os Estados Unidos e a Europa estão caminhando para uma recessão e, ao mesmo tempo, disse ter dificuldade de acreditar que a China terá um crescimento espetacular.
“O ambiente já seria super complicado para o Brasil. A gente tem mudança de governo, de política econômica clara. Em consequência disso, tá muito claro para a gente que vai ter ambiente de mais juros, com mais inflação”, afirmou o gestor da Legacy.
No que se refere às classes de ativos, os gestores são categóricos ao recomendar que se evite comprar ações.
“O Brasil vai voltar para aquele modelo: operar juros e câmbio e deixar bolsa guardadinha”, afirmou Azevedo.
Guerra, por sua vez, já havia avisado em outras ocasiões que está operando vendido em bolsa, tanto no Brasil quanto no exterior. Ele detalhou isso no Market Makers da semana passada.
Em meio a tanto pessimismo, os gestores estão adotando posições de proteção. Stuhlberger destacou que o fundo está “bem baixo” em ações brasileiras neste ano e que não tem ações fora do Brasil.
“Nosso zero balance é um pouco de ações e muito de renda fixa no Brasil”, afirmou.
Dentre os papéis da bolsa brasileira, ele destacou empresas que “não dependem muito do PIB”, como Energisa e Equatorial. Na renda fixa, o gestor do Verde disse ter posição comprada em inflação para 2035.
Azevedo, da Ibiuna, acredita que o Brasil será um “mercado de trade, não de alocação”, o que significa que há oportunidades pontuais e não generalizadas.
“O viés é achar que não é na bolsa que você vai fazer dinheiro”, ressaltou.
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores