Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
E AGORA, BOJ?

Inflação no Japão — sim, você leu certo — acelera ao maior ritmo em quase 30 anos e coloca o banco central em alerta

Inflação vem acompanhada de depreciação da moeda e acende o sinal de alerta entre os analistas quanto a uma possível espiral descendente da economia do Japão

Pessoas caminhando pelas ruas de Tóquio, no Japão
Inflação em Tóquio, a capital do Japão, é a maior em quase 30 anos. Imagem: Pixabay

Inflação e Japão costumam ser duas palavras difíceis de se usar na mesma frase. Mas é possível que isso comece a se tornar mais comum a partir de agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mês passado, o custo de vida em Tóquio cresceu no ritmo mais acelerado em quase três décadas.

Num país que desde o fim dos anos 1980 se debate para gerar inflação e superar a estagnação econômica, o resultado tende a deixar os diretores do BoJ, como é conhecido o banco central do Japão, com o coração na boca — e a pulga atrás da orelha.

A inflação e o banco central do Japão

O índice de preços ao consumidor de Tóquio avançou 1,9% em abril, na comparação com um ano antes, puxado pela alta dos preços dos alimentos.

O resultado não deixa dúvida de que a atual onda inflacionária está se convertendo em um tsunami global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação em Tóquio costuma ser vista como uma prévia do índice nacional de preços ao consumidor.

Leia Também

RATEIO

Quina de São João de 2026 tem mais de 130 ganhadores, mas apenas 6 ficam milionários com o prêmio

AGORA OU NUNCA

Números da Quina de São João de 2026 são sorteados; veja se você acertou

Na análise fria dos números, trata-se da leitura mais salgada em pouco mais de sete anos.

Entretanto, excluídos os impactos extraordinários de aumentos de impostos sobre consumo ocorridos em 1997 e 2014, os preços em Tóquio subiram no ritmo mais rápido desde dezembro de 1992.

A leitura inicial é de que o indicador finalmente se aproxima da meta de inflação do BoJ, de 2% ao ano. Se o ritmo da aceleração dos preços persistir, a marca deve ser atingida em algum momento dos próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

SIGA A GENTE NO INSTAGRAM: análises de mercado, insights de investimentos e notícias exclusivas sobre finanças.

O que o BoJ vai fazer agora?

Se existe um banco central que entende de alívio monetário, ele atende pelo acrônimo BoJ.

Aqui no Brasil estamos habituados a ver a inflação como nociva. No Japão, o banco central move mundos e fundos — desde o fim dos anos 1980 — para gerar inflação e tirar a economia da estagnação.

Depois de passar anos e anos com a taxa básica de juro a 0%, o BoJ a levou a território negativo em 2016. E ali a mantém até hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, porém, a taxa de inflação se aproxima de uma meta (2%) que até a chegada da pandemia era vista como teórica, quase inatingível.

Outra questão econômica que tem sobressaltado as autoridades locais é a recente — e veloz — depreciação do iene em relação ao dólar.

"Há um risco crescente de uma espiral descendente começar, com o consumo puxado para baixo por um iene fraco e preços crescentes, o que diminui o poder de compra dos salários", disse Takahide Kiuchi, economista executivo da consultoria Nomura.

Em um momento no qual as economias mais desenvolvidas começam a abandonar a política monetária ultrafrouxa, é possível que em breve o BoJ comece a sinalizar um novo caminho para sua política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Bloomberg e da Reuters.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imóveis, vista aérea de prédios na cidade 27 de junho de 2026 - 14:00
26 de junho de 2026 - 9:30
suplemento alimentar anvisa (1) 25 de junho de 2026 - 14:42
Henrique Meirelles 25 de junho de 2026 - 10:44
copa do mundo seleção brasileira 25 de junho de 2026 - 10:10
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar