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O momento macroeconômico é difícil e pode ser que você tenha menos recursos para investir do que antes, mas ainda assim existem oportunidades. No podcast Touros e Ursos desta semana, falamos sobre elas
Se você acompanha o noticiário político, econômico e financeiro, sabe que o momento não é dos mais auspiciosos para a maior parte dos investimentos e que os ativos de risco sofrem sobretudo no exterior.
Você também sabe que está tudo caro: do leite à gasolina, dos medicamentos às refeições fora de casa, sem falar no dólar e em tudo que é importado.
É possível que você, outrora diligente com as finanças, tenha se endividado; ou, se continua no azul, tenha perdido um naco do seu poder de compra.
Talvez o sonho da casa própria e algumas compras de bens duráveis tenham ficado para depois, com os juros nas alturas; e carro tenha virado artigo de luxo.
Não parece, portanto, o melhor momento para se falar em investimentos. Afinal, quem vai investir em meio à crise? Se não a pessoal, a econômica ou a do mercado em geral?
Bem, em parte, esse questionamento faz todo sentido. Não é todo mundo que tem dinheiro para investir agora. Ao contrário, muita gente que tem recursos guardados está precisando resgatar.
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Mas se você é um dos brasileiros felizardos que não precisaram mexer (muito) nas reservas e ainda conseguem fazer aportes, mesmo que menores, você precisa encontrar um bom destino para esse dinheiro, certo?
Lembre-se de que para construir patrimônio por meio de poupança e investimentos, um dos fatores mais importantes é a consistência dos aportes. Continuar poupando mesmo em momentos de crise é um grande feito!
“Ah, mas nesse mercado horrível é só deixar tudo em fundo DI ou na poupança!” Será mesmo? Em períodos de crise também costumam surgir boas oportunidades, ativos de qualidade ficam mais baratos.
E mesmo quando falamos de renda fixa, há rendimentos apetitosos e atrativos para além das aplicações mais conservadoras - especialmente interessantes, inclusive, para os rentistas de plantão.
Como, no mercado, enquanto uns choram, outros vendem lenços, nós aqui no Seu Dinheiro não quebramos a nossa tradição e tratamos de buscar as boas oportunidades de investimento neste mercado difícil para o segundo semestre de 2022.
E na edição do podcast Touros e Ursos desta semana, eu, Victor Aguiar e Flavia Alemi conversamos sobre os insights que levantamos com gestores, analistas e economistas. Falamos sobre as perspectivas para o cenário macroeconômico, a renda fixa, a bolsa e as criptomoedas, além de escolher, é claro, nossos touros e ursos da semana. Basta dar o play no tocador abaixo:
CENÁRIO MACROECONÔMICO
Receio com próximo governo, inflação e juros representam riscos para a economia, diz Figueiredo, da Mauá Capital. Na abertura do especial “Onde Investir” no 2º semestre de 2022, o gestor detalha os prognósticos para a economia brasileira.
AÇÕES
Queda das ações abriu oportunidades na bolsa, mas ainda pode ser cedo para abandonar cautela. Apesar de muitas empresas estarem sendo negociadas bem abaixo dos seus patamares históricos, os analistas tendem a preferir ativos mais defensivos e seguros enquanto a taxa de juros se mantiver elevada.
RENDA FIXA
Renda fixa, nós gostamos de você! Com juros altos, ativos mais rentáveis do ano continuam atraentes. No difícil primeiro semestre de 2022, ativos de renda fixa foram os únicos a se salvar, especialmente aqueles que se beneficiam da alta dos juros; para o resto do ano, esses investimentos permanecem interessantes, e investidor não precisa correr muito risco para ganhar dinheiro.
CRIPTOMOEDAS
Bitcoin (BTC) e criptomoedas já passaram pelo pior, mas cenário não deve melhorar tão cedo. As novidades para os próximos meses incluem atualizações de projetos que podem disparar após o bear market.
FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Fundos imobiliários de tijolo estão muito baratos, mas ainda não é hora de abandonar completamente os FIIs de papel. Montar uma carteira mais equilibrada, capaz de marcar pontos tanto com a defesa quanto com o ataque, é a dica dos especialistas em FIIs para o segundo semestre.
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