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No caso do ouro, os preços subiram cerca de 9% até agora este ano, beirando os US$ 2 mil. Em contraste, o bitcoin caiu cerca de 16% no período, ficando abaixo de US$ 40 mil
Quando o economista Mohamed El-Erian fala, Wall Street sempre escuta. Conhecido por suas opiniões arrojadas e certeiras, o norte-americano de origem egípcia foi direto em seu recado: os preços do ouro e das criptomoedas, como o bitcoin (BTC), vão subir.
E o motivo para isso é conhecido dos investidores no Brasil e lá fora: a inflação. Mas, ao contrário do que possa parecer, não é a alta descontrolada dos preços que fará o ouro, o bitcoin e outras criptos dispararem.
A equação que pode levar a esse cenário é um pouco mais complexa. Segundo El-Erian, o Federal Reserve (Fed) deve ser forçado a elevar sua meta de inflação, dos atuais 2% para 3%.
Isso pode acontecer pelo simples fato de o banco central norte-americano não conseguir atingir a almejada estabilidade de preços, ainda que seja agressivo em seu aperto monetário.
Para o economista e consultor da Allianz, o que vai forçar o Fed a mudar a meta de inflação é o reconhecimento de que não poderá atingi-la, colocando a credibilidade do BC dos EUA em risco.
Outro motivo apontado por El-Erian para uma meta de inflação de 3% está na recessão. O Fed vem telegrafando um aumento brusco da taxa de juros para conter os preços. Em meio à incerteza da guerra na Ucrânia, esse movimento pode lançar a economia norte-americana em uma recessão de longo prazo, segundo o economista.
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Com o cenário de uma possível mudança de meta por parte do Fed, El-Erian vê uma corrida para os ativos considerados "portos seguros" contra a inflação — como é o caso do bitcoin (BTC) e do ouro.
No caso da commodity metálica, os preços subiram cerca de 9% até agora neste ano, sendo negociados a US$ 1.992 por onça nesta segunda-feira (18).
Em contraste, o bitcoin caiu cerca de 16% no período, ficando abaixo de US$ 40 mil, e o ether (ETH) recuou 21%, sendo negociado a US$ 2.909.
"A preocupação para o pessoal do bitcoin é que esse declínio está acontecendo em um momento em que o ouro está em alta e chegando a quase US$ 2 mil", disse El-Erian.
“O grande argumento para a criptomoeda é que ela é um diversificador e, em um momento de inflação, é atraente”, acrescentou.
Mas, segundo o economista, as criptomoedas não desempenham esse papel porque, ao contrário do ouro, o bitcoin (BTC) e outras moedas digitais se beneficiaram enormemente de todas as injeções de liquidez.
“Até agora, é o elemento de liquidez que está vencendo", disse El-Erian.
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