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O fundador e ex-CEO da rede social de textos curtos disse que o projeto de criptomoeda da Meta (Facebook) foi um desperdício de esforço e tempo, que podiam ter sido gastos tornando o bitcoin mais acessível a todos
Se Mark Zuckerberg já estava frustrado por ver seu projeto de criptomoeda ter dado errado, o ex-CEO do Twitter veio para aumentar o mau humor do empresário.
O fundador da rede social rival, Jack Dorsey, acredita que, ao invés de ter gastado quase três anos focada em criar a moeda digital Diem, a Meta deveria ter se dedicado a “tornar o bitcoin (BTC) mais acessível para todos”.
Dorsey ainda afirmou que os planos (fracassados) do Facebook foram um “desperdício de esforço e tempo”.
Em entrevista na conferência Bitcoin for Corporations 2022, o ex-Twitter acredita que o Facebook/Meta provavelmente tenha escolhido a Diem pelos motivos certos.
Mas, para ele, a melhor escolha seria ter usado um protocolo aberto (qualquer um pode sugerir modificações na rede) como o bitcoin em vez de tentar criar sua própria moeda.
“Esses dois, três anos ou o tempo que passaram poderiam ter sido gastos tornando o bitcoin mais acessível para mais pessoas ao redor do mundo inteiro.”
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Para o executivo, a maior acessibilidade do BTC também iria beneficiar os produtos da empresa de Zuckerberg, especialmente o Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp.
“Temos essa rede aberta agora. E é utilizável. Não é acessível a todos, mas é utilizável. Quanto mais fácil o tornamos, quanto mais rápido o tornamos, quanto mais acessível o tornamos, tudo ficará melhor, inclusive o que o Facebook pretendia fazer com Libra [a criptomoeda da Meta].”
O relacionamento de Jack Dorsey com o bitcoin não é de hoje.
O fundador da rede social de textos curtos começou a flertar com o mundo cripto no ano passado, quando se encontrou com Elon Musk no evento The B-Word, sobre perspectivas para o bitcoin e outras moedas digitais.
Vale lembrar que Elon Musk, além de ser o homem mais rico do mundo, também é um dos principais responsáveis pelas movimentações no mundo dos criptoativos.
Desde então, Jack começou a se envolver em projetos variados de tecnologia, incluindo NFTs (tokens não fungíveis), pagamentos com bitcoin na rede social e desenvolvimento de ferramentas para mineração de BTC que sejam ecossustentáveis.
Em novembro de 2021, Dorsey ainda anunciou sua renúncia ao comando do Twitter, dando ainda mais abertura para o mercado projetar (corretamente, diga-se de passagem) sua entrada oficial no universo cripto.
Desde a saída do cargo de CEO do Twitter no final do ano passado, Jack Dorsey deixou claro que planeja tornar o Bitcoin o foco de sua nova empresa.
A Block, antes chamada de Square, permite que seus usuários comprem bitcoin por meio do serviço de pagamentos móveis Cash App.
Não demorou muito tempo para Dorsey se tornar um dos principais aliados dos desenvolvedores de bitcoin (BTC), que se veem constantemente em batalhas travadas na justiça.
Em meados de janeiro deste ano, o ex-chefe do Twitter e agora fundador e CEO da Block propôs a criação de um fundo de defesa legal para desenvolvedores da criptomoeda.
O principal objetivo do fundo é defender essa comunidade, ao encontrar e reter advogados de defesa, além de desenvolver estratégias de litígio e pagar as contas legais.
A Diem Association foi fundada em 2019 pelo Facebook e procurava viabilizar a criação e operacionalização do token digital para a criptomoeda.
Desde então, a empresa de Zuckerberg liderou os planos da moeda digital, antes chamada de Libra. No começo, a moeda global seria composta por uma cesta de ativos, como dólar e títulos de Treasures.
Depois disso, para tentar solucionar alguns problemas regulatórios, as ambições do executivo mudaram — e o nome da moeda também.
A ideia passou a ser criar uma rede de pagamentos com um stablecoin (ativo digital estável) para cada país, lastreado em dólar. Já o criptoativo assumiu o nome de Diem.
O último golpe nos planos de Zuckerberg foi a saída de um de seus executivos de tecnologia financeira. David Marcus era responsável por supervisionar o desenvolvimento da Diem.
Desse modo, a Meta não teve alternativa a não ser vender seus ativos e sua tecnologia, em um último esforço para capturar qualquer valor que tenha restado.
A venda foi fechada com a Silvergate Capital, empresa que já tinha negócios com Zuckerberg relacionados à Diem, pelo valor agregado de US$ 182 milhões (ou R$ 964 milhões).
*Com informações de Cointelegraph
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