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Plataforma sofreu ataque em 2019 no valor de mais de US$ 40 milhões e não foi a única: AscendEX e BitMart também foram alvo de ação dos criminosos virtuais com perdas de mais de US$ 200 milhões
O escudo de vibranium do Capitão América é uma das proteções mais emblemáticas dos quadrinhos. Ele não só simboliza tudo o que o herói representa, mas é também uma ferramenta de defesa poderosa contra as forças do mal, e essa é a nova aposta da Binance contra ataques hackers.
Na busca de proteger seus usuários de ataques cibernéticos, a maior corretora de criptomoedas (exchange) do mundo construiu o seu próprio escudo: acumulou US$ 1 bilhão para um fundo de seguros, que deve funcionar como um amortecedor contra o impacto de um possível hack.
Não é de hoje que a maior plataforma de criptomoedas do mundo por volume de negociação destina dinheiro para o portfólio de emergência. Desde julho de 2018, a Binance separa esses recursos, mas agora consolidou os fundos em um só lugar.
O esforço marca uma tentativa de combater as preocupações dos usuários após uma série de ataques cibernéticos, incluindo um contra a própria Binance em 2019.
Quando o Fundo de Ativos Seguros para Usuários (Safu, na sigla em inglês) foi estabelecido, a Binance comprometeu 10% de todas as taxas de negociação para aumentá-lo a um nível considerável para proteger os interesses dos usuários.
Segundo comunicado, a plataforma continuará monitorando o Safu para garantir que o tamanho do fundo permaneça adequado. O valor varia de acordo com o mercado.
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“Na Binance, sempre dissemos que 'os fundos estão seguros', e hoje o tamanho do Binance Secure Asset Fund atua como uma salvaguarda eficaz, bem como proteção para os usuários contra esses problemas improváveis”, disse o CEO Changpeng “CZ” Zhao no memorando visto pela Bloomberg News.
Embora este tipo de fundo esteja fora do alcance da regulação atual em vários países, recebendo críticas no Brasil, a Binance não é a única plataforma que deu esse passo.
A BitMEX é conhecida por seu grande fundo de emergência que cresce a partir de liquidações que puderam ser executadas no mercado a um preço melhor do que o preço de falência dessa posição específica.
Movimentos como esse ocorrem em meio a uma série de ataques de alto perfil visando plataformas de criptomoedas. Em 2019, a Binance sofreu um ataque no valor de mais de US$ 40 milhões.
Mais recentemente, a AscendEX disse que sua carteira foi violada em um ataque no valor de US$ 78 milhões. O BitMart também foi hackeado no final do ano passado em uma ação criminosa avaliada em US$ 200 milhões.
As exchange costumam ser acusadas pela ala mais “raíz” dos entusiastas de cripto justamente pela falta de segurança dessas plataformas. Recentemente, a corretora Crypto.com também perdeu algumas cifras devido a um ataque hacker no início do ano.
Contudo, os ataques nem sempre são justos, tendo em vista os esforços das corretoras para se tornarem cada vez mais seguras.
*Com informações da Bloomberg
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