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O bitcoin (BTC) e o ethereum (ETH) vivem fim de semana de poucas oscilações com baixa liquidez e investidores em compasso de espera
O mercado de criptomoedas anda de lado neste fim de semana. Depois da forte queda observada na sexta-feira, os principais expoentes das moedas digitais apresentaram pouca variação no sábado e permanecem assim neste domingo. Enquanto o bitcoin sobe 0,6%, o ethereum recua cerca de 1% nas últimas 24 horas.
Sem gatilhos e com pouca liquidez, os investidores do mercado de criptomoedas voltam suas atenções para o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, previsto para esta semana. Com isso, o BTC mantinha-se na faixa de US$ 21.400 por volta das 11h45. Já o ETH seguia firme na casa dos US$ 1.600.
No decorrer da última semana, as criptomoedas cederam terreno depois de mais uma stablecoin perder a paridade com o dólar e voltar a assustar o mercado.
A tragédia da vez foi com a moeda “estável” da corretora de criptomoedas (exchange) Huobi, a chamada HUSD. Essa moeda não conseguiu acompanhar as liquidações massivas dos últimos dias e perdeu sua equivalência com o dólar norte-americano — no jargão do mercado, o chamado peg.
Em comunicado ao mercado, a Huobi afirmou que já havia “abandonado o projeto da HUSD em abril”. Mesmo assim, a exchange informou que dará auxílio para superar os problemas de liquidez — assim como aconteceu com a Terra (LUNA).
Diferentemente do que ocorreu na semana passada, o noticiário de indicadores promete ser mais agitado nos próximos dias.
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Na sexta-feira (26), serão publicados os números de inflação preferidos do Federal Reserve, o índice de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês).
Depois dos números “mornos” do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) registrarem estabilidade na semana passada, os investidores já não estão tão otimistas com o PCE.
Isso porque o Fed já decidiu manter o aperto monetário para conter a inflação. Em outras palavras, o ciclo de alta dos juros deve continuar independentemente do PCE vir abaixo do esperado.
Mas o mais importante é olhar além disso. Afinal, se a inflação ceder frente a postura mais agressiva (hawkish, no jargão do mercado) do Banco Central americano, o aperto pode durar menos.
No fim das contas, os representantes do Fed continuarão usando os números de inflação, atividade econômica e emprego para decidir sobre a política monetária.
Por falar em atividade econômica, na quinta-feira (25) haverá a divulgação dos números revisados do PIB do segundo trimestre.
A previsão é de que o indicador avance 0,5% na revisão dos dados, o que retiraria os EUA de uma recessão técnica — quando o PIB cai por dois trimestres consecutivos.
Até lá, os investidores devem adotar uma posição mais defensiva para os ativos de risco, o que deve manter as cotações lateralizadas nos próximos dias.
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