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Desempenho de criptomoedas como o bitcoin piorou após anúncio de que maior exchange cripto do mundo não mais comprará corretora à beira da bancarrota
A Binance, maior exchange (corretora) de criptoativos do mundo, anunciou no fim da tarde desta quarta-feira (09) que desistiu de comprar a rival FTX, após realizar processo de due diligence na empresa, isto é, uma revisão das suas contas internas.
O anúncio, feito pela Binance no Twitter, fez com que o bitcoin, que já operava em queda de quase 10% em dólar hoje, aprofundasse as perdas. Há pouco, a principal criptomoeda do mundo tinha baixa de mais de 15%, recuando para menos de US$ 16 mil.
A notícia da desistência traz mais insegurança ao futuro da FTX, que está passando por graves problemas de liquidez e se encontra à beira da bancarrota.
A empresa, que é a segunda maior exchange cripto do mundo, precisou travar os saques dos clientes na manhã de ontem (08), depois que seu token nativo FTT perdeu mais de 30% do valor de mercado. Hoje, o criptoativo recua cerca de 60% em dólar.
Tudo começou quando CZ, CEO da Binance, anunciou que iria se desfazer de suas posições em FTT, no domingo. Isso desencadeou uma crise de confiança nos clientes da FTX, que passaram a duvidar da capacidade de a exchange honrar com resgates, o que levou a uma corrida desses clientes para sacar seus recursos da corretora.
A aquisição pela Binance havia sido anunciada na última terça como uma saída para salvar a FTX da insolvência - a corretora de CZ prometeu dar liquidez aos clientes da FTX em troca do controle da exchange rival.
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Mas o acordo já previa que a compradora poderia desistir do negócio após o processo de due diligence. E, de fato, foi o que ocorreu.
"Como resultado da due diligence corporativa, bem como as últimas notícias sobre o tratamento inadequado de fundos de clientes e supostas investigações por parte de agência norte-americana, nós decidimos não seguir em frente com a potencial aquisição da FTX", tuitou a Binance no fim da tarde de hoje.
A exchange disse ainda que "no início, nossa esperança era de conseguir dar suporte aos clientes da FTX provendo liquidez, mas os problemas estão além do nosso controle ou habilidade para ajudar."
A possível quebra de uma exchange do porte da FTX tem o potencial de abalar seriamente o já claudicante mercado das criptomoedas, nesse momento macroeconômico difícil.
Segundo Reinaldo Rebelo, CEO do Mercado Bitcoin, o evento "afetará os preços como quando a LUNA quebrou ou ocorreu o evento com o Celsius porque mostra que o sistema está baseado em alavancagem, o que gera desconfiança em relação às empresas do setor."
O executivo da exchange brasileira refere-se ao colapso da criptomoeda Terra (LUNA), quando a stablecoin ligada a ela perdeu a paridade com o dólar, sua moeda de referência, e também à crise de liquidez pela qual passou a plataforma de staking e lending Celsius, que também precisou congelar saques e acabou pedindo falência nos Estados Unidos (relembre o caso).
Todos esses eventos têm origem na grande desvalorização das criptomoedas com o aperto monetário global, que acabou deixando descobertos os agentes de mercado que operavam alavancados no mercado cripto.
Os colapsos da Terra (LUNA) e da plataforma Celsius aprofundaram as desvalorizações das criptomoedas, na medida em que geraram uma crise de confiança dos investidores nesse mercado, o que agora tende a ser agravado pelos problemas com a FTX.
No mesmo fio (thread) de Twitter em que tratou da desistência da compra da FTX, a Binance mostrou encarar o colapso da rival como uma "dor do crescimento" do mercado cripto, em que agentes que fizerem mau uso dos recursos dos investidores - por exemplo, com alavancagens agressivas - acabarão expulsos do mercado.
"Toda vez que um grande player numa indústria quebra, clientes de varejo sofrem. Nós vimos nos últimos anos que o ecossistema cripto está se tornando mais resiliente e acreditamos que, com o tempo, as exceções que fazem mau uso dos recursos dos usuários serão eliminadas pelo livre mercado", tuitou a Binance.
"Conforme as estruturas regulatórias vão sendo desenvolvidas e a indústria continua a evoluir na direção de uma maior descentralização, o ecossistema vai ficar mais forte", completou a exchange.
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