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Liliane de Lima
É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.
Larissa Vitória
Larissa Vitória
É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
MERCADOS AO VIVO

Bolsa hoje: Ibovespa derrapa com maré negativa das bolsas de NY e tombo da Petrobras (PETR4), mas avança mais de 2% na semana; dólar recua 0,2%

Larissa Vitória
Liliane de Lima, Larissa Vitória
23 de setembro de 2022
9:04 - atualizado às 18:10

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam em tom negativo nesta sexta-feira (23). Com a agenda esvaziada no exterior e no cenário doméstico, os investidores ainda reagem à elevação de juros na Europa e nos EUA, com o temor à recessão. A desvalorização das commodities também pode influenciar o Ibovespa.

Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.

FECHAMENTO DO DIA

Metade peixe, metade gente, as sereias são seres mitológicos que, segundo as lendas, enfeitiçam os marinheiros, provocando afogamentos. No Ibovespa, o canto de uma sereia moderna levou a um naufrágio das cotações nesta sexta-feira (23).

Jerome Powell não têm cauda e escamas, mas a voz do presidente do Federal Reserve (Fed) — o banco central dos Estados Unidos — é capaz de enfeitiçar os marujos já assustados com os temores de uma recessão global e afetar o curso do mercado acionário.

Na quarta-feira (21), dia em que o Fed oficializou uma nova alta de 0,75 ponto percentual (pp) nos juros do país, Powell afirmou que seguirá com uma política mais agressiva, embora não tenha contratado um aumento de 1 pp para o próximo encontro. 

Hoje, porém, o chefão do Fed reforçou que os dirigentes do banco central dos EUA estão determinados a usar suas ferramentas no combate à inflação.

Quando a canção de tom duro e sombrio alcançou os ouvidos do mercado norte-americano, que já operava avesso ao risco desde cedo, o navio foi a pique. E, enquanto afundavam, as bolsas de Wall Street provocaram uma onda que alcançou a B3.

Por aqui, o Ibovespa também já recuava pressionado pelo petróleo e pela disparada do dólar. A commodity caiu mais de 5% no exterior e derrubou as cotações da Petrobras (PETR4) e outras petroleiras nacionais.

A estatal anotou uma das maiores quedas do dia e viu seu valor de mercado encolher R$ 30 bilhões em reflexo à forte baixa de seu principal produto.

Com tantas marés negativas desviando o curso do pregão, o Ibovespa encerrou a sexta-feira com uma queda de 2,06%, aos 111.716 pontos. Na semana, porém, o otimismo falou mais alto e o índice registrou alta de 2,23%.

Já o dólar à vista aproveitou a correnteza para se fortalecer com o risco imperando entre as economias globais.  A libra, por exemplo, atingiu o menor nível em 37 anos ante à moeda norte-americana.

Já na comparação com o real, a divisa avançou 2,62%, cotada em R$ 5,2485. Mas, mesmo com a forte alta, o acumulado da semana mostra um recuo de 0,20%.

Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.

DESTAQUES DO DIA

Uma maré negativa para os ativos de risco domina os mercados mundiais nesta sexta-feira (23). E, na B3, a corrente é particularmente desfavorável a empresas ligadas ao petróleo, como Petrobras (PETR4), PRIO (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3).

A commodity registrou perdas de mais de 5% no exterior e abriu um furo no casco do barco das petroleiras, levando as cotações para o fundo do mar.

Por volta das 16h30, a Petrobras é quem puxa a fila das maiores quedas do setor. As ações preferenciais da estatal (PETR4) recuam 6,42%, enquanto as ordinárias (PETR3) caem 7,23%. Com isso, a estatal perde cerca de R$ 30 bilhões em valor de mercado.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O barril do petróleo tipo Brent fechou o dia em queda de 4,76%, a US$ 86,15.

Na semana, a commodity acumula queda de 7,1%.

IBOVESPA AGORA

O Ibovespa segue em queda nesta tarde, em meio a temores renovados com a possibilidade de recessão no mundo desenvolvido, que puxam as bolsas dos Estados Unidos para baixo.

Às 15h28, o Ibovespa caía 2,38%, acompanhando os índices de Nova York, que recuam acima de 2,50%.

O mau humor vem desde cedo, quando dados sobre a atividade econômica da Europa indicaram contração. Do outro lado do Atlântico, o índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 2,3% nesta sexta-feira.

O cenário de aversão a risco provoca alta do dólar tanto aqui quanto no exterior. No mesmo horário, a moeda americana avançava 2,63% contra o real, chegando a R$ 5,26.

Já o DXY, índice que mede a força do dólar ante uma cesta de outras seis moedas fortes, subiu 1,60%, a 113,3 pontos.

BOLSAS EM NY AMPLIAM QUEDA APÓS DISCURSO DE POWELL

Em breve discurso em um evento, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou que os integrantes da autoridade monetária estão “determinados a usar suas ferramentas” no combate à inflação.

“Continuamos a lidar com uma situação econômica excepcional, à medida que os formuladores de políticas estão comprometidos a usar todas as ferramentas para ver a economia superar esse período desafiador”, disse Powell.

Com o dia de cautela nas bolsas internacionais, em meio ao temor a continuidade do aperto monetário, as bolsas de Nova York acentuaram as quedas, com perdas superiores a 2%, após o discurso de Powell. Confira:

  • Dow Jones: -2,55%;
  • S&P 500 -2,72%;
  • Nasdaq: -2,74%.

 

ALTA DO DÓLAR PRESSIONA AÇÕES DE AÉREAS

As ações de companhias aéreas são beneficiadas pela queda do petróleo no mercado internacional. Mas, na avaliação do mercado, pesou mais a forte alta do dólar nesta sexta-feira (23): o setor amarga duras perdas e lidera as quedas do Ibovespa.

Veja como operam, por volta das 14h30, os papéis das principais aéreas da B3:

  • Embraer (EMBR3): -7,06%
  • Azul (AZUL4): -7,10%
  • Gol (GOLL4): -6,25%

O a moeda norte-americana, por sua vez, sobe 2,33%, cotada em R$ 5,233.

MAGALU (MGLU3) NO BANCO DE RESERVAS: BRADESCO BBI DIZ QUE COPA DO CATAR DEVE AJUDAR O E-COMMERCE E RECOMENDA COMPRA DAS AÇÕES DE RIVAL

Copa do Mundo do Catar é um dos eventos mais aguardados do ano e os torcedores brasileiros — conhecidos mundialmente pela paixão por futebol — mais precavidos já estão preparando uma lista de compras para a ocasião.

Além dos itens mais comuns, como a camisa da Seleção, vuvuzela e bandeirinhas verdes e amarelas, a relação também inclui uma televisão nova, segundo indica um levantamento do Bradesco BBI.

E o banco de investimentos aponta que o possível incremento das vendas é uma boa notícia para o e-commerce brasileiro.

Veja quais varejistas serão beneficiadas pelo torneio

ATERRISSAGEM FORÇADA: GOLDMAN SACHS REDUZ PROJEÇÃO PARA S&P 500

O Goldman Sachs vê as chances de uma aterrissagem forçada que deve resultar em uma recessão nos EUA como o cenário mais provável após a última reunião do Federal Reserve e o aumento  de 0,75 ponto percentual da taxa de juro.

Por isso, o banco reduziu as projeções para o S&P 500 de 4.300 pontos para 3.600 pontos para 2022 — patamar no qual o índice está agora. A estimativa atual implica que o índice cairá mais de 4% até o final do ano.

O Goldman Sachs também prevê que em uma recessão, o S&P 500 pode cair ainda mais.

Confira os detalhes da mais recente decisão do Fed.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam em queda. Um dos motivos é o recuo da atividade econômica na Zona do Euro, apontado pelo Índice de Compras (PMI, na sigla em inglês) de setembro.

O PMI composto caiu a 48,2 pontos em setembro. Esse é o menor nível em 20 meses e permanece abaixo dos 50 pontos, o que indica contração da atividade. 

Confira o fechamento:

  • Frankfurt: -1,98%;
  • Londres: -2,01%;
  • Paris: -2,28%;
  • Stoxx 600: -2,37%.
COMO ANDAM OS MERCADOS

O dia é de cautela no exterior. As bolsas internacionais operam em queda após a divulgação dos dados de atividade econômica (PMIs, na sigla em inglês) na Europa e nos EUA.

Na Zona do Euro, o PMI composto caiu a 48,2 em setembro. Já nos EUA, o índice subiu, mas segue abaixo dos 50 pontos, o que indica contração da economia.

O PMI composto americano subiu a 49,3 em setembro. Em agosto, o PMI ficou em 44,6. Com isso, os investidores intensificaram o temor à continuidade de aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed).

As bolsas americanas operam em queda desde a abertura dos mercados:

  • Dow Jones: -1,54%;
  • S&P 500: -1,87%;
  • Nasdaq: -1,94%.

O Ibovespa acompanha a maior cautela do exterior e tem queda acima de 2% no pregão desta sexta-feira e  opera aos 111.150 pontos.

O mau humor da bolsa brasileira é impulsionado pela forte desvalorização do petróleo no mercado internacional. A commodity cai 4,86%, com o barril cotado a US$ 86,06.

Sendo assim, as petroleiras são as empresas que registram as maiores perdas do dia. PetroRio (PRIO3) cai 6,77%, Petrobras (PETR3) tem queda de 6,70% e 3R Petroleum (RRRP3), -5,79%.

Por outro lado, a companhia de energia Equatorial (EQTL3) lidera, com folga, as altas do dia após o anúncio da aquisição da CELG-D, distribuidora energética de Goiás.

Por fim, o dólar à vista tem forte alta de 2,378%, cotado a R$ 5,2387.

PETRÓLEO CAI MAIS DE 5%

Como resultado da maior aversão ao risco no exterior, o petróleo tipo Brent cai 5,03%, com o barril negociado a US$ 85,91.

Por aqui, a acentuada queda do petróleo pesa no Ibovespa, com as petroleiras liderando as perdas do dia. Petrobras (PETR3;PETR4), PetroRio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) caem mais de 5%.

Os investidores aumentam a cautela após PMI forte nos EUA.

A alta do índice, ainda que abaixo dos 5o pontos, intensificou o temor do Federal Reserve (Fed) continuar com a sua postura agressiva e seguir subindo os juros americanos.

Na última quarta-feira, o Fed elevou a taxa de juros americanos em 75 pontos-base, para o intervalo de 3,00-3,15%.

Com isso, as bolsas americanas seguem em queda e o Ibovespa acompanha o mau humor do exterior.

A bolsa brasileira cai a 2,75, aos 110.932 pontos.

 

SEM EXCLUSIVIDADE: CADE PROÍBE AMBEV (AMBV3) DE FIRMAR NOVOS CONTRATOS

A Copa do Mundo se aproxima e a Ambev (ABEV3) já recebeu seu primeiro cartão vermelho para a venda de cerveja durante a disputa — com intervenção direta da Heineken.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) proibiu a empresa de firmar novos contratos de exclusividade para a venda de cerveja até o fim da Copa no Catar, que termina em 18 de dezembro.

SAIBA O QUE MOTIVOU A DECISÃO DO CADE

ATIVIDADE ECONÔMICA NOS EUA

O S&P Global divulgou há pouco os dados sobre a atividade econômica dos EUA.

O Índice de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto — que inclui os setores de serviços e industrial — subiu a 49,3 em setembro. Em agosto, o PMI ficou em 44,6.

Apesar da alta em relação ao mês anterior, o dado ficou abaixo dos 50 pontos e, por isso, indica que ainda há uma desaceleração econômica no país americano.

Após os dados, Wall Street mantém a cautela e as bolsas operam em queda acima de 1,50%:

  • Dow Jones: -1,31%;
  • S&P 500: -1,71%;
  • Nasdaq: -1,93%.

 

Após a abertura das bolsas em Nova York, o Ibovespa acentuou a queda e opera abaixo dos 2%, aos 111.717 pontos.

Além do temor à recessão global, a desvalorização petróleo pesa no desempenho da bolsa brasileira.

A commodity cai a 4,51%, com barril negociado a US$ 86,38, refletindo a maior aversão ao risco dos investidores em todo o mundo.

Como consequência, as petroleiras lideram as perdas no Ibovespa:

CÓDIGO NOME ULT VAR
RRRP3 3R Petroleum ON R$ 38,12 -3,59%
PRIO3 PetroRio ON R$ 28,66 -3,01%
PETR3 Petrobras ON R$ 34,34 -2,99%
PETR4 Petrobras PN R$ 31,03 -2,72%

 

ABERTURA EM NOVA YORK

Em temor à recessão global, as bolsas americanas mantêm o mau humor do pré-mercado e abriram em queda superior a 1% nesta sexta-feira. Confira:

  • Dow Jones: -1,16%;
  • S&P 500: -1,30%;
  • Nasdaq: -1,20%.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Com queda de quase 2%, apenas 5 ações do Ibovespa sobem nesta sexta-feira.

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
EQTL3 Equatorial ON R$ 26,64 6,43%
FLRY3 Fleury ON R$ 18,05 2,44%
CPLE6 Copel PN R$ 6,96 1,02%
ENBR3 Energias do Brasil ON R$ 23,13 0,26%
TAEE11 Taesa units R$ 41,82 0,12%

 

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
MRVE3 MRV ON R$ 12,34 -4,56%
RRRP3 3R Petroleum ON R$ 38,19 -3,41%
PRIO3 PetroRio ON R$ 28,55 -3,38%
PETR3 Petrobras ON R$ 34,39 -2,85%
CSNA3 CSN ON R$ 12,62 -2,77%

 

EQUATORIAL (EQTL3) COMPRA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA

A Equatorial Energia (EQTL3) acaba de carimbar o passaporte em mais um Estado brasileiro. A companhia fechou a compra da Celg-D, distribuidora de energia de Goiás que hoje pertence à italiana Enel, por R$ 1,575 bilhão.

O acordo prevê o pagamento da dívida de R$ 5,7 bilhões que a Celg-D possui com o grupo italiano no prazo de até 12 meses.

Ao lado da Energisa, a Equatorial era uma das favoritas a ficar com a distribuidora desde que a companhia foi colocada à venda pela Enel. Vale lembrar que a compra ainda precisa da aprovação dos órgãos reguladores.

CONFIRA OS DETALHES 

Apesar da queda acentuada do Ibovespa, algumas ações começam a ganhar fôlego e sobem nesta manhã.

Há pouco, as ações da Equatorial Energia (EQTL3) passaram a subir acima de 6%, negociadas a R$ 26,74.

O motivo da alta é a aquisição da Celg-D, distribuidora de energia de Goiás, por R$ 1,575 bilhão. A compra foi anunciada mais cedo, antes da abertura do Ibovespa.

O Ibovespa tem forte queda no início do pregão desta sexta-feira. A bolsa brasileira recua 1,80%, aos 112.018 pontos.

Apenas as ações da Copel (CPL6) sobem, com alta de 1,08%.

O Ibovespa abriu o pregão em queda de 0,03%, aos 114.038 pontos e acompanha o maior cautela

No mesmo horário, o dólar à vista segue em forte alta de 1,60%, cotado a R$ 5,1979.

 

MIUBADALA DESISTE DE OCUPAR O TRONO DA ZAMP (BKBR3)

Após uma novela que durou quase dois meses, o Mubadala, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, retirou sua oferta para comprar as operações da Zamp (BKBR3), dona do Burger King no Brasil.

O apetite deles até era maior do que o esperado, mas as dificuldades também se mostraram tão grandes quanto — alguns gestores já previam que o fundo não seria capaz de sustentar os entraves e retiraria a oferta, sem arrastar a briga de preço por muito tempo.

CONFIRA OS MOTIVOS 

As bolsas internacionais seguem em forte queda no início desta sexta-feira após os dados de atividade econômica do Reino Unido, o que intensificou o temor a recessão global.

O Índice de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto do Reino Unido  — que inclui os setores de serviços e industrial — caiu de 49,6 em agosto para 48,4 em setembro.

Na Zona do Euro, o PMI composto caiu a 48,2 em setembro.

Esse é o menor nível em 20 meses e permanece abaixo dos 50 pontos, o que, de maneira geral, indica contração da atividade. 

Ainda hoje, será divulgado o PMI dos EUA. O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, participa de evento à tarde (horário de Brasília).

O Ibovespa futuro abre em queda de 1,37%, aos 113.120 pontos e acompanha maior cautela do exterior após altas nos juros nas principais economias do mundo, como EUA, Reino Unido e Suíça

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em forte alta de 1,16%, cotado a R$ 5,1736.

 

OPORTUNIDADE DE SWING TRADE NA BOLSA
O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 4% com ações da Sanepar (SAPR4). 
BOLSAS NO EXTERIOR

As bolsas japonesas não abriram, nesta sexta-feira, em razão de feriado local.

  • Dow Jones futuro: -1,18%;
  • S&P 500 futuro: -1,33%;
  • Nasdaq futuro: -1,49%;
  • Euro Stoxx 50: -2,43%;
  • Xangai (China): -0,66% (fechado);
  • Nikkei (Japão):  Não abre em virtude do feriado local;
  • Petróleo Brent: US$ 87,78 (-2,96%);
  • Minério de ferro (Dalian, China): US$ 98,90 (+1,28%).
ESQUENTA DOS MERCADOS

Bom dia! A viagem no tempo é um dos temas mais explorados da ficção científica.

E enquanto os cientistas se debruçam sobre as teorias que possibilitam deslocamentos no tempo-espaço, inúmeras viagens do gênero são tentadas diariamente nas bolsas de valores ao redor do mundo.

Com muita frequência, o preço observado hoje na tela do terminal reflete as expectativas futuras em relação ao desempenho de uma empresa específica, de um setor ou até mesmo da conjuntura econômica.

É claro que esse exercício envolve acertos e erros.

Entretanto, não é de hoje que a bola de cristal dos investidores adverte que um movimento agressivo de aperto monetário iniciado com o objetivo de fazer frente à inflação acarreta o risco de provocar uma recessão econômica global.

Nos últimos dias, falamos muito da Super Quarta dos bancos centrais.

Mas o que pesa hoje nos mercados financeiros é o efeito de uma verdadeira Super Semana.

Não foram apenas os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos que se posicionaram nesses dias. Houve ações de política monetária ou intervenção cambial na Inglaterra, no Japão e em diversos outros países.

Até mesmo a quase sempre estável Suíça elevou sua taxa de juro pela primeira vez em 15 anos.

O objetivo principal é deter a alta dos preços.

Em alguns casos, a qualquer custo. A má notícia é que a chance de que um erro na dose do remédio acabe por prejudicar ainda mais o paciente aumentou.

De qualquer modo, os investidores continuam a ajustar suas posições em bolsa e em ativos de risco nesta sexta-feira (23).

No cardápio do dia, os índices de gerentes de compras (PMI, em inglês) de grandes economias dão o tom dos negócios.

Por aqui, o Ibovespa acompanha os desdobramentos da mais nova pesquisa Datafolha, que amplia as chances de vitória no primeiro turno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

E por mais um dia o Ibovespa se distanciou das bolsas internacionais e caminhou com as próprias pernas, encerrando o pregão em alta de 1,91%, aos 114.070 pontos.

Acompanhando o forte alívio na curva de juros, o dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,13%, a R$ 5,1143.

Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta sexta-feira.

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