🔴 [NO AR] SEGUNDA AULA LIBERADA: ESPECIALIZAÇÃO GRATUITA EM IA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

vem ciclo virtuoso

Carga tributária pode cair a 30% do PIB, diz secretário da Receita

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Cintra afirmou que não poderá entregar de imediato ao presidente Bolsonaro a promessa de campanha de redução da carga tributária.

O economista Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal do governo Bolsonaro e ex-presidente da Finep
Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal - Imagem: Pedro França/Agência Senado

O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, prevê que, ao final dos quatro anos do governo Jair Bolsonaro, a carga tributária do País poderá estar próxima de 30% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2018, a carga fechou em 33,58%, segundo dados do Ministério da Economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Cintra foi claro ao afirmar que não poderá entregar de imediato ao presidente Bolsonaro, com a reforma que está sendo preparada, a promessa de campanha de redução da carga tributária. Segundo ele, a diminuição do peso dos impostos dependerá do ajuste fiscal das contas púbicas, da política de desestatização e privatizações e da taxa de crescimento da economia brasileira. "A reforma da Previdência é corretiva de desvios e a tributária é de deslanche da economia", avalia.

Com a aprovação das reformas previdenciária e tributária, o secretário avalia que o Brasil entrará num ciclo virtuoso econômico, com a carga tributária podendo começar a cair. "Ao final dos quatro anos, estaremos reduzindo a carga tributária. Aí, quem sabe, vamos sair de 34% e chegar a 30% do PIB", diz ele.

Próximo de Bolsonaro, Cintra tem tido as suas mensagens nas redes sociais sobre as mudanças tributárias em estudo pelo governo retuitadas pelo presidente. "Bolsonaro tem uma intuição política fantástica. A única instrução que tenho recebido dele é: 'faça o que tem que ser feito'", conta. Segundo ele, a recomendação do presidente para a reforma tributária é "simplificar, desburocratizar e reduzir a carga tributária". "Essa última não poderei entregar de imediato", reconhece.

Isenção

Segundo o secretário, outra promessa de campanha do presidente é isentar do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 4.990). Para o secretário, o sistema brasileiro é caótico, injusto e impõe alto custo à produção. "O mundo está mudando tanto que os tributos convencionais estão ficando desajustados. Os sistemas convencionais são modelos que refletem um modo de produção e realidades que estão em franca substituição para o virtual", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação do secretário, é preciso começar a fazer algumas reformas imediatamente, mesmo que elas sejam ainda convencionais "para esperar esse mundo novo que está chegando".

Leia Também

É HOJE!

Que horas sai o trailer do GTA 6? Confira horário e onde assistir ao novo lançamento da Rockstar Games

IPHONE DOBRÁVEL?

Novo CEO, iPhone dobrável e mais: o que esperar do evento anual de lançamentos da Apple

Lucros e dividendos

Cintra tem dúvidas sobre a volta da tributação de lucros e dividendos (pagamentos que os acionistas recebem pelo lucro gerado). Segundo ele, é preciso ainda avaliar o impacto da mudança. A proposta foi bastante debatida durante a campanha eleitoral. "Se começa a tributar dividendos, vai ter um impacto muito sério nas empresas que estão hoje tributadas pelo lucro presumido", afirma.

O lucro presumido é o nome dado a um tipo de tributação em que a empresa estima um lucro com base em porcentuais sobre a receita bruta. É um modelo simplificado de cálculo, que facilita a contabilidade, reduz custos e, dependendo do faturamento, resulta em imposto menor.

Segundo o secretário, uma grande parte dessas empresas foi formada com a possibilidade de distribuir os dividendos para os acionistas livres de tributação. Esse movimento levou à famosa "pejotização", um fenômeno que se agigantou no Brasil. Trabalhadores mais qualificados deixam de ser contratados como pessoa física por uma empresa e passam a prestar serviço como pessoa jurídica é chamado de "pejotização".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O PJ, pessoa jurídica, paga cerca de um terço, ou até menos, de tributos em comparação a um empregado registrado, mesmo exercendo tarefas idênticas. "Se começar a tributar dividendos, todo esse segmento passará a ter aumento de carga muito grande e pode ser polêmico. É um problema que vamos ter que resolver", avalia. Para o secretário, a "pejotização" é uma deformação.

Cintra alerta que outro problema que pode surgir com a tributação dos dividendos é a volta da distribuição disfarçada de lucros. Essa prática é marcada quando as pessoas começam a fazer o seu consumo pessoal através de gastos das empresa. "A empresa paga o aluguel da casa, a escola do filho... Isso praticamente não existe hoje", diz.

O secretário diz que é preciso analisar também a proposta de fim da dedução dos Juros sobre Capital Próprio (JCP). Para ele, o modelo atual dá uma neutralidade entre investir com capital próprio ou fazer empréstimo. "Garantimos neutralidade do ponto de vista decisório. Precisamos pensar se eliminamos."

Assim como os dividendos, os juros sobre capital próprio nada mais são que a distribuição dos lucros de uma empresa de capital aberto (que tem ações na bolsa) aos seus acionistas. No entanto, neste caso existe a cobrança de 15% de Imposto de Renda sobre este valor. Esse imposto é retido na fonte, ou seja, recolhido à Receita antes de ser distribuído. Mas, nesse caso, quem paga menos imposto são as empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Cintra, as mudanças no Imposto de Renda das empresas e das pessoas físicas representam a terceira reforma dos impostos federais, além do imposto único federal e da desoneração da folha.

* Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar