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A última vez que o criptoativo havia ultrapassado tal marca foi em março de 2018, quando ele chegou a US$ 10.779,90. E não é só ela. Entre as moedas mais líquidas, o Ethereum (ETH) estava sendo negociado a US$ 288,89, uma alta expressiva de 8%
O inverno começou hoje (21) no Brasil, mas não para as criptomoedas, que estão a todo vapor. O bitcoin (BTC), por exemplo, está próximo de alcançar o valor de US$ 10 mil. A última vez que ele ultrapassou essa marca foi em março de 2018. Apenas nesta semana, a moeda teve uma alta de 18%. No acumulado do ano, a valorização vai além dos 160%.
Hoje, por volta das 14h00, o criptoativo estava sendo negociado a US$ $9.863,86, o que representa uma valorização de 5,49%.
E não é só ela. Entre as moedas mais líquidas, o Ethereum (ETH) estava sendo negociado a US$ 288,89, uma alta expressiva de 8%.
Já a cotação do XRP estava com valorização de 3,28%. E o Litecoin, cripto que passou por uma grande valorização desde o início do ano, apresentou uma alta de 2,44%, cotado em 137,67. Além dele, o EOS acumula crescimento de 4,09%, negociado em US$ 4,03.
Um dos fatores que podem estar atrelados à alta da moeda é um fenômeno conhecido como halving. Isso porque ao criar o bitcoin, Satoshi Nakamoto estipulou que a recompensa pela mineração da moeda diminuiria lentamente ao longo dos anos para controlar o suprimento do ativo.
E a cada quatro anos, o processo de recompensa dado aos mineradores de bitcoin reduz pela metade. Como a última vez que isso ocorreu foi em 2016, a próxima será no ano que vem.
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Na visão do professor de mestrado em criptoeconomia da FGV, Luiz Calado, o que se costuma ver é que existe uma possível relação entre os anos anteriores a processos de halving e a alta no preço do bitcoin.
E há outra questão. Na opinião de Lars Seier Christensen, ex-CEO de uma das maiores corretoras do mundo a Saxo Bank e especialista renomado no segmento de criptomoedas, a subida nas cotações da moeda pode estar relacionada ao fato de que os investidores chineses estão se posicionando em bitcoins com medo do agravamento das relações entre os dois países. A ideia de aumentar a posição é uma forma de proteção.
A razão é semelhante ao que ocorreu quando o dólar estava em queda e os investimentos em ouro voltaram a ser porto seguro dos investidores que estavam temores com o cenário global. O bitcoin é visto como uma alternativa ao ouro por ser resistente ao confisco, infinitamente divisível, de fácil transporte e verificável.
E o ouro, como você deve saber, é uma ótima proteção para momentos de crise e os bancos centrais estão montando suas reservas para uma possível crise mundial iminente.
Outro fator que pode ter ajudado a aumentar o bom humor dos investidores e que pode trazer maior visibilidade para esse mercado é o lançamento da Libra, a criptomoeda do Facebook. A companhia fez o anúncio do seu novo produto na última terça-feira (18) e disse que a criptomoeda deverá entrar em funcionamento em 2020.
O objetivo é utilizar a plataforma de 2,4 bilhões de usuários da rede social para popularizar as transações com criptomoedas. A missão da Libra é "criar uma infraestrutura financeira global que empoderará bilhões de pessoas ao redor do mundo", já que tem como princípios a facilidade de acesso aos serviços e seu baixo custo, bastante acesso a um smartphone e conexão com a internet.
E o Facebook não está sozinho nessa. Outras gigantes da tecnologia como Visa, Mastercard, Uber e PayPal também se uniram para criar a Libra Association, organização sem fins lucrativos que será responsável pela administração e implementação da moeda.
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