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O ambiente de maior aversão ao risco continuou pressionando o dólar, levando a moeda ao maior nível desde setembro de 2018. O Ibovespa também sentiu os efeitos da prudência e fechou em queda
Ameaça de Trump de elevar tarifas sobre as importações chinesas se não houver acordo comercial parcial e cenário adverso na América Latina preocupa
Dólar opera em alta, na linha de R$ 4,18, refletindo movimento de aversão ao risco regional puxada pelo Chile, onde o peso cai mais de 4%
O Ibovespa fechou em baixa e voltou aos 106 mil pontos, com os mercados mostrando uma postura mais prudente em relação ao cenário doméstico e às turbulências na América Latina
Progresso na agenda de reformas e melhor percepção com relação à economia melhoram humor dos investidores consultados pelo Bank of America. Emergentes se tornaram o mercado preferido entre gestores globais
Investidor busca por notícias que apontem para acordo comercial de fase 1 entre EUA e China, enquanto tenta se desviar da turbulência política na América Latina
Segundo cientista político, mercado está mais ansioso com possíveis desdobramentos do que com a soltura do ex-presidente em si. Agenda de reformas depende do governo e do Congresso
Apesar das incertezas domésticas e internacionais, os agentes financeiros promoveram movimentos de ajustes em algumas ações após as quedas recentes, o que deu forças ao Ibovespa
Incertezas sobre acordo comercial entre EUA e China neste mês e receio de polarização política com Lula livre continuam pesando nos mercados
Presidente chinês, Xi Jinping, desembarca em Brasília para cúpula dos Brics, e Brasil deve aproveitar oportunidade de interação com a segunda maior economia do mundo
Estudo divulgado pelo Banco UBS mostra que o desempenho das companhias lideradas por magnatas foi superior à média de mercado
Virada começou na quarta-feira depois que estrangeiros não compareceram ao leilão da cessão onerosa, frustrando expectativas de fluxo
Ex-presidente não tem força para barrar “revolução silenciosa” que acontece na economia e na estrutura de Estado
A preocupação quanto às implicações da soltura do ex-presidente Lula fez com que o Ibovespa voltasse ao nível dos 107 mil pontos; o dólar à vista teve nova alta e chegou a R$ 4,16
Dados da balança comercial chinesa mostram queda menor que o esperado, mas dúvidas sobre tarifas persistem, enquanto entendimento do STF derruba condenação em segunda instância, abrindo caminho para Lula ser solto
Sinais de que EUA e China podem recuar nas tarifas de importação e chegar a um acordo comercial deram força ao Ibovespa, fazendo o índice brasileiro avançar mais de 1% e chegar ao nível inédito dos 109 mil pontos. O dólar à vista, por outro lado, seguiu pressionado, chegando a R$ 4,09
Novo leilão do pré-sal hoje e acordo entre EUA e China para retirar sobretaxas em fases podem resgatar confiança dos investidores
O mercado apostava na entrada de capital estrangeiro no país a partir do leilão do pré-sal. Mas, com os gringos mostrando baixo interesse nos ativos, o dólar disparou e fechou em alta de mais de 2%
Megaleilão do pré-sal é destaque na agenda, mas ruídos de pouca competição e ágios baixos geram apreensão e devem provocar volatilidade nos ativos locais
Quanto maior a participação de empresas estrangeiras, maior a expectativa de entrada de dólares por aqui