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Banco Central americano deixa taxa entre 2,25% a 2,5% ao ano e enxerga crescimento sustentado da economia e inflação ao redor da meta. Jerome Powell não tem pressa para mudar a política monetária
Na época do anúncio das medidas, a federação dos bancos afirmava que as novas regras iriam acelerar a queda da taxa de juros ao consumidor
Declaração de Pedro Guimarães vai contra fala feita nesta segunda-feira, em que afirmou que “quem é classe média tem de pagar mais”
Para o PIB, expectativa de crescimento recuou de 2,55% para 2,53%; perspectiva para o câmbio permaneceu estável
Os juros americanos e decisões do Fed são acompanhados de perto por investidores do mundo todo e podem afetar até o seu bolso. Neste vídeo eu te conto como e por que isso acontece
No radar também estavam a manutenção de Jerome Powell como presidente do Federal Reserve
Jerome Powell defende condução da política monetária, diz que pode ter paciência para realizar novas altas e afirma que a política não vai deter o BC americano de fazer o que acha certo. Não animou os mercados
Federal Reserve (Fed) subiu taxa básica para o intervalo entre 2,25% a 2,5% e fez breve mudança de linguagem, falando em monitorar os eventos globais e nos mercados financeiros
Decisão do Banco Central americano nesta quarta-feira é bastante importante, mas não teria condição de mudar o atual momento da economia americana, que parece chegar num fim de ciclo de recuperação da crise de 2008.
Declaração de Mario Draghi ocorreu após o anúncio da decisão do BCE em manter sua taxa de juros de refinanciamento em 0% e de depósitos em -0,4
Para reunião desta quarta-feira, manutenção em 6,5% é unanimidade, mas há elementos que permitem uma discussão sobre quão estimulativa está a política monetária
Declaração de dirigentes do BC americano contraria a expectativa da maioria dos analistas de mercado
Juros de curto prazo estão acima dos de longo prazo nos EUA fenômeno que vem chamando atenção e trazendo turbulência aos mercados
No foco das preocupações está o cenário de aumento das taxas de juros pelos bancos centrais nas principais economias do mundo (que deve continuar)
Ata da reunião do dia 8 de novembro, mostra discussão sobre manter ou não indicações sobre novas elevações graduais
Discurso de Jerome Powell sobre taxa de juros animou os mercados, mas pode ser mais uma leitura equivocada do que uma mudança de fato
Taxa do rotativo é uma das mais elevadas entre as avaliadas pelo Banco Central
Se convergirmos para uma situação normal de temperatura e pressão, em que os fundamentos da economia predominam sobre o estresse político, é para aí que os dois ativos deveriam caminhar