O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De olho na força exibida pela indústria chinesa e no noticiário doméstico, o Ibovespa opera em alta firme e o dólar à vista passa por um movimento de despressurização
Maioria dos países, no entanto, estabelece tetos relativos, enquanto 24 impuseram limites absolutos de taxas de juros
Governo decidiu limitar a 8% ao mês os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, mas permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal para oferecer o produto a seus clientes
Em meio ao feriado nos EUA, o dólar à vista conseguiu passar por uma onda de despressurização, motivada pela estratégia de atuação do BC e por dados econômicos mais animadores
O BC mudou de estratégia e anunciou com antemão que promoverá leilões para a venda de dólar no mercado à vista, o que aliviou os ânimos no mercado de câmbio
Decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) foi divulgada na noite desta quarta-feira. Limitação dos juros entra em vigor em 6 de janeiro de 2020. Cliente também poderá trocar cheque especial de banco
Dólar e juros tiveram um pregão de de déjà-vu. Ibovespa tomou dinâmica própria seguindo valorização dos mercados internacionais
O mercado de câmbio seguiu bastante cauteloso nesta quarta-feira. Como resultado, o dólar renovou máxima histórica nominal pelo terceiro dia
Declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, estressaram os mercados e fizeram o dólar disparar nesta terça-feira. A moeda chegou a bater os R$ 4,27 no momento de maior pressão, mas duas atuações do BC trouxeram algum alento à divisa
Segundo economista do UBS, Tony Volpon, não há meio termo para a economia, ou terminamos o ajuste fiscal ou cairemos em crise fiscal e financeira
O dólar à vista teve um dia de pressão intensa, chegando a tocar o nível de R$ 4,27 no momento de maior tensão. Após duas atuações do Banco Central, a divisa se afastou das máximas, mas ainda fechou em alta firme e atingiu um novo recorde de encerramento
Pressionado por fatores locais e pelo exterior, o dólar à vista passou boa parte do dia em alta e, com isso, chegou a uma nova máxima de encerramento, em termos nominais
Fatores domésticos, somados ao fortalecimento da divisa americana em escala global, fazem o dólar à vista operar em alta firme nesta segunda-feira
Otimismo no front da guerra comercial dá forças às bolsas globais. O Ibovespa, no entanto, tem dificuldade para acompanhar o exterior após os ganhos firmes dos últimos dias
Alta no preço da carne ainda não teria força para barrar queda da Selic, mas reforça discurso de cautela do Banco Central
O otimismo dos grandes bancos e casas de análise com o Brasil, somado à percepção mais positiva em relação à guerra comercial, criou as condições certas para o Ibovespa avançar
Grandes casas de análise fizeram projeções animadoras para o Ibovespa e os demais mercados brasileiros em 2020. Nesse cenário, o índice ganhou força e recuperou os 107 mil pontos, enquanto o dólar caiu a R$ 4,19
Em audiência na Câmara dos Deputados, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que é preciso fazer uma “reengenharia” do cheque especial
Em meio à expectativa quanto a uma eventual atuação do BC, o dólar à vista oscilou entre R$ 4,18 e R$ 4,21 ao longo do dia. No fim da sessão, registrou leve baixa, sem se afastar muito de R$ 4,20
O alívio pós-feriado teve vida curta. Com um cenário ainda turbulento para os mercados emergentes, o dólar à vista subiu e renovou as máximas, e o Ibovespa tem ligeira queda