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Paralisação nacional contra cortes na educação e indícios de que o senador Flávio Bolsonaro praticou lavagem de dinheiro elevam o clima de incerteza nos negócios
O cenário político conturbado e o clima ainda indefinido no exterior trouxeram pressão aos ativos locais. O Ibovespa caiu aos 91 mil pontos e o dólar à vista ficou a um triz dos R$ 4,00
Ambiente externo desafiador, com desaceleração do crescimento global e guerra comercial, soma-se à desânimo com economia e derrotas políticas no Brasil
Pesquisa do Bank of America Merrill Lynch mostra que enquanto aguardam reformas e melhora da atividade, menos gestores planejam elevar sua exposição ao Ibovespa
Os mercados globais tiveram um dia de alívio, embora a guerra comercial siga inspirando cautela. Por aqui, o noticiário político trouxe tensão extra e limitou o potencial de ganho do Ibovespa
Quebra dos sigilos fiscal e bancário de Flávio Bolsonaro pegou mercado futuro aberto ontem, elevando a pressão nos ativos locais, que já sofrem com a guerra comercial
Itaúsa, holding de investimentos que controla o Itaú Unibanco, registrou um lucro líquido de R$ 2,486 bilhões no 1º trimestre. Os resultados das demais empresas estão previstos para sair ainda hoje
Ministro da Economia e presidente do Banco Central participam de audiências públicas enquanto plenário decide se o Coaf fica ou não com Sergio Moro, agora indicado ao STF
As tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentaram ainda mais. Nesse ambiente, os mercados assumiram uma postura de cautela extrema nesta segunda-feira (13) — por aqui, o Ibovespa caiu ao patamar de 91 mil pontos e o dólar à vista chegou a tocar os R$ 4,00
Trocas intensivas de provocações entre EUA e China no fim de semana turvam cenário para o mercado financeiro, antecipando tsunami esperado apenas em Brasília
A semana foi marcada pela escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Nesse contexto, as bolsas americanas passaram por uma forte correção — e arrastaram o Ibovespa para baixo
EUA elevam para 25% tarifa de importação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e China diz que irá retaliar
Declarações do presidente dos Estados Unidos fizeram os índices acionários americanos e o Ibovespa se afastarem das mínimas, mas não foram suficientes para zerar as preocupações do mercado
Banco Central repete que é preciso ter “cautela, serenidade e perseverança” na condução do juro básico, enquanto China chega a Washington com uma “espada sobre o pescoço”
Coluna traz vídeos sobre análise gráfica e dicas de investimentos. Terças e quartas o tema é o mercado de ações. Quinta-feira é a vez das criptomoedas
O noticiário político melhorou o humor dos mercados brasileiros e impulsionou o Ibovespa de volta ao patamar dos 95 mil pontos. O dólar também respirou, recuando aos R$ 3,93
Radar do investidor se volta para Brasília, onde o ministro Paulo Guedes será ouvido pela comissão especial da reforma da Previdência
Os mercados globais tiveram um dia de estresse intenso. As tensões comerciais entre EUA e China impactaram fortemente as bolsas americanas, embora o Ibovespa tenha conseguido reduzir as perdas durante a tarde
EUA confirmam aumento da tarifa sobre produtos chineses a partir de sexta-feira, mas China deve enviar delegação a Washington para rodada final de negociação
O presidente americano usou o Twitter para ameaçar os chineses, trazendo uma nova onda de cautela aos mercados globais. O Ibovespa manteve-se no campo negativo e perdeu quase mil pontos em relação ao fechamento de sexta-feira. O dólar também sentiu a pressão e fechou em alta