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O Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira no campo positivo, terminando a semana com um ganho acumulado de 1,27%. O novo corte na Selic e as indicações de que esse ciclo deve continuar deram ânimo à bolsa brasileira
Alívio monetário e arrefecimento da guerra comercial alimentam otimismo entre investidores
O Ibovespa reagiu positivamente às indicações do Copom e chegou a tocar os 106 mil pontos na máxima. Mas o índice perdeu fôlego durante a tarde, o que abriu espaço para um movimento de realização de lucros. Já o dólar à vista disparou e voltou ao nível de R$ 4,15
O Federal Reserve cortou os juros dos EUA em 0,25 ponto, mas sinais difusos emitidos pela instituição fizeram as bolsas globais oscilarem — ao fim do dia, o Ibovespa ficou praticamente no zero a zero
Bank of America Merrill Lynch também mostra mais gestores trabalhando com Selic abaixo de 5,5% e dólar entre R$ 3,80 e R$ 4,0
Apesar das instabilidades no exterior, o Ibovespa conseguiu fechar em alta firme e chegou ao maior nível desde 18 de julho. O bom desempenho das ações dos bancos, varejistas e construtoras compensou a queda da Petrobras
Ataques às refinarias da Aramco na Arábia Saudita elevaram a aversão ao risco no mundo e fizeram os preços do petróleo disparar. No entanto, o preço mais alto da commodity impulsionou as ações da Petrobras, compensando a cautela vista lá fora e fazendo o Ibovespa fechar no campo positivo.
As ações das exportadoras Vale e Suzano, clássicas opções defensivas para um cenário de dólar forte, acumulam desempenho negativo no ano, pressionadas pelos preços do minério e da celulose em baixa. Se esses papéis já não têm mais o mesmo apelo defensivo de antes, quais ativos da bolsa podem ocupar o miolo da zaga do seu portfólio?
Com as decisões de política monetária do Fed e do Copom no horizonte, os mercados preferiram não abrir espaço para maus agouros e reduziram a exposição ao risco. O Ibovespa perdeu força e fechou em queda
Gestora prefere ter na carteira ações aparentemente caras, como Magalu e Mercado Livre, a nomes tradicionais como os bancos
A percepção de que EUA e China têm assumido um tom mais amigável nas negociações comerciais, somada ao pacote de estímulos anunciados pelo BCE, trouxe otimismo ao Ibovespa
A surpresa positiva com o resultado das vendas do varejo no Brasil, somada à tranquilidade no exterior, colocaram o dólar em baixa e o Ibovespa em alta
Neste vídeo, o analista gráfico Fausto Botelho explica o funcionamento do gráfico de ponto e figura, além de fazer uma breve análise do S&P500 e do Ibovespa
Os mercados globais assumiram um tom de maior cautela nesta terça-feira (10), o que abriu espaço para um ligeiro movimento de realização de lucros no Ibovespa
Num dia em que os mercados se dividiram entre a cautela com a China e o otimismo com os BCs, o Ibovespa até chegou a subir mais de 1% na máxima, mas fechou em alta de 0,24%, aos 103.180,59 pontos
Seu Dinheiro traz em podcast um panorama sobre tudo o que movimentou os seus investimentos nesta semana
Números mais fracos que o esperado do mercado de trabalho dos EUA deram força aos ativos de risco no mundo. Com isso, o dólar teve queda firme e o Ibovespa subiu
A bolsa brasileira conta com mais de 20 índices que servem de parâmetro para o mercado
Estados Unidos e China irão promover uma nova rodada oficial de negociações em outubro, o que reduziu a tensão nos mercados e impulsionou o Ibovespa
Os programas de ajuste fiscal atrapalham o crescimento da economia? Eu me propus a responder essa questão na monografia que escrevi para o MBA que cursei lá no longínquo ano de 2004. Ao estudar os casos de vários países que adotaram programas do tipo concluí que é possível, sim, conciliar avanço do PIB com disciplina fiscal. A […]