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Uma súbita perda de altitude, seguida por uma forte turbulência, me pegou durante um voo com a família para a Europa, em 2015. Eu já havia passado por instabilidades do tipo antes, mas essa foi a primeira sem o aviso prévio do piloto. Éramos 20 pessoas entre adultos e crianças que partiam para celebrar as […]
O Ibovespa fechou em baixa e voltou aos 106 mil pontos, com os mercados mostrando uma postura mais prudente em relação ao cenário doméstico e às turbulências na América Latina
Progresso na agenda de reformas e melhor percepção com relação à economia melhoram humor dos investidores consultados pelo Bank of America. Emergentes se tornaram o mercado preferido entre gestores globais
Apesar das incertezas domésticas e internacionais, os agentes financeiros promoveram movimentos de ajustes em algumas ações após as quedas recentes, o que deu forças ao Ibovespa
A preocupação quanto às implicações da soltura do ex-presidente Lula fez com que o Ibovespa voltasse ao nível dos 107 mil pontos; o dólar à vista teve nova alta e chegou a R$ 4,16
Sinais de que EUA e China podem recuar nas tarifas de importação e chegar a um acordo comercial deram força ao Ibovespa, fazendo o índice brasileiro avançar mais de 1% e chegar ao nível inédito dos 109 mil pontos. O dólar à vista, por outro lado, seguiu pressionado, chegando a R$ 4,09
O mercado apostava na entrada de capital estrangeiro no país a partir do leilão do pré-sal. Mas, com os gringos mostrando baixo interesse nos ativos, o dólar disparou e fechou em alta de mais de 2%
Novo patamar dos principais índices de Nova York e São Paulo pode acabar sendo apenas um “bull trap”
O mercado acompanhou de perto a apresentação do plano elaborado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Mas, com a percepção de que dificilmente algo será votado neste ano, o Ibovespa fechou em leve baixa
Notícias animadoras no front da guerra comercial, somadas à expectativa em relação ao pacote de medidas do ministro Paulo Guedes, fizeram o Ibovespa renovar as máximas de fechamento e intradiária
O Ibovespa e as bolsas globais ganharam tração nesta sexta, em meio à surpresa positiva com os dados do mercado de trabalho dos EUA
Mês foi marcado pela aprovação da reforma da Previdência, acordos para o Brexit e para a guerra comercial e novos cortes nas taxas de juros
Notícias quanto a um certo desânimo da China nas negociações com os EUA a longo prazo trouxeram apreensão aos mercados nesta quinta-feira. No entanto, o saldo do Ibovespa em outubro foi positivo, em meio à aprovação da reforma da Previdência no Senado e ao acerto preliminar entre americanos e chineses no início do mês
O Federal Reserve promoveu uma nova redução nos juros dos EUA e deu a entender que o ciclo de cortes será interrompido. Esse ajuste negativo e a clareza na mensagem quanto ao futuro agradaram o mercado, fazendo o Ibovespa subir e renovar a máxima de encerramento
Após chegar aos 108 mil pontos na sessão de ontem, o Ibovespa cedeu a um movimento de realização de lucros e terminou o pregão em baixa. Sem novos fatores que justificassem uma alta, os investidores preferiram assumir uma postura mais cautelosa, aguardando as decisões do Copom e do Fed amanhã
O ambiente mais favorável no exterior, somado ao otimismo local, deu forças ao Ibovespa e fez o índice superar os 108 mil pontos pela primeira vez. O dólar caiu e rompeu o piso dos R$ 4,00
Com aprovação da reforma da Previdência e balanços positivos de empresas com grande peso no Ibovespa, bolsa avança e dólar recua, mas não consegue furar patamar psicológico de R$ 4
Ibovespa testou resistência, mas parece que vai reverter novamente. O analista gráfico Fausto Botelho explica por que e indica 30 ações para ficar de olho
Ibovespa perdeu o patamar de 107 mil pontos e dólar voltou a subir depois de ter chegado a cair abaixo de R$ 4
O Ibovespa cravou o terceiro recorde seguido, mas mostrou fôlego reduzido para continuar avançando. Já o dólar caiu mais de 1%, chegando ao menor nível desde 21 de agosto