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Monopólios, monopólios… monopólios por toda a parte
Como Paulo Guedes poderia salvar um governo cujo objetivo está agora apenas em salvar a si mesmo?
Sou mensageiro de más notícias: precisaremos aprender a conviver com a incerteza. Não podemos antecipar os movimentos seguintes, nem mesmo os iminentes.
Se nossa dor de cabeça vem das surpresas negativas, das oscilações para baixo, devemos adotar uma medida que ataque apenas esse problema.
Às vezes, caminhamos de forma mais genuína pelas trajetórias que não conhecemos, seguindo as pegadas do coelho branco.
Será mesmo que os mercados se comportam em ciclos, em grandes ondas longas, que duram anos, em que a próxima onda sempre toca o máximo e/ou o mínimo anterior? E estariam mesmo as ações subindo nas últimas semanas ou seria o dinheiro que está caindo?
Não podemos confundir o apreço pessoal de Luiz Barsi por dividendos com a decisão correta de alocação de capital e política de proventos de Eneva e AES.
Você percebe o iceberg de longe, guina o navio a bombordo com todas as caldeiras em funcionamento e, mesmo assim, não consegue evitar o contato de raspão a tempo. Infelizmente, o estrago pode ser grande
Dizem que a atual crise do corona só tem paralelos com o Crash de 1929, e olhe lá.
Já sabemos que, no longo prazo, todos estaremos mortos. A questão é o que faremos no meio do caminho
“As armas e os barões assinalados,Que da ocidental praia Lusitana,Por mares nunca de antes navegados,Passaram ainda além da Taprobana,Em perigos e guerras esforçados,Mais do que prometia a força humana,E entre gente remota edificaramNovo Reino, que tanto sublimaram”Os Lusíadas Vamos ter um papo de gente fina, elegante e sincera. Os tempos modernos — da História, não […]
Cuidado, pois muitas pessoas confundem estratégia com resultado almejado.
Há uma enorme incerteza no ar, uma completa incapacidade de se ver o final desta crise (desconfie principalmente daqueles que conseguem projetar o final da crise, seja ele feio ou bonito; a verdade é que não sabemos, ninguém sabe) e uma enorme dispersão de resultados possíveis
Por motivos (legítimos) de força maior, abandonamos a cartilha liberal para adotar uma estratégia keynesiana, sintetizada no slogan “nenhum brasileiro será deixado para trás”. Entendo o movimento. E até o considero correto
A mensagem que gostaria de transmitir é que o comportamento dos mercados desde fevereiro não é uma simples correção. É um bear market. E isso muda tudo.
Quando se trata da alocação do seu portfólio, esta é a hora em que a reserva de emergência é rainha. Quem negou-se no passado a deixar dinheiro “parado” em um fundo DI, rendendo perto do CDI, talvez esteja passando aperto hoje
Felipe Miranda e André Esteves estarão juntos discutindo as principais lições da crise causada pela pandemia de covid-19
São raros os dias em que tudo cai — ou tudo sobe —, e eles sugerem um mercado irracional, que não sabe bem o que está fazendo.
Se você não entende, não consegue calcular, não tem visibilidade, vai devagar, com prudência, responsabilidade, tateando. Como viver num mundo que não entendemos?
Não há discussão ou saída fácil. A Economia é a ciência da escassez. Isso que parece escapar às pessoas. Estamos lidando, necessariamente, com recursos escassos, todos os dias.