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Álvaro Frasson, economista do BTG Pactual digital, afirma que o ganho de tração da atividade doméstica continuará sustentando a alta da bolsa brasileira — e, nesse cenário, ações de empresas voltadas ao mercado local tendem a ir especialmente bem
Sinalizações amigáveis do BC em relação à taxa de juros, visão positiva da agência de risco S&P quanto ao Brasil e acordo comercial entre EUA e China: eis os superpoderes do Ibovespa nesta semana
Impulsionado pelo corte na Selic, pela visão otimista da S&P em relação ao Brasil e pela perspectiva de acerto entre EUA e China, o Ibovespa rompeu o nível dos 112 mil pontos pela primeira vez
As ações da MRV e das varejistas aparecem entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira, enquanto os papéis da Sabesp têm o pior desempenho do dia
O Credit Suisse elevou as recomendações e preços-alvo para as ações da B2W e Lojas Americanas, citando perspectivas mais favoráveis para ambas as empresas no futuro
O Ibovespa já se aproxima dos 112 mil pontos, impulsionado pelos sinais do BC quanto ao futuro da Selic, pela visão positiva da S&P Global em relação ao Brasil e por declarações de Donald Trump no âmbito da guerra comercial
O Copom deixou a porta aberta para mais um corte de 0,25 ponto na Selic em 2020. E, ao não se comprometer com o próximo passo, o BC passou a mensagem de que a onda de reduções nos juros está quase terminando
A primeira parte do script imaginado pelos mercados foi cumprida à risca: o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manteve a taxa de juros no país na faixa de 1,50% e 1,75% ao ano, conforme era esperado pelos agentes financeiros. E, sem nenhuma surpresa, o dólar à vista encontrou espaço para continuar caindo, enquanto […]
O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manteve a taxa básica de juros do país inalterada, afirmando ver condições favoráveis no mercado de trabalho e expansão econômica moderada
O Ibovespa teve a segunda baixa consecutiva, refletindo o clima de cautela que tomou conta dos ativos globais nesta terça-feira. Lá fora, os mercados ficaram de olho nas movimentações da guerra comercial — e, ao menos por enquanto, não há nada definido entre EUA e China
O setor aéreo liderou as perdas do Ibovespa nesta terça-feira, com as ações da Gol e da Azul fechando em queda. Itaú e Banco do Brasil também caíram
O possível fechamento de um acordo para que os EUA posterguem a aplicação de novas sobretaxas sobre produtos chineses dá ânimo às bolsas globais e faz o Ibovespa se afastar das mínimas
O Ibovespa cedeu a um leve movimento de correção e fechou em baixa, interrompendo a sequência de cinco altas consecutivas. Já o dólar à vista teve uma nova sessão de alívio, chegando à mínima em um mês.
A nova proposta da Gol para a incorporação do Smiles é atrativa para os atuais acionistas da companhia de fidelidade, mas deixa clara a turbulência na relação entre as empresas
O Ibovespa abriu o pregão desta segunda-feira em alta, dando continuidade aos ganhos da semana passada. O dólar à vista oscila perto do zero a zero, com um leve viés negativo.
O Ibovespa cravou a quinta alta consecutiva nesta sexta-feira e chegou a mais um recorde de fechamento, aso 111.125,75 pontos. O dólar à vista acumulou perdas de mais de 2% na semana, voltando a R$ 4,14
A perspectiva de manutenção dos juros em níveis baixos deu forças às ações de varejistas, como a Via Varejo, e de construtoras, como MRV e Cyrela
Sinais animadores no front da guerra comercial dão forças às bolsas globais e colocam o Ibovespa novamente no campo positivo
O Ibovespa aproveitou-se da ausência de fatores negativos e do bom desempenho das ações da Petrobras para fechar em alta e cravar mais um recorde
A petroleira Saudi Aramco, considerada uma das companhias mais rentáveis do mundo, divulgou há pouco os detalhes finais de sua oferta pública inicial de ações. E, pelos números reportados pela estatal saudita, não estamos falando de um IPO qualquer: trata-se da maior operação do tipo já feita na história. As ações da Aramco foram precificadas […]