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A escalada na guerra do Oriente Médio, após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel ao Irã no último final de semana, voltou a colocar a geopolítica no centro das decisões de investidores ao redor do mundo.
A região concentra parte relevante da produção e do transporte mundial de petróleo. Não à toa, o Estreito de Ormuz é descrito como a “jugular do mundo” em diversas análises, metáfora que ilustra o grau de dependência da economia global em relação a essa estreita passagem marítima por onde circula parcela relevante do petróleo consumido no planeta.
O conflito reverberou rapidamente nos mercados financeiros e em setores sensíveis da economia global, como o transporte aéreo – com milhares de cancelamentos de voos, inclusive em importantes centros globais de conexão aérea, como Dubai e Doha.
Na última terça-feira (3), o Ibovespa fechou em queda de 3,28%, aos 183.104,87 pontos, acompanhando as perdas generalizadas nos principais mercados globais.
No mesmo dia, o dólar subiu quase 2%, a R$ 5,2652. O petróleo, ativo na linha de frente da batalha, também segue acelerando: na manhã desta quarta (4), o barril do Brent, padrão internacional, era negociado a US$ 82,24, com salto de mais de 3%. Em março, a commodity já se valorizou cerca de 16,4%.
Segundo o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, o fundamental para os investidores, em momentos como esses, é a distinção entre um conflito que pode ser rapidamente resolvido de um que possa provocar impactos duradouros sobre a oferta de petróleo global.
“Episódios geopolíticos que são rapidamente contidos costumam gerar apenas volatilidade temporária e, muitas vezes, acabam abrindo oportunidades de entrada em ativos de risco”, afirma em relatório recente (acesse gratuitamente aqui).
O quadro se torna mais complexo quando há interrupções prolongadas no fornecimento de energia. “Um exemplo clássico foi a Guerra do Yom Kippur, em 1973, quando o embargo do petróleo desencadeou um choque energético global, elevou a inflação e contribuiu para uma recessão econômica significativa”, diz o analista.
E o buraco ainda é mais embaixo. Isso porque a OPEC+ até anunciou um aumento da produção do petróleo – mas, segundo Spiess, o problema não se resume só à disponibilidade de barris, mas, também, à capacidade de esse material ser transportado com segurança para os diferentes mercados consumidores.
Ao mesmo tempo que o apetite ao risco diminui, movimento exemplificado pela queda das bolsas de valores, outra reação clássica em momentos de tensão geopolítica é a busca dos investidores por ativos considerados mais seguros, como o ouro.
O ativo chegou a superar a marca de US$ 5.300 por onça, nos últimos dias. Na tarde desta quarta (4), o avanço acumulado dos últimos 30 dias chega a 15%.
Nesse ambiente de incerteza, o analista Matheus Spiess destaca que o chamado “Kit Geopolítico” volta a ganhar relevância entre os investidores.
“É uma combinação de ativos tradicionalmente associados a momentos de maior incerteza internacional, como ouro, petróleo, empresas do setor de defesa e outros instrumentos capazes de reforçar o caráter defensivo das carteiras”, explica.
De acordo com o analista, neste momento é preciso mais do que tentar antecipar os desdobramentos políticos do conflito, mas, sim, permanecer com foco na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção dentro do portfólio.
E é nesse contexto que o ouro volta a brilhar frente aos olhos dos investidores. Na opinião de Spiess, a mineração está longe de ser um setor em declínio, e volta a ganhar status estratégico em um mundo marcado, entre outros fatores, pela desglobalização.
Para quem busca proteger o portfólio investindo em ouro, o analista recomenda em seu relatório duas formas de acessar essa tese.
Uma se dá por meio de um instrumento tradicional e amplamente reconhecido, e outra por meio de um veículo mais recente, alinhado à evolução da infraestrutura financeira global.
Você pode conhecer essas duas recomendações de investimento em ouro agora mesmo, sem pagar nada. O relatório produzido pelo analista Matheus Spiess está disponível no SD Select, a área exclusiva de conteúdos extras do Seu Dinheiro.
Para acessá-la, você só precisa clicar no botão abaixo e realizar um simples cadastro. Na sequência, o relatório estará disponível na sua tela.
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