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Na quarta-feira (19), os bancos centrais do Brasil e dos EUA devem anunciar suas decisões de juros; veja o que fazer com seus investimentos, segundo especialistas do mercado
Nesta semana, a atenção dos investidores está voltada para um evento em especial. Isso porque, na quarta-feira (19), acontecerá a chamada Super Quarta, com decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Nos Estados Unidos, é esperado que o Fed faça a manutenção dos juros e mantenha as taxas entre 4,25% a 4,50% ao ano, devido à expectativa de uma desaceleração econômica no país.
Desde o final de 2024, o banco central americano vem enfrentando dificuldades para controlar a inflação. Por isso, após realizar três cortes consecutivos, os juros nos EUA têm se mantido estáveis desde janeiro.
Entretanto, no Brasil, as expectativas são outras. Como já havia sinalizado na última reunião de janeiro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central deve elevar a Selic em 1 ponto percentual nesta quarta.
Com isso, é esperado que a nossa taxa básica de juros atinja os 14,25% ao ano. Essa alta deve vir como uma resposta aos desafios de uma inflação persistente, que está acima da meta do governo.
A última leitura do IPCA (índice que mede a inflação no país) apontou alta de 5,06%, bem acima da meta de 3% estipulada pelo governo.
Nesse cenário, economistas do mercado apontam para uma Selic em 15% ao ano ou mais ainda no primeiro semestre de 2025. O BTG Pactual, por exemplo, enxerga os juros no patamar de 15,25% neste ano.
Mas, afinal, o que tudo isso significa para você, investidor? E como investir diante desse cenário da política monetária de ambos os países? São perguntas como essa que o Giro do Mercado, do Money Times, portal de notícias parceiro do Seu Dinheiro, quer te ajudar a entender.
Na teoria, quando os juros de um país sobem, as famílias perdem o poder de compra e os investimentos das empresas ficam mais caros. É uma forma de conter a inflação por meio da desaceleração da atividade econômica.
Porém, na prática, não é tão simples assim. Neste momento, o Copom está tentando buscar um equilíbrio delicado, de mostrar ao mercado o seu compromisso em perseguir a meta de inflação, mas sem ignorar os resultados do PIB ou prejudicar o mercado de trabalho.
É por essa razão que a alta de juros, neste momento, não é de todo ruim no Brasil. Para os analistas do mercado, ela é uma forma de tentar ancorar as expectativas novamente e de driblar pressões nas projeções de juros.
Já nos Estados Unidos, incertezas acerca das tarifas de Donald Trump podem impedir uma mudança na condução dos juros pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), dado que representam um obstáculo para maior confiança na convergência da meta de inflação no curto prazo.
Assim, atualmente, a expectativa é de que o Fed comece a cortar juros apenas a partir da reunião de setembro, com previsão de dois cortes até o final do ano. Mas esse cenário pode mudar caso a inflação mantenha a tendência positiva ou se a desaceleração da atividade econômica for maior do que o esperado.
Mas, então, quais investimentos fazer neste cenário? Vale a pena comprar ações brasileiras enquanto ainda estão baratas? Ou é hora de apostar em ações internacionais? E o dólar, é uma boa opção para a carteira agora?
Essas respostas você pode conferir com o Money Times, portal parceiro do Seu Dinheiro, na quarta e quinta-feira.
Ao longo desta semana, o Money Times fará uma edição especial do programa Giro do Mercado, voltada para a Super Quarta. Nos dias 19 e 20, o portal de notícias vai receber analistas do mercado para debater os seguintes temas:
E a boa notícia é que você pode ter acesso a todo esse conteúdo de graça. Para isso, basta reservar a sua vaga gratuita para assistir a todas as edições no botão abaixo. Você será avisado em primeira mão quando os programas forem ao ar.
Ou seja, você não precisará pagar nada – nem se comprometer de nenhuma forma – para saber onde investir após a Super Quarta. Essa é uma iniciativa do Money Times - portal de notícias parceiro do Seu Dinheiro - para ajudar você, investidor, a tomar as melhores decisões pelo seu patrimônio.
Portanto, sugiro que você se cadastre e garanta o seu acesso a todo o conteúdo. Você não paga nada por se cadastrar, mas pode vir a lucrar muito com todas as informações que vai encontrar:
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