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Durante sua participação no Onde Investir, programa mensal do Seu Dinheiro, Larissa Quaresma, da Empiricus Research, avaliou que o Ibovespa ainda tem muito espaço para subir
A bolsa brasileira tem tido um ano de 2025 bastante positivo até agora. No acumulado, o Ibovespa, principal índice da bolsa, teve valorização de quase 16% e recentemente ultrapassou a marca histórica dos 140 mil pontos, trazendo otimismo para o mercado.
Mas tudo isso pode ser só a “ponta do iceberg”. Para Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus Research, uma combinação poderosa de gatilhos, tanto globais quanto domésticos, ainda devem destravar uma alta mais vigorosa da bolsa.
Em entrevista ao Onde Investir, programa mensal no YouTube do Seu Dinheiro, a analista contou quais são os fatores que estão deixando ela tão otimista com a bolsa brasileira agora.
No cenário global, a analista aponta que o principal gatilho é a fuga de capital dos EUA. “Continuamos vendo o capital saindo dos Estados Unidos e buscando fontes de retorno principalmente em países emergentes”, explica.
O motivo é que o status de “porto seguro” que os Estados Unidos tinham, como um destino seguro e previsível para os investimentos, vem perdendo credibilidade com a política comercial e econômica cada vez mais incerta de Trump.
E nessa história, países da América Latina têm se destacado, sobretudo o Brasil. Isso porque somos menos dependentes de exportações para os EUA em comparação a outros países. Ou seja, somos mais estáveis sob essa ótica.
Mas, segundo Quaresma, outro ponto que chama atenção também é o patamar atual do Ibovespa. “Mesmo com a valorização de quase 16% no ano, estamos 45% abaixo da máxima em dólar, que foi feita lá em 2008”, afirma.
Outra forma de olhar, que também parte de um valuation barato para a bolsa, é que mesmo depois deste “mini rali”, o Ibovespa ainda negocia ao múltiplo Preço/Lucro estimado para os próximos 12 meses (excluindo Petrobras e Vale) de 9 vezes.
“Na virada do ano, estávamos em 7,9 vezes, então não foi uma expansão de múltiplo muito grande. O Ibovespa ainda está muito barato e muito abaixo da média histórica”, avalia a analista.
A título de comparação, Quaresma recorda que, em 2008, quando o patamar de juros era semelhante ao atual, o múltiplo P/L do Ibovespa era de 16,4 vezes.
“Se você colocar na conta uma expansão para pelo menos a média de 2015, que era de 11,5 vezes e uma expansão tímida dos lucros, só de inflação, temos uma noção do potencial de valorização que isso pode representar, principalmente aos olhos do investidor estrangeiro”, explica.
Mas essas não são as únicas razões para acreditar em uma valorização mais expressiva da bolsa. Além disso, a analista destaca que gatilhos dentro do Brasil também podem impulsionar o Ibovespa. São eles:
1. Fim do ciclo de alta dos juros: com a última reunião do Copom, que manteve os juros em 14,75% ao ano, a discussão passa a ser quando o Banco Central vai começar o ciclo de corte dos juros, o que tende a beneficiar os ativos listados em bolsa.
2. Economia muito forte: mesmo com uma Selic de 14,75% ao ano, a analista avalia que a economia brasileira continua muito forte. “O desemprego está próximo da mínima histórica, abaixo de 6,5%, o que representa uma sustentação importante para os lucros das empresas”, afirma.
3. Aproximação do ciclo eleitoral: Quaresma acredita que há uma probabilidade bastante elevada de, nas eleições presidenciais de 2026, o Brasil migrar para um governo pró-Estado mínimo e pró-corte de gastos, “o que seria muito bom para a nossa curva de juros futuros”.
Por tudo isso, Quaresma avalia que, quando olhamos para o fluxo de capital estrangeiro vindo para o Brasil, pensamos que “essa história do Brasil está ficando difícil de refutar”.
Prova disso é o recorde de entradas que tivemos na B3. Entre os dias 17 de abril e 15 de maio, a bolsa brasileira registrou 18 dias consecutivos de entrada de recursos estrangeiros, com total de R$ 20,8 bilhões, segundo relatório do JP Morgan.
Mas o que falta para a bolsa de fato “deslanchar”? Segundo a analista, o que está faltando é a entrada do investidor institucional. “Não porque ele não quer, mas porque o cotista dele ainda está resgatando para colocar na renda fixa”, explica.
Porém, a analista é categórica ao afirmar que, para o investidor pessoa física, o momento de se posicionar é agora. “Quando a Selic sair de 14,75% para 12% ao ano, por exemplo, o múltiplo atual de 9 vezes já não se justifica, o Ibovespa terá de negociar a um múltiplo maior”.
Em outras palavras, quem quiser capturar todo o movimento de valorização da bolsa precisará se antecipar ao início do ciclo de cortes da Selic:
“Quando a Selic cair, é o momento em que vamos começar a ver esses fundos de ações e multimercados voltarem a captar tudo o que os fundos de renda fixa estão captando nos últimos 2 anos”
Mas onde investir para capturar todo esse movimento? Para auxiliar o investidor, Quaresma já apontou quais são as ações que mais podem valorizar nesse cenário.
Pensando no potencial de valorização que o Ibovespa ainda reserva, Larissa Quaresma “garimpou”, entre as ações listadas na bolsa, aquelas que melhor podem se beneficiar desse movimento.
Ela encontrou 10 ações que estão em “ponto de bala” para comprar agora. Ou seja, estão baratas, têm um bom potencial de valorização e fundamentos sólidos para o investidor. E a boa notícia é que, agora, você pode conhecer todas elas de graça.
Isso porque o Seu Dinheiro está disponibilizando o acesso à carteira completa de Larissa Quaresma como cortesia. O que significa que você não precisa pagar nada – e nem se comprometer financeiramente de nenhuma maneira – para conferir as indicações.
A carteira da analista traz as ações indicadas, os pesos sugeridos para cada uma no portfólio do investidor. Além de uma análise fundamentalista de cada uma das empresas e a justificativa do porquê vale a pena investir.
Portanto, para acessar, tudo o que você precisa fazer é cadastrar o seu interesse gratuito clicando no botão abaixo. Em instantes, um e-mail chegará na sua caixa de entrada com todas as informações:
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