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Limão, framboesa, vodca e umas esferas de limão – nada demais para um coquetel que movimentou quase R$ 70 milhões, somente no último US Open; qual é o segredo?
A final do US Open, o celebrado torneio de tênis americano, ocorre esse fim de semana no Arthur Ashe Stadium, no Queens, em Nova York. Nas arquibancadas, porém, um campeão segue invicto por mais um ano. Estamos falando do coquetel Honey Deuce, que virou símbolo da competição.
Quase duas décadas após sua criação, em 2006, o drink viralizou mais uma vez. Fotos de nomes como Taylor Swift ou Serena Williams aproveitando a bebida são compartilhadas exaustivamente. E é fácil entender o porquê.

De um lado ele é leve, refrescante e cor-de-rosa, com as irrepreensíveis esferas de melão honeydew emulando bolinhas de tênis. De outro, tornou-se um símbolo que movimenta montantes milionários nas partidas do US Open ano a ano.
Em 2024, por exemplo, foram mais de 556 mil copos do coquetel vendidos nos 14 dias de competição. Ao todo, a mistura gerou mais de US$ 12,8 milhões para os bares do US Open, aproximadamente R$ 69,6 milhões. É um montante impressionante, mesmo considerando que cada copo sai a US$ 23, cerca de R$ 125, na competição.
"O Honey Deuce virou febre no US Open não só pela receita refrescante — que lembra uma pink lemonade alcoólica — mas também pelo apelo visual e pelo storytelling em torno do drink", afirma Alê D'Agostino, o premiado bartender do Guilhotina Bar.
"As bolas de melão que imitam bolinhas de tênis viraram um ícone instagramável, somadas ao fato de ser uma bebida leve, fácil de beber no calor do torneio e associada a uma experiência exclusiva do evento. É a mistura de simplicidade, estética e contexto que transformou o coquetel em um símbolo do US Open."
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Para Bruno Acioli, dono do bar Solara, em São Paulo, a jogada é a estética. “Qualquer receita ali teria potencial de viralizar”, diz.
Criado por Nick Mautone, mixologista por trás de receitas e balcões icônicos, como o do Rainbow Room, em Nova York, o coquetel foi uma encomenda da marca de vodca Grey Goose. O objetivo, claro, é tracionar as vendas na tentativa de criar a trend do momento.
Bruno relembra que a própria Grey Goose já apresentou uma versão abrasileirada do Honey Deuce e suas esferas de melão nas partidas do Rio Open. No chamado Match Point, sai a framboesa e entram água de coco, e o xarope de maracujá, “elementos que são mais a cara do Brasil”.

“O Honey Deuce nada mais é do que uma releitura de um pink lemonade, mas antes dele, a marca já apostou no Le Grand Fizz (uma variação de gin com água com gás) durante o período de Oscar, por exemplo”, afirma Bruno. “Não há plot, apenas uma estratégia de marketing bem amarrada, aliada a formadores de opinião que inundaram as redes com fotos do drink.”
Seja celebração ou apenas trend, o Honey Deuce venceu novamente em 2025. A boa notícia para quem não foi ao US Open é que a receita é bastante simples e pode ser facilmente reproduzida com vodca, limonada, licor de framboesa e bolinhas de melão.
Pegando pelo preparo original, Honey Deuce leva 40 ml de vodca Grey Goose e 10 ml de licor de framboesa Chambord, além de 90 ml de limonada e 3 bolinhas de melão para adornar.
O melão dá o charme do coquetel. Na receita original, a variedade da fruta usada é o honeydew – daí o trocadilho com Honey Deuce, portanto, uma alusão ao "deuce", o empate de 40 pontos no tênis. Para reproduzir o formato da esfera, Bruno Acioli recomenda uma colher medidora de cozinha.
Melão resolvido, o restante é simples: tanto Acioli quanto D'Agostino concordam que a virada do coquetel está na qualidade dos ingredientes. "O segredo está menos na técnica e mais nos detalhes: usar ingredientes de boa qualidade, gelo em abundância e caprichar na finalização com as esferas de melão, que dão tanto frescor quanto impacto visual", diz Alê.
Quem escolhe fazer em casa, porém, pode testar algumas experimentações e substituições sem dano à receita. “Para reproduzir no Brasil, eu substituiria o melão pela uva thompson – mesmo efeito visual, menos trabalho e mais sabor que o melão”, diz Acioli.
Já Alê D’Agostino diz que o licor Chambord, por exemplo, pode ser trocado por outro mais acessível. “Caso não tenha, vale procurar um xarope de framboesa, como Fabbri por exemplo”, diz. “Se não for possível, comprar framboesa congelada, esperar descongelar e usar o caldinho que fica.”
E vale à pena preparar em casa? Pensando exclusivamente pelo viés financeiro, vale sim: falando apenas dos compostos alcoólicos da mistura, vodca e licor das marcas indicadas são encontrados hoje no Brasil por menos de R$ 410, rendendo até 18 preparos. No US Open, o mesmo volume não sairia por menos de R$ 2.250 – em vez de um deuce açucarado, um match point direto no copo.
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