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O estudo “The Giving Pledge at 15” indica os ultrarricos como os únicos cumpridores do compromisso lançado em 2010 por Bill, Melinda Gates e Warren Buffett
À medida que o acúmulo de riqueza aumenta, cresce a preocupação com o destino do capital. O Giving Pledge, por exemplo, foi lançado em 2010 por Bill, Melinda Gates e Warren Buffett, com o objetivo de convidar os indivíduos mais ricos do mundo a se comprometerem com a filantropia. Mais especificamente, a doarem pelo menos 50% de sua fortuna em vida ou em testamento. No entanto, segundo um relatório recente chamado The Giving Pledge at 15, entre os 256 signatários vivos, apenas o casal bilionário norte-americano John e Laura Arnold é considerado cumpridor deste compromisso central.
“Os Arnolds merecem reconhecimento — tomaram uma decisão corajosa de doar e estudar como a filantropia pode realmente mover o dinheiro, em vez de simplesmente acumular riqueza. Eles estão entre os mais relevantes do grupo do Giving Pledge quando o assunto é promover uma reforma real por meio da caridade”, disse Bella DeVaan, coautora do relatório, à Fortune.
De acordo com Bella, a riqueza está se acumulando de forma “incrivelmente rápida entre os mais ricos dos Estados Unidos”. “O Giving Pledge é uma das poucas promessas públicas que eles fazem, em vez de uma regulação ou tributação federal mais forte — por isso seu cumprimento é realmente importante”, acrescentou.
Além de John e Laura Arnold, também estão entre os signatários os bilionários MacKenzie Scott (ex-esposa de Jeff Bezos), Michael Bloomberg, Elon Musk, George Lucas e Mark Zuckerberg.
Segundo a Fortune, John Arnold começou sua carreira como trader de gás natural na companhia Enron. Depois, passou a administrar o fundo de hedge (tipo de fundo de investimento altamente flexível) Centaurus Partners. Em 2012, aos 38 anos, se aposentou e começou a se dedicar integralmente à filantropia.
Até o momento, de acordo com a Forbes, os Arnolds já doaram mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11,4 bilhões). Desse valor, mais de US$ 204 milhões foi apenas em 2024. Atualmente, a estimativa do seu patrimônio líquido é de em cerca de US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 16,53 bilhões), o que significa que suas doações equivalem a aproximadamente 42% de sua riqueza.
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Como indica a Fortune, desde a criação da fundação do casal, a Arnold Ventures, em 2008, suas iniciativas filantrópicas se expandiram. Hoje, a instituição conta com 150 funcionários distribuídos entre os escritórios de Nova York, Washington D.C. e Houston.
Como mencionado anteriormente, existem hoje 256 signatários do Giving Pledge, de 30 países diferentes. O compromisso é de natureza moral, não um contrato legal. Ao aderirem a ele, segundo a Fortune, os participantes apenas assinam uma carta aberta explicando suas motivações e podem escolher as causas e instituições que desejam apoiar.
O relatório do Institute for Policy Studies define “conformidade técnica” como destinar à filantropia ao menos 50% da soma entre o valor doado e o patrimônio atual ainda em vida — e não apenas prometer ou deixar para um testamento.
O estudo indica que a maioria dos outros signatários faz doações de parte da fortuna, mas prefere doar uma parcela maior (em alguns casos mais de 80%), apenas após a morte via testamento. Ou então, a transfere para fundações pessoais ou familiares. Nesses casos, o dinheiro permanece investido nos fundos e continua rendendo sob o controle do bilionário e sua família, que geralmente decidem como serão as doações e quando elas acontecerão.
Bilionários como Warren Buffett e Bill Gates, de acordo com o estudo, já doaram mais que os Arnolds em valor absoluto. No entanto, os valores não equivalem a 50% do total que já acumularam ao longo da vida. Isso porque suas fortunas continuam crescendo mais rápido do que o valor oferecido à filantropia.

De acordo com o veículo, o patrimônio dos ultrarricos consiste majoritariamente em participações acionárias. Assim, embora haja o direcionamento de valores muito altos à filantropia, as ações que eles possuem continuam a valorizar na bolsa. Dessa forma, sua riqueza cresce mais rápido do que a quantidade das doações.
Em termos percentuais, essa dinâmica faz com que o valor doado nunca atinja ou demore a atingir os 50% que o Giving Pledge defende como meta em vida.
Ao que tudo indica, a ideia do casal Arnold é, de fato, utilizar sua riqueza em prol de causas sociais ainda em vida. Segundo a Fortune, John Arnold havia afirmado anteriormente que ele e sua esposa não deixariam uma fundação de legado após a morte.
O veículo ainda aponta que as doações dos bilionários se direcionam a causas em que dados, pesquisas e indicadores precisos guiam os projetos propostos. Suas iniciativas filantrópicas envolvem diversas áreas de políticas públicas, como saúde, ensino superior, justiça criminal, infraestrutura, entre outras.
A mais recente delas, anunciada em julho deste ano, é a união da Arnold Ventures com o American Institute for Boys and Men. Em conjunto, as instituições abriram um edital de apoio à pesquisa científica sobre os impactos de longo prazo das apostas esportivas online.
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